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Neste site, os visitantes encontrarão diversos textos por mim publicados, desde 1995, em jornais e revistas, ou, simplesmente, difundidos por e-mail para os meus amigos. Das obras publicadas, como autor ou como tradutor, conto publicar alguns breves extractos criteriosamente seleccionados.

DAVID MARTELO

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ÚLTIMAS SEMANAS DO ESTADO NOVO

Em 5 de Março de 1974, teve lugar, em Cascais, o último grande plenário do MOFA – Movimento dos Oficiais das Forças Armadas, como então se designava o que viria a ser o MFA. Terminada a reunião, muitos participantes haviam ficado com a sensação de que se não conseguira um consenso, tão alargado quanto o desejável, em torno de um programa político que servisse de base a uma revolta militar contra o regime.

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O 25 DE ABRIL E OS PRIMÓRDIOS DA DESCOLONIZAÇÃO

5.ª Parte – As primeiras negociações

A 15 de Maio de 1974, António de Spínola é solenemente empossado como primeiro presidente da República saída da revolução de 25 de Abril. O seu discurso de posse contém os primeiros sinais de inflexão no tocante à questão ultramarina.

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HITLER E OS PRIMÓRDIOS DO NAZISMO COMENTADOS POR CHURCHILL

Na obra The Second World War, publicada em 1948, na qual Winston Churchill historiou todo o período que vai do final da 1.ª Guerra Mundial até ao final da 2.ª Guerra Mundial, o autor dedicou uma passagem imensamente significativa e ACTUAL aos primeiros passos da atribulada vida política de Adolf Hitler.

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DE GAULLE – UM OLHAR DA FRANÇA SOBRE A ALEMANHA

            Quando, em 8 de Julho de 1962, o Presidente das França, general Charles de Gaulle, e o Chanceler alemão, Konrad Adenauer, se encontraram na catedral de Reims, para oficializar a reconciliação entre dois países ancestralmente inimigos, nascia um novo eixo da política europeia, responsável por grande parte da estabilidade continental das três décadas seguintes.

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O 25 DE ABRIL E OS PRIMÓRDIOS DA DESCOLONIZAÇÃO

4.ª Parte – Entre o debate sem paz e a paz sem debate

No seguimento da vitória do MFA, a 25 de Abril de 1974, a procura de uma solução para as guerras no Ultramar vai decidir-se, basicamente, em torno de duas grandes opções: uma via democrática e uma via revolucionária.

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A INVASÃO AUSTRALIANO-HOLANDESA DE TIMOR (1941)

5.ª Parte

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A PROPÓSITO DE UM LIVRO DE DAVID MARTELO - A ESPADA AINDA TEM DOIS GUMES?

Aniceto Afonso
 
O David Martelo lançou em 1999 o seu terceiro livro a que chamou “A Espada de Dois Gumes”. Teve a gentileza de me convidar para fazer a sua apresentação. Publico agora o texto que me serviu de base para essa apresentação, tanto em Lisboa, como no Porto.
 
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PORTUGAL AMORDAÇADO

MÁRIO SOARES E O APOIO DAS FORÇAS ARMADAS – POR OMISSÃO – AO REGIME DO ESTADO NOVO

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O 25 DE ABRIL E OS PRIMÓRDIOS DA DESCOLONIZAÇÃO

3.ª Parte – Incerteza e desconfiança

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A INVASÃO AUSTRALIANO-HOLANDESA DE TIMOR (1941)

4.ª Parte

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O 25 DE ABRIL E OS PRIMÓRDIOS DA DESCOLONIZAÇÃO

2.ª Parte – O Programa do MFA e a questão colonial

O primeiro esboço de programa político do MFA é apresentado por Melo Antunes, a 22 de Março – já depois, portanto, de Marcelo Caetano ter demitido Costa Gomes e Spínola das funções de Chefe e Vice-Chefe do EMGFA – numa reunião restrita, em casa do major Vítor Alves, estando presentes representantes de todos os ramos das Forças Armadas.

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RUMO À VITÓRIA

O PCP E O PAPEL DAS FORÇAS ARMADAS NA LUTA CONTRA A DITADURA

Rumo à Vitória aparece, em Abril de 1964, sob a forma de um relatório que Álvaro Cunhal – já então Secretário-Geral do Partido Comunista Português (PCP) – apresenta ao Comité Central do partido. Tendo como subtítulo As tarefas do Partido na Revolução Democrática e Nacional, foi peça de importância fundamental dos trabalhos que conduziram, em 1965, à aprovação do Programa do Partido Comunista Português, durante o seu VI Congresso. 

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A INVASÃO AUSTRALIANO-HOLANDESA DE TIMOR (1941)

3.ª Parte

Se a avaliação do potencial de combate empregue neste acto de violação de território neutral se revelaria incorrecta, o mesmo se pode dizer da estimativa feita pelo comando aliado no Oriente quanto à iminência do ataque japonês, o qual só se consumará dois meses mais tarde.

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O 25 DE ABRIL E OS PRIMÓRDIOS DA DESCOLONIZAÇÃO

1.ª Parte – O plano do general Spínola

Quando, ao fim de 13 anos de guerra em África, a esperança de vitória por completo se desvanecera, coube a um restrito número de oficiais, organizados como Movimento das Forças Armadas (MFA), pôr termo a um regime político incapaz de encontrar solução para as suas contradições. O impasse militar em África constituíra, por esse motivo, o cimento aglutinador das várias sensibilidades políticas desse grupo de oficiais, apostados que estavam na implementação de uma estratégia de paz.

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A INVASÃO AUSTRALIANO-HOLANDESA DE TIMOR (1941)

2.ª Parte

Na manhã de 17 de Dezembro, pelas 07.15, apareceu o cônsul britânico, David Ross, vindo procurar o governador português na sua residência. Vinha informá-lo de que, cerca das 8 horas, seria procurado por dois oficiais superiores, um australiano e um holandês, para entabularem conversações sobre o auxílio militar à colónia. As tropas que deviam prestar esse auxílio estavam já próximo de Díli e tinham de desembarcar, pois eram essas as instruções que tinham.

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A REVOLTA DE BEJA (31/12/1961)

            A trégua de treze anos entre as Abriladas de 1961 e de 1974 só seria quebrada exactamente alguns dias depois da queda de Goa. Na noite de 31 de Dezembro para 1 de Janeiro de 1962, ocorre outra tentativa de revolta no Regimento de Infantaria n.º 3 (RI 3), em Beja.

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O APOIO DA ITÁLIA À REBELIÃO

DO GENERAL FRANCO

Ciro Paoletti

            O “pronunciamento militar” organizado pelos generais, em 17 de Julho de 1936, tinha sido um sucesso nos territórios ultramarinos, mas só parcialmente nos metropolitanos, onde grande parte do Exército, a quase totalidade da Marinha e toda a Aeronáutica se haviam mantido fiéis ao legítimo governo da República.  Significava isto que, se não se encontrasse um modo de transportar para o continente europeu as tropas sublevadas, as zonas de Espanha caídas nas mãos dos rebeldes seriam, a breve trecho, retomadas pelos de Madrid.

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DAVID LLOYD GEORGE E A “TAL COISA” DEMASIADO GRAVE PARA SER CONFIADA A MILITARES

Em 1886, o célebre político francês Georges Clemenceau estabeleceu uma das máximas mais citadas do pensamento antimilitar, embora nada tendo de pacifista ou moderador, como, erradamente, se pode pensar. Segundo afirmou então, a guerra seria «uma coisa demasiado grave para ser confiada a militares».

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A INVASÃO AUSTRALIANO-HOLANDESA DE TIMOR (1941)

1.ª Parte

Em 16 de Dezembro, o embaixador britânico, Ronald Campbell, avista-se com Teixeira de Sampaio e comunica-lhe que a avaliação de emergência que está a ser feita por Australianos e Holandeses aponta para a necessidade de o auxílio militar a Timor português se concretizar mesmo antes de o governador Ferreira de Carvalho ter tempo para formular o pedido de auxílio.

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Recensão do Prof. Doutor Luís Alves de Fraga, publicada na Revista Militar
 

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Our government continues to be in unbelievable turmoil. I hope they sort it out soon because we’re a nation at war.

O nosso governo vive numa incrível desordem. Espero que não continue assim porque somos uma nação em guerra.

General Raymond Anthony Thomas III

Comandante do U.S. Special Operations Command

 19 Fev 2017

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Israel, tendo atacado, apoderou-se, em 6 dias de combate, dos objectivos que pretendia alcançar. Presentemente, organiza, nesses territórios que tomou, a ocupação, que não pode resultar sem opressão, repressão e expulsão, e onde se manifesta, contra ele, uma resistência que, por seu turno, [Israel] apelidará de terrorismo.

Charles de Gaulle - Conferência de imprensa de 27-11-1967

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O nacionalismo é sinónimo de guerra. Equivale à guerra.

François Mitterrand

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Não existe organização humana mais agarrada ao passado do que o Exército  excepto a Igreja.

MajGen J.F.C. Fuller

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O leitor tenha cuidado com o meu partidarismo, com os meus detalhes erróneos e com a inevitável distorção que nasce do facto de ter presenciado os acontecimentos de um dos lados. E tenha cuidado, exactamente o mesmo cuidado com as mesmas coisas quando ler outros livros sobre este período da Guerra Civil espanhola.

GEORGE ORWELL, Homenagem à Catalunha.

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As Forças Armadas têm três poderosas vantagens políticas sobre as organizações civis: uma acentuada superioridade na organização, um estatuto de elevado simbolismo emocional e o monopólio das armas. Constituem uma prestigiosa corporação ou Ordem, desfrutando de esmagadora superioridade em meios de emprego da força. A admiração, por conseguinte, não é por que se revoltam contra os seus chefes civis, mas por que sempre lhes obedecem.

SAMUEL E. FINER, The Man on Horseback: The Role of the Military in Politics, p. 6.

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There are two things that are important in politics. The first is money and I can't remember what the second one is.

Há duas coisas que são importantes em política. A primeira é o dinheiro e não consigo lembrar-me de qual é a segunda.

Mark Hanna

Ex-Senador Republicano (Ohio) em 1895

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Os homens nunca fazem nada de bem senão por necessidade.

Nicolau Maquiavel 

Discursos sobre a Primeira Década de Tito Lívio - L. I - Cap. III

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O político e o militar levam (...) para os empreendimentos comuns, caracteres, procedimentos e preocupações diferentes. Aquele atinge os objectivos por caminhos abrigados; este chega a eles em linha recta. (...) Perante um acontecimento grave, o primeiro pensa no que os outros irão dizer, enquanto que o segundo consulta os princípios.

Charles de Gaulle, Le Fil de l’épée

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...de mil maneiras e por muitas razões, as conquistas são prejudiciais. Porque é muito fácil fazer conquistas sem aumentar a respectiva força, mas quem conquista império e, ao mesmo tempo, não aumenta a sua força, caminha para a ruína.

Maquiavel, Discursos sobre a Primeira Década de Tito Lívio

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A ofensiva é o fogo que avança. A defensiva é o fogo que faz parar. O canhão conquista, a infantaria ocupa.

Philippe Pétain

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Resultado de imagem

You don’t ‘prevent’ anything by war except peace

Harry Truman - Memórias

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É um erro assumir que uma opinião competente só pode ser formada por oficiais-generais que não tomaram parte no combate em curso e que nunca tiveram qualquer experiência pessoal relativamente às condições físicas sob as quais a guerra moderna se desenrola.

David Lloyd George, War Memoirs, Vol. I. Cap. X. 

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Resultado de imagem para winston churchill

Tenho dúvidas sobre o facto de um homem ter ganho a Victoria Cross por bravura, quando jovem oficial, o capacita para comandar um exército vinte anos mais tarde. Tenho conhecimento de mais do que um caso de séria infelicidade proveniente dessa convicção.

Winston Churchill, My early life

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Com Deus falo em espanhol, com as mulheres em italiano, com os homens em francês e com o meu cavalo em alemão.

Carlos V (Imperador do Sacro Império Romano-Germânico)

Carlos I (Rei de Espanha)

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Resultado de imagem para Frederick the Great

Falo francês com os embaixadores, inglês com o meu contabilista, italiano com a minha amante, latim com Deus e alemão com o meu cavalo.

Frederico II da Prússia

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A França atacar-nos-ia se acreditasse que estava suficientemente fortalecida para o fazer, enquanto a Inglaterra só o faria se chegasse à conclusão de que não poderia fazer triunfar os seus interesses económicos e políticos senão através de meios violentos. O móbil da política inglesa no que a nós diz respeito é o egoísmo nacional; o da política francesa é o idealismo nacional. [...] Aquele que se orienta pelos seus interesses mantém-se, geralmente, mais ponderado do que aquele que se orienta por uma ideia.

Bernard von Bülow

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As nossas obrigações decorrentes de tratados estão depois dos nossos interesses nacionais, não os precedem.

Lord Salisbury

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Padre Antônio Vieira

Se servistes a Pátria, que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis, ela o que costuma.

Padre António Vieira

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Le Brésil est le pays de l’avenir et il le restera.

Charles de Gaulle
 
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A fraude pune-a a lei; porém, quando a fraude se apodera da lei, tem que puni-la a simples força, que é o fundamento da lei, porque é o fundamento do seu cumprimento.


Fernando Pessoa - O interregno - p. 325

Quanto mais reduzidas forem as forças permanentes de um sistema de defesa, como é o nosso caso, mais necessários são os mecanismos que permitam ampliá-las para níveis de forças mais substanciais quando houver necessidade.

General Loureiro dos Santos

A guerra no meio de nós - A realidade dos conflitos do século XXI, p. 164.

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O aparelho militar do país, dadas as despesas que envolve, é inevitavelmente impopular. As suas características, viradas para a satisfação de necessidades futuras, fazem dele o objectivo preferencial dos ataques dos políticos que pretendem cativar os favores do eleitorado.

CHARLES DE GAULLE

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Surpreende-me que tanta gente se envolva em actividades criminosas, quando existem tantas formas legais de ser desonesto.

AL CAPONE

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PENSAMENTOS

Enfim, acabarei a vida, e verão todos que fui tão afeiçoado à minha pátria que, não só me contentei de morrer nela, mas com ela.

Luís de Camões

 

A religião é o que impede os pobres de matarem os ricos.

Napoleão Bonaparte

 

Meu Deus, ajudai-me a mudar o que pode ser mudado, a aceitar o que não posso mudar e a distinguir as duas coisas.

S. Francisco de Assis

 

Sem a força, o direito é impotente.

Pascal

 

Quem tem medo de encarar o seu próprio passado e o descreve com mentiras, difícilmente será capaz de construir o futuro, porque para ele as transfere.

Vaclav Havel

 

A história mostra que é a perda da esperança e não a perda de vidas que decide o resultado de uma guerra.

Liddel Hart

 

A guerra é contra os nossos inimigos. A paz é contra os nossos amigos.

Charles de Gaulle

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