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Neste site, os visitantes encontrarão diversos textos por mim publicados, desde 1995, em jornais e revistas, ou, simplesmente, difundidos por e-mail para os meus amigos. Das obras publicadas, como autor ou como tradutor, conto publicar alguns breves extractos criteriosamente seleccionados.

DAVID MARTELO

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MARCELO CAETANO SOBRE KAÚLZA DE ARRIAGA, WIRYAMU E CONSPIRAÇÕES

Na obra Marcello Caetano – Confidências no exílio, de Joaquim Veríssimo Serrão, o autor publica um comentário do ex-Presidente do Conselho, retirado das notas à margem que Caetano redigira a propósito do livro de António de Spínola País sem rumo, publicado em 1978.

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MILITARES EM CARGOS POLÍTICOS DURANTE O ESTADO NOVO

Embora fosse desejo de Salazar manter os militares afastados da política, o certo é que nunca deixou de ceder, neste princípio, a favor de um outro que julgava igualmente importante: era preciso que as Forças Armadas tivessem a ilusão de que partilhavam o poder e de que beneficiavam dele.

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Militares cargos políticos Estado Novo.pdf (99176)

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HOMENAGEM À UMD, MILITARES ANTIFRANQUISTAS QUE SE REBELARAM CONTRA O REGIME

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Oviedo 2017 Esp.pdf (36634)

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https://www.youtube.com/watch?v=k1lyDPikVJU&feature=youtu.be

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CRAVOS DE ESPANHA

Inspirados pelos seus companheiros de armas portugueses, um grupo mais decidido de oficiais das Forças Armadas de Espanha logrou organizar-se, em Setembro de 1974, constituindo algo semelhante ao MFA – a União Militar Democrática (UMD).

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Unión Militar Democrática.pdf (337861)

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1.ª Guerra Mundial

O DESASTRE DO CHEMIN DES DAMES (Abril de 1917)

Após uma longa preparação de artilharia, o ataque iniciou-se a 16 de Abril. As tropas francesas começaram a percorrer o difícil terreno – fortemente inclinado e arborizado – que as devia conduzir aos objectivos de ruptura. Ao princípio, enquanto a defesa alemã se não recompôs, o avanço pareceu efectivo. 
 
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A COOPERAÇÃO ANGLO-LUSA NA GUERRA PENINSULAR E SUA INFLUÊNCIA NAS UNIDADES DE CAÇADORES

A estreita ligação da força expedicionária britânica com o novo exército português constituído a partir de 1808 pode ter ficado a dever-se, em grande parte, às características apresentadas pelos soldados portugueses, quando confrontadas com as necessidades da própria campanha. De facto, na sua maioria originários de regiões montanhosas e de marcada ruralidade, os novos recrutas traziam para as fileiras muitas das melhores características da Infantaria Ligeira.

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Coop Anglo Lusa_Caçadores.pdf (177720)

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CUBA – 1961

O ESPANTOSO FIASCO DA BAÍA DOS PORCOS

Quando, em 1959, a revolta liderada por Fidel Castro derrubou o regime do presidente Fulgêncio Batista e assumiu o poder em Cuba, as opiniões norte-americanas sobre um acontecimento tão marcante, num país vizinho, foram de desconfiança ao nível governamental mas de clara simpatia num significativo número de jornais, rádios e televisões.

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Baía dos Porcos.pdf (2769398)

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CRÓNICA DOS ANOS PERDIDOS

Winston Churchill

A História deve julgar como altamente censurável não apenas a conduta seguida durante todos estes anos fatais por um governo britânico nacional de maioria conservadora, mas também a atitude que tomaram o partido Trabalhista-Socialista e o partido Liberal, dentro como fora do governo.

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A CONSCRIÇÃO ESTARÁ DE VOLTA?

Há poucos dias, ficámos a saber que a Suécia, que havia suspendido o Serviço Militar Obrigatório (SMO) em 2010, irá, a partir do próximo ano, repor a conscrição, alargando a obrigatoriedade do serviço nas fileiras aos jovens de ambos os sexos.

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       1917 - A REVOLUÇÃO RUSSA E OS REFLEXOS NA GUERRA       

No início de 1917, antes mesmo do começo da ofensiva de Primavera – que os delegados russos haviam prometido, em Dezembro de 1916, quando da conferência interaliada de Chantilly –, estalou em Petrogrado um movimento revoltoso apoiado pelo Exército.

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O FIM DA “ALIANÇA” ANGLO-GERMÂNICA

Em 1714, ao falecer a rainha Ana de Inglaterra, sem descendente directo, a coroa britânica foi herdada por Georg Ludwig von Hannover, príncipe do Hanôver, o qual tomou o nome de Jorge I. Os seus direitos ao trono decorriam da circunstância de ser, por parte de sua mãe, bisneto de Jaime I (Stuart). Por conseguinte, a partir dessa data e até à subida ao trono da rainha Vitória, o soberano britânico foi, simultaneamente, príncipe do Hanôver.

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ÚLTIMAS SEMANAS DO ESTADO NOVO

Em 5 de Março de 1974, teve lugar, em Cascais, o último grande plenário do MOFA – Movimento dos Oficiais das Forças Armadas, como então se designava o que viria a ser o MFA. Terminada a reunião, muitos participantes haviam ficado com a sensação de que se não conseguira um consenso, tão alargado quanto o desejável, em torno de um programa político que servisse de base a uma revolta militar contra o regime.

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Últimas semanas Estado Novo.pdf (223813)

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O 25 DE ABRIL E OS PRIMÓRDIOS DA DESCOLONIZAÇÃO

5.ª Parte – As primeiras negociações

A 15 de Maio de 1974, António de Spínola é solenemente empossado como primeiro presidente da República saída da revolução de 25 de Abril. O seu discurso de posse contém os primeiros sinais de inflexão no tocante à questão ultramarina.

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Primórdios descolonização 5P.pdf (198221)

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HITLER E OS PRIMÓRDIOS DO NAZISMO COMENTADOS POR CHURCHILL

Na obra The Second World War, publicada em 1948, na qual Winston Churchill historiou todo o período que vai do final da 1.ª Guerra Mundial até ao final da 2.ª Guerra Mundial, o autor dedicou uma passagem imensamente significativa e ACTUAL aos primeiros passos da atribulada vida política de Adolf Hitler.

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Churchill x nazi.pdf (283866)

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DE GAULLE – UM OLHAR DA FRANÇA SOBRE A ALEMANHA

            Quando, em 8 de Julho de 1962, o Presidente das França, general Charles de Gaulle, e o Chanceler alemão, Konrad Adenauer, se encontraram na catedral de Reims, para oficializar a reconciliação entre dois países ancestralmente inimigos, nascia um novo eixo da política europeia, responsável por grande parte da estabilidade continental das três décadas seguintes.

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França_Alemanha.pdf (8756838)

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O 25 DE ABRIL E OS PRIMÓRDIOS DA DESCOLONIZAÇÃO

4.ª Parte – Entre o debate sem paz e a paz sem debate

No seguimento da vitória do MFA, a 25 de Abril de 1974, a procura de uma solução para as guerras no Ultramar vai decidir-se, basicamente, em torno de duas grandes opções: uma via democrática e uma via revolucionária.

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Primórdios descolonização 4P.pdf (139816)

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A PROPÓSITO DE UM LIVRO DE DAVID MARTELO - A ESPADA AINDA TEM DOIS GUMES?

Aniceto Afonso
 
O David Martelo lançou em 1999 o seu terceiro livro a que chamou “A Espada de Dois Gumes”. Teve a gentileza de me convidar para fazer a sua apresentação. Publico agora o texto que me serviu de base para essa apresentação, tanto em Lisboa, como no Porto.
 
Para ler artigo, seguir para o "Fio da História" em
 
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PORTUGAL AMORDAÇADO

MÁRIO SOARES E O APOIO DAS FORÇAS ARMADAS – POR OMISSÃO – AO REGIME DO ESTADO NOVO

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O 25 DE ABRIL E OS PRIMÓRDIOS DA DESCOLONIZAÇÃO

3.ª Parte – Incerteza e desconfiança

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O 25 DE ABRIL E OS PRIMÓRDIOS DA DESCOLONIZAÇÃO

2.ª Parte – O Programa do MFA e a questão colonial

O primeiro esboço de programa político do MFA é apresentado por Melo Antunes, a 22 de Março – já depois, portanto, de Marcelo Caetano ter demitido Costa Gomes e Spínola das funções de Chefe e Vice-Chefe do EMGFA – numa reunião restrita, em casa do major Vítor Alves, estando presentes representantes de todos os ramos das Forças Armadas.

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Primórdios descolonização 2P.pdf (163062)

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RUMO À VITÓRIA

O PCP E O PAPEL DAS FORÇAS ARMADAS NA LUTA CONTRA A DITADURA

Rumo à Vitória aparece, em Abril de 1964, sob a forma de um relatório que Álvaro Cunhal – já então Secretário-Geral do Partido Comunista Português (PCP) – apresenta ao Comité Central do partido. Tendo como subtítulo As tarefas do Partido na Revolução Democrática e Nacional, foi peça de importância fundamental dos trabalhos que conduziram, em 1965, à aprovação do Programa do Partido Comunista Português, durante o seu VI Congresso. 

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Rumo à Vitória.pdf (139249)

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O 25 DE ABRIL E OS PRIMÓRDIOS DA DESCOLONIZAÇÃO

1.ª Parte – O plano do general Spínola

Quando, ao fim de 13 anos de guerra em África, a esperança de vitória por completo se desvanecera, coube a um restrito número de oficiais, organizados como Movimento das Forças Armadas (MFA), pôr termo a um regime político incapaz de encontrar solução para as suas contradições. O impasse militar em África constituíra, por esse motivo, o cimento aglutinador das várias sensibilidades políticas desse grupo de oficiais, apostados que estavam na implementação de uma estratégia de paz.

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Primórdios descolonização 1P.pdf (160147)

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Recensão do Prof. Doutor Luís Alves de Fraga, publicada na Revista Militar
 

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Israel, tendo atacado, apoderou-se, em 6 dias de combate, dos objectivos que pretendia alcançar. Presentemente, organiza, nesses territórios que tomou, a ocupação, que não pode resultar sem opressão, repressão e expulsão, e onde se manifesta, contra ele, uma resistência que, por seu turno, [Israel] apelidará de terrorismo.

Charles de Gaulle - Conferência de imprensa de 27-11-1967

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O nacionalismo é sinónimo de guerra. Equivale à guerra.

François Mitterrand

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As Forças Armadas têm três poderosas vantagens políticas sobre as organizações civis: uma acentuada superioridade na organização, um estatuto de elevado simbolismo emocional e o monopólio das armas. Constituem uma prestigiosa corporação ou Ordem, desfrutando de esmagadora superioridade em meios de emprego da força. A admiração, por conseguinte, não é por que se revoltam contra os seus chefes civis, mas por que sempre lhes obedecem.

SAMUEL E. FINER, The Man on Horseback: The Role of the Military in Politics, p. 6.

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There are two things that are important in politics. The first is money and I can't remember what the second one is.

Há duas coisas que são importantes em política. A primeira é o dinheiro e não consigo lembrar-me de qual é a segunda.

Mark Hanna

Ex-Senador Republicano (Ohio) em 1895

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Os homens nunca fazem nada de bem senão por necessidade.

Nicolau Maquiavel 

Discursos sobre a Primeira Década de Tito Lívio - L. I - Cap. III

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O político e o militar levam (...) para os empreendimentos comuns, caracteres, procedimentos e preocupações diferentes. Aquele atinge os objectivos por caminhos abrigados; este chega a eles em linha recta. (...) Perante um acontecimento grave, o primeiro pensa no que os outros irão dizer, enquanto que o segundo consulta os princípios.

Charles de Gaulle, Le Fil de l’épée

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...de mil maneiras e por muitas razões, as conquistas são prejudiciais. Porque é muito fácil fazer conquistas sem aumentar a respectiva força, mas quem conquista império e, ao mesmo tempo, não aumenta a sua força, caminha para a ruína.

Maquiavel, Discursos sobre a Primeira Década de Tito Lívio

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A ofensiva é o fogo que avança. A defensiva é o fogo que faz parar. O canhão conquista, a infantaria ocupa.

Philippe Pétain

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Resultado de imagem

You don’t ‘prevent’ anything by war except peace

Harry Truman - Memórias

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É um erro assumir que uma opinião competente só pode ser formada por oficiais-generais que não tomaram parte no combate em curso e que nunca tiveram qualquer experiência pessoal relativamente às condições físicas sob as quais a guerra moderna se desenrola.

David Lloyd George, War Memoirs, Vol. I. Cap. X. 

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Resultado de imagem para winston churchill

Tenho dúvidas sobre o facto de um homem ter ganho a Victoria Cross por bravura, quando jovem oficial, o capacita para comandar um exército vinte anos mais tarde. Tenho conhecimento de mais do que um caso de séria infelicidade proveniente dessa convicção.

Winston Churchill, My early life

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Padre Antônio Vieira

Se servistes a Pátria, que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis, ela o que costuma.

Padre António Vieira

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Le Brésil est le pays de l’avenir et il le restera.

Charles de Gaulle
 
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A fraude pune-a a lei; porém, quando a fraude se apodera da lei, tem que puni-la a simples força, que é o fundamento da lei, porque é o fundamento do seu cumprimento.


Fernando Pessoa - O interregno - p. 325

Quanto mais reduzidas forem as forças permanentes de um sistema de defesa, como é o nosso caso, mais necessários são os mecanismos que permitam ampliá-las para níveis de forças mais substanciais quando houver necessidade.

General Loureiro dos Santos

A guerra no meio de nós - A realidade dos conflitos do século XXI, p. 164.

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O aparelho militar do país, dadas as despesas que envolve, é inevitavelmente impopular. As suas características, viradas para a satisfação de necessidades futuras, fazem dele o objectivo preferencial dos ataques dos políticos que pretendem cativar os favores do eleitorado.

CHARLES DE GAULLE

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PENSAMENTOS

Enfim, acabarei a vida, e verão todos que fui tão afeiçoado à minha pátria que, não só me contentei de morrer nela, mas com ela.

Luís de Camões

 

A religião é o que impede os pobres de matarem os ricos.

Napoleão Bonaparte

 

Meu Deus, ajudai-me a mudar o que pode ser mudado, a aceitar o que não posso mudar e a distinguir as duas coisas.

S. Francisco de Assis

 

Sem a força, o direito é impotente.

Pascal

 

Quem tem medo de encarar o seu próprio passado e o descreve com mentiras, difícilmente será capaz de construir o futuro, porque para ele as transfere.

Vaclav Havel

 

A história mostra que é a perda da esperança e não a perda de vidas que decide o resultado de uma guerra.

Liddel Hart

 

A guerra é contra os nossos inimigos. A paz é contra os nossos amigos.

Charles de Gaulle

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