Bem-vindo ao nosso site de HISTÓRIA

Neste site, os visitantes encontrarão diversos textos por mim publicados, desde 1995, em jornais e revistas, ou, simplesmente, difundidos por e-mail para os meus amigos. Das obras publicadas, como autor ou como tradutor, conto apresentar alguns breves extractos criteriosamente seleccionados.

DAVID MARTELO

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NÃO HÁ MINISTRO – NO LIMITE, NÃO HÁ EXÉRCITO

Depois da preocupante entrevista do ministro da Defesa ao DN e TSF, em 10 de Setembro, já não há contenção verbal que se não transforme em desinteresse ou cumplicidade.

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Nem Nem.pdf (39098)

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FERNANDO PESSOA E A IDEIA DE PORTUGAL COMO GRANDE POTÊNCIA

O jornalista Augusto da Costa levou a cabo, entre 1926 e 1933, um inquérito sobre as potencialidades de um Império Português, traduzido no convite a 16 personalidades, da cultura, da política e das Forças Armadas, para que respondessem a um breve questionário de 4 perguntas por ele preparado. As respostas e os comentários de Augusto Costa viriam a ser publicados, em 1934, numa obra intitulada Portugal Vasto Império. Uma dessas personalidades foi Fernando Pessoa, do qual publicamos a respectiva resposta.
 
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A NEUTRALIDADE DA ITÁLIA NO INÍCIO DA GRANDE GUERRA

Quando, na manhã de 24 de Julho de 1914, o governo de Viena deu a conhecer os termos do ultimato à Sérvia nas principais capitais europeias, o ministro dos Negócios Estrangeiros italiano, marquês de San Giuliano, não tardou a informar o embaixador alemão, Hans von Flotow, de que, uma vez que a Áustria não tinha consultado o seu aliado antes de enveredar por um comportamento tão portentosamente agressivo, a Itália não se podia considerar vinculada a quaisquer outras consequências. 

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Itália na GG 1.pdf (455671)

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LIGAÇÕES MATRIMONIAIS DA DINASTIA DE BRAGANÇA COM A DINASTIA BONAPARTE

O segundo casamento de D. Pedro I, imperador do Brasil, e o primeiro de sua filha D. Maria da Glória (D. Maria II de Portugal) estabeleceram uma dupla ligação com a designada Dinastia Bonaparte.
 
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VERÃO DE 1917

O CORPO EXPEDICIONÁRIO PORTUGUÊS, EM FRANÇA, ENTRA EM SECTOR

Vencendo tremendas dificuldades, o Corpo Expedicionário Português, em França, começa a assumir responsabilidades de um sector da Frente Ocidental a partir de 3 de Julho de 1917.

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CEP em sector 1917.pdf (1126122)

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OS ESTADOS UNIDOS EM GUERRA COM O IMPÉRIO ALEMÃO

Ao iniciar-se a guerra na Europa, em 1914, a generalidade do povo americano e dos seus dirigentes políticos manifestou-se convictamente a favor da neutralidade. O presidente Woodrow Wilson, eleito em 1912, foi, na circunstância, um intérprete fiel dessa política de isolamento. E, assim se mantiveram até Abril de 1917.

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EUA em guerra 1917.pdf (5142605)

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CHURCHILL TERÁ MUDADO DE OPINIÃO SOBRE A CONVENIÊNCIA DA ENTRADA DOS ESTADOS UNIDOS NA 1.ª GUERRA MUNDIAL?

Em Agosto de 1936, William Griffin, editor do jornal New York Enquirer, pediu uma entrevista a Winston Churchill. Quando, dias depois, o texto da mesma foi publicado em Nova Iorque, uma passagem da entrevista parecia demonstrar que Churchill, entusiasta da intervenção americana quando a mesma se concretizou, achava, agora, que teria sido melhor que os EUA se não tivessem intrometido nos problemas europeus. Três anos depois, consideraria que a polémica passagem era uma completa falsidade.

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Churchill e entrada EUA na GG.pdf (83981)

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CHURCHILL E A ORGANIZAÇÃO DE UM

ESTADO-MAIOR NAVAL

Logo nos primeiros dias como 1.º Lorde do Almirantado, Winston Churchill distribuiu um extenso memorando, no qual, além de revelar os seus elevados conhecimentos de história do poder marítimo, expressava a premente necessidade de uma marinha moderna dispor de um Estado-Maior Naval.

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RN Naval Staff.pdf (183132)

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VERÃO DE 1917 NA FRENTE OCIDENTAL

A 3.ª batalha de Ypres (Passchendaele)

Em Junho de 1917, o êxito obtido pelas tropas aliadas em Messines, através de uma acção de objectivo limitado, parecia poder constituir um bom exemplo para o futuro. Todavia, o comandante da Força Expedicionária Britânica, general Haig, não retirou dessa vitória os ensinamentos que talvez se impusessem e preparou-se para concretizar outra ofensiva em grande escala.
 
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DA INUTILIDADE DA GUERRA

Debate nas vésperas da Grande Guerra

Vimos, num artigo recente, aqui publicado, alguns exemplos de textos em que, nas vésperas da Grande Guerra, os autores defenderam as virtudes e vantagens que achavam ser inerentes ao desenvolvimento de grandes conflitos. Mas, em simultâneo, surgiram ideias contrárias, não só as de teor claramente pacifista como a daqueles que, não se intitulando pacifistas mas sim antibelicistas, anteviam, pura e simplesmente, a inutilidade da guerra.

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A FUNÇÃO HISTÓRICA PORTUGUESA, O NOVÍSSIMO PRÍNCIPE E O 25 DE ABRIL

As decisões tomadas após 25 de Abril de 1974 relativamente aos territórios ultramarinos não podiam, portanto, ser do agrado de Adriano Moreira. A liberdade reconquistada facultar-lhe-ia a expressão completa da mágoa que sentia pela separação desses territórios.

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Função Histórica.pdf (175953)

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AGOSTO DE 1914 A ORIENTE

DO INÍCIO DA GUERRA À BATALHA DE TANNENBERG

O plano de guerra alemão, resultante dos ajustamentos que o general Moltke introduzira ao Plano Schlieffen, estipulava um período de seis semanas para a vitória a ocidente, utilizando sete oitavos do potencial de combate germânico. Com o restante oitavo, procuraria assegurar uma adequada contenção na frente oriental, tarefa que se antevia facilitada pela lentidão do sistema de mobilização russo.

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Agosto 1914 Oriente.pdf (1116829)

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A DERROTA DA FRANÇA EM 1940

(REPOSIÇÃO)
 
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ROOSEVELT, CHURCHILL E O FIM DOS IMPÉRIOS COLONIAIS

Em 9 de Agosto de 1941, o presidente dos EUA, Franklin Delano Roosevelt, e o primeiro-ministro britânico, Winston Churchill, encontraram-se secretamente em Placenta Bay, na Terra Nova. Entre 9 e 12 desse mês, os dois líderes tiveram uma série de conversações, durante as quais discutiram novas fórmulas de auxílio da parte dos EUA à Grã-Bretanha. Todavia, no espírito do presidente americano, o auxílio que estava na disposição de disponibilizar implicava algumas transformações políticas, à escala mundial, sem as quais considerava que não faria sentido aumentar o apoio à Grã-Bretanha.

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Roosevelt_Churchill.pdf (850877)

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DA NECESSIDADE E UTILIDADE DA GUERRA

Debate nas vésperas da Grande Guerra

As tensões que se foram acumulando na Europa ao longo dos primeiros catorze anos do século XX, conjugadas com o crescente desenvolvimento e difusão de jornais, revistas e livros, permitiram – talvez pela primeira vez na história da civilização ocidental – a ocorrência de um significativo confronto de opiniões, no qual participaram políticos, militares, agentes económicos, historiadores, filósofos, etc.

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O “PENTAVIRATO” DE TANCOS E AS VIRTUDES PERIGOSAS

Após longos anos de debate nacional sobre economia e finanças públicas, o desaparecimento de diversas munições, explosivos e outros artefactos militares do Paiol de Tancos veio trazer para a ribalta mediática a situação das Forças Armadas.

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Pentavirato de Tancos.pdf (46669)

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VITÓRIA TRAÍDA OU DERROTA EVITADA?

O fim dos Impérios Coloniais europeus, no quadro político internacional criado após o termo da 2.ª Guerra Mundial, foi acompanhado de diversas recriminações em países como a Grã-Bretanha, a França, a Bélgica, a Holanda, onde, com alguma diversidade de tom, se não deixaram de expressar correntes de pensamento que, na época, consideraram a liquidação desses Impérios como abandono desonroso e mesmo classificável com o ápodo de ‘traição’. 

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Vitória Traída Derrota Evitada.pdf (1329820)

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1900

Para além das questões de natureza geoestratégica, a que a política de alianças procurava dar resposta, nos primeiros anos do século XX estavam em curso na Europa, no Próximo Oriente e no Norte de África, diversas disputas envolvendo potências europeias. 

1900.docx (508315)

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O final da 2.ª Guerra Mundial e a expedição militar portuguesa a Timor

Em Lisboa, a 17 de Agosto, o Ministro do Japão informa o governo de que tinham sido expedidas instruções às forças ocupantes de Timor no sentido de devolverem a administração da colónia ao governador português. Tanto basta para que Salazar dê ordem ao Destacamento Expedicionário a Timor, concentrado em Moçambique, para iniciar o movimento para a colónia ocupada.

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Final 2GM e expedição Timor.pdf (1694129)

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SALAZAR E OS CONFLITOS COM O MINISTÉRIO DA GUERRA

Ao completar o primeiro ano de governação como Presidente do Conselho de Ministros, Salazar tem a percepção de que persistem nas Forças Armadas algumas divergências quanto ao rumo que pretendia dar à Revolução de 1926.

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Conflitos com Ministério Guerra.pdf (115404)

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A BATALHA DE ARGEL

A pouco e pouco, a Argélia transformava-se numa espécie de província militar, onde o poder político civil ia cedendo as suas prerrogativas aos chefes da guarnição militar. Com toda a naturalidade, portanto, em Janeiro de 1957, perante o agravar da situação, o general Massu, à frente da 10.ª Divisão Pára-quedista, foi encarregado da manutenção da ordem em Argel. A operação de limpeza da capital argelina – que ficaria conhecida como batalha de Argel – esteve longe de ser um combate heróico.

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A batalha de Argel.pdf (245438)

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MARCELO CAETANO SOBRE KAÚLZA DE ARRIAGA, WIRYAMU E CONSPIRAÇÕES

Na obra Marcello Caetano – Confidências no exílio, de Joaquim Veríssimo Serrão, o autor publica um comentário do ex-Presidente do Conselho, retirado das notas à margem que Caetano redigira a propósito do livro de António de Spínola País sem rumo, publicado em 1978.

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1.ª Guerra Mundial

O DESASTRE DO CHEMIN DES DAMES (Abril de 1917)

Após uma longa preparação de artilharia, o ataque iniciou-se a 16 de Abril. As tropas francesas começaram a percorrer o difícil terreno – fortemente inclinado e arborizado – que as devia conduzir aos objectivos de ruptura. Ao princípio, enquanto a defesa alemã se não recompôs, o avanço pareceu efectivo. 
 
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A COOPERAÇÃO ANGLO-LUSA NA GUERRA PENINSULAR E SUA INFLUÊNCIA NAS UNIDADES DE CAÇADORES

A estreita ligação da força expedicionária britânica com o novo exército português constituído a partir de 1808 pode ter ficado a dever-se, em grande parte, às características apresentadas pelos soldados portugueses, quando confrontadas com as necessidades da própria campanha. De facto, na sua maioria originários de regiões montanhosas e de marcada ruralidade, os novos recrutas traziam para as fileiras muitas das melhores características da Infantaria Ligeira.

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Coop Anglo Lusa_Caçadores.pdf (177720)

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CUBA – 1961

O ESPANTOSO FIASCO DA BAÍA DOS PORCOS

Quando, em 1959, a revolta liderada por Fidel Castro derrubou o regime do presidente Fulgêncio Batista e assumiu o poder em Cuba, as opiniões norte-americanas sobre um acontecimento tão marcante, num país vizinho, foram de desconfiança ao nível governamental mas de clara simpatia num significativo número de jornais, rádios e televisões.

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Baía dos Porcos.pdf (2769398)

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CRÓNICA DOS ANOS PERDIDOS

Winston Churchill

A História deve julgar como altamente censurável não apenas a conduta seguida durante todos estes anos fatais por um governo britânico nacional de maioria conservadora, mas também a atitude que tomaram o partido Trabalhista-Socialista e o partido Liberal, dentro como fora do governo.

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Anos Perdidos.pdf (521617)

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O FIM DA “ALIANÇA” ANGLO-GERMÂNICA

Em 1714, ao falecer a rainha Ana de Inglaterra, sem descendente directo, a coroa britânica foi herdada por Georg Ludwig von Hannover, príncipe do Hanôver, o qual tomou o nome de Jorge I. Os seus direitos ao trono decorriam da circunstância de ser, por parte de sua mãe, bisneto de Jaime I (Stuart). Por conseguinte, a partir dessa data e até à subida ao trono da rainha Vitória, o soberano britânico foi, simultaneamente, príncipe do Hanôver.

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Fim aliança anglo-germânica.pdf (804369)

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Recensão do Prof. Doutor Luís Alves de Fraga, publicada na Revista Militar
 

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[No Vietname] combatemos uma guerra militar; os nossos opositores combateram uma guerra política. Procurámos o desgaste físico; os nossos opositores apontaram à nossa exaustão psicológica. Ao longo do processo, esquecemo-nos de uma das máximas principais da luta de guerrilha: a guerrilha vence desde que não perca; o exército convencional perde se não consegue vencer.

Henry Kissinger

The Viet Nam Negotiations, Foreign Affairs, Janeiro de 1969

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Hitler declarou que nunca seria tão louco a ponto de se empenhar numa guerra em duas frentes, como os líderes de 1914... Levantando a sua áspera voz, explicara aos seus assessores militares que não era suficientemente idiota para provocar uma guerra mundial por causa da cidade de Danzig ou do Corredor Polaco.
 
General Erich von Manstein
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– E você, por que é que se tornou revolucionário?

– Por decoro, senhora marquesa, por decoro.

Ramón Maria del Valle-Inclán

La corte de los milagros 

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Revolução é uma ideia que encontrou as suas baionetas.

Napoleão Bonaparte

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Israel, tendo atacado, apoderou-se, em 6 dias de combate, dos objectivos que pretendia alcançar. Presentemente, organiza, nesses territórios que tomou, a ocupação, que não pode resultar sem opressão, repressão e expulsão, e onde se manifesta, contra ele, uma resistência que, por seu turno, [Israel] apelidará de terrorismo.

Charles de Gaulle - Conferência de imprensa de 27-11-1967

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O nacionalismo é sinónimo de guerra. Equivale à guerra.

François Mitterrand

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There are two things that are important in politics. The first is money and I can't remember what the second one is.

Há duas coisas que são importantes em política. A primeira é o dinheiro e não consigo lembrar-me de qual é a segunda.

Mark Hanna

Ex-Senador Republicano (Ohio) em 1895

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Os homens nunca fazem nada de bem senão por necessidade.

Nicolau Maquiavel 

Discursos sobre a Primeira Década de Tito Lívio - L. I - Cap. III

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O político e o militar levam (...) para os empreendimentos comuns, caracteres, procedimentos e preocupações diferentes. Aquele atinge os objectivos por caminhos abrigados; este chega a eles em linha recta. (...) Perante um acontecimento grave, o primeiro pensa no que os outros irão dizer, enquanto que o segundo consulta os princípios.

Charles de Gaulle, Le Fil de l’épée

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...de mil maneiras e por muitas razões, as conquistas são prejudiciais. Porque é muito fácil fazer conquistas sem aumentar a respectiva força, mas quem conquista império e, ao mesmo tempo, não aumenta a sua força, caminha para a ruína.

Maquiavel, Discursos sobre a Primeira Década de Tito Lívio

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You don’t ‘prevent’ anything by war except peace

Harry Truman - Memórias

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Tenho dúvidas sobre o facto de um homem ter ganho a Victoria Cross por bravura, quando jovem oficial, o capacita para comandar um exército vinte anos mais tarde. Tenho conhecimento de mais do que um caso de séria infelicidade proveniente dessa convicção.

Winston Churchill, My early life

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Padre Antônio Vieira

Se servistes a Pátria, que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis, ela o que costuma.

Padre António Vieira

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Quanto mais reduzidas forem as forças permanentes de um sistema de defesa, como é o nosso caso, mais necessários são os mecanismos que permitam ampliá-las para níveis de forças mais substanciais quando houver necessidade.

General Loureiro dos Santos

A guerra no meio de nós - A realidade dos conflitos do século XXI, p. 164.

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PENSAMENTOS

Enfim, acabarei a vida, e verão todos que fui tão afeiçoado à minha pátria que, não só me contentei de morrer nela, mas com ela.

Luís de Camões

 

A religião é o que impede os pobres de matarem os ricos.

Napoleão Bonaparte

 

Meu Deus, ajudai-me a mudar o que pode ser mudado, a aceitar o que não posso mudar e a distinguir as duas coisas.

S. Francisco de Assis

 

Sem a força, o direito é impotente.

Pascal

 

Quem tem medo de encarar o seu próprio passado e o descreve com mentiras, difícilmente será capaz de construir o futuro, porque para ele as transfere.

Vaclav Havel

 

A história mostra que é a perda da esperança e não a perda de vidas que decide o resultado de uma guerra.

Liddel Hart

 

A guerra é contra os nossos inimigos. A paz é contra os nossos amigos.

Charles de Gaulle

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