Bem-vindo ao nosso site de HISTÓRIA

Neste site, os visitantes encontrarão diversos textos por mim publicados, desde 1995, em jornais e revistas, ou, simplesmente, difundidos por e-mail para os meus amigos. Das obras publicadas, como autor ou como tradutor, conto publicar alguns breves extractos criteriosamente seleccionados.

DAVID MARTELO

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A DERROTA DA FRANÇA EM 1940

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TOCQUEVILLE E O EXÉRCITO (2)

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TUCÍDIDES EM PORTUGAL

Raul Miguel Rosado Fernandes

 

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TOCQUEVILLE E O EXÉRCITO (1)

POR QUE É QUE OS PAÍSES DEMOCRÁTICOS DESEJAM NATURALMENTE A PAZ, E OS EXÉRCITOS DEMOCRÁTICOS NATURALMENTE A GUERRA

Alexis de Tocqueville

Em Da Democracia na América, publicada entre 1835 e 1840, Alexis de Tocqueville analisa o sistema político americano dos anos 30 do século XIX, lançando um olhar arguto para o seu exército. 

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PÉRICLES E A PERSPECTIVA DE GUERRA COM ESPARTA

Tucídides

Nesta passagem da História da Guerra do Peloponeso, Péricles desenvolve o que poderíamos designar por um "Estudo de Situação Estratégico", abrangendo todas as implicações de um possível conflito com os Peloponésios liderados por Esparta.

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A RECANDIDATURA DE CARMONA ÀS ELEIÇÕES DE 1949

No seguimento das tentativas de rebelião do Exército, contra o Estado Novo, ocorridas em 1946 e 1947, a acção repressiva sobre os militares adversários do regime não fazia desaparecer a sensação de ameaça que o aparelho militar passara a constituir para as hostes salazaristas.

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OS MEDOS DA CLASSE MÉDIA BAIXA E A ASCENSÃO DA EXTREMA-DIREITA

Stefan Zweig


Trata-se de uma passagem da obra O Mundo de Ontem, na qual o autor aborda as circunstâncias em que a classe média baixa austríaca se deixa seduzir pelos movimentos populistas e nacionalistas de extrema-direita. É um relato de uma Europa de há mais de 100 anos, mas que não se consegue ler sem pensar no presente.

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GARIBALDI E A CONQUISTA DE LAGUNA (1839)

A FLOTILHA QUE FOI POR TERRA

Pequena crónica de um marcante episódio militar da passagem de Garibaldi pelo Brasil.
 
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A DINASTIA FILIPINA – ENTRE A UNIÃO E A UNIFICAÇÃO

A relativa autonomia política que Filipe II jurara em Tomar vai ser progressivamente pervertida pelos seus sucessores.
 
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ALEMANHA 1914 – DA QUASE VITÓRIA DE AGOSTO AO PREMONITÓRIO “PLANO DE SETEMBRO”

 
Enquanto o avanço fulgurante das tropas alemãs não foi detido, como resultado da batalha do Marne, em Berlim faziam-se conjecturas políticas sobre o dia seguinte à grande vitória que julgavam estar prestes a alcançar. É nessa ocasião que o chanceler Bethmann-Hollweg põe à consideração do seu governo o Programa de Setembro, documento provisório no qual se equacionam diversas medidas relacionadas com a conclusão de uma paz separada com a França.
 
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O PLANO GLOBAL DE D. JOÃO II

Face ao poderoso vizinho de Castela, agora unido à Coroa de Aragão – potência mediterrânica cujos domínios incluem os reinos de Aragão, Catalunha, Maiorca (Baleares), Sardenha e Sicília – e prestes a apropriar-se do reino mouro de Granada, D. João II tem a clara percepção de que esses acontecimentos alteram profundamente a situação regional em que Portugal vivera desde a sua fundação.

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D João II.pdf (635700)

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1961 – IMPRESSÕES SOBRE A SITUAÇÃO EM GOA

Carlos Alexandre de Morais

Desembarcado em Goa em Março de 1961, o autor, então capitão do Exército, recorda as impressões colhidas antes da invasão levada a cabo pela União Indiana, em Dezembro do mesmo ano.
 
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A BATALHA DO SOMME

1 de Julho a 19 de Novembro de 1916

 

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AS MURALHAS DE ATENAS – O “ESCUDO ANTIMÍSSIL” DA ANTIGUIDADE

Tucídides

Tucídides, na sua História da Guerra do Peloponeso, conta-nos as condições em que os Atenienses decidiram, em 479 aC, reconstruir as muralhas de Atenas destruídas durante a guerra com os Medas. Sendo uma medida defensiva, foi entendida por Esparta e outros Estados helénicos como uma vantagem demasiado elevada - algo de comparável a um "escudo antimíssil" do nosso tempo. Os sublinhados são da nossa responsabilidade.

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DE GAULLE E O VETO DA FRANÇA À ENTRADA DA GRÃ-BRETANHA NA CEE

 

            Em 14 de Janeiro de 1963, por ocasião de uma conferência de imprensa do presidente francês, um dos jornalistas presentes colocou ao general de Gaulle a seguinte questão:

            Pode definir, explicitamente, a posição da França face à entrada da Inglaterra no Mercado Comum e à evolução política da Europa?

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MAQUIAVEL, GARIBALDI E A RELIGIÃO

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ANTECEDENTES DA REVOLTA DE

28 DE MAIO DE 1926

2.ª Parte

      Os anos de 1920 e 1921 são caracterizados por grande instabilidade e violência. Só no primeiro daqueles anos, o país conhece oito governos diferentes!

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Das vicissitudes que levaram à criação em Roma dos Tribunos da Plebe, o que tornou a república mais perfeita

Nicolau Maquiavel
 
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Recensão do Prof. Doutor Luís Alves de Fraga, publicada na Revista Militar
 

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A CENSURA NO ESTADO NOVO

Pequena crónica de uma vilania bem-sucedida

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Tanks em vez de WC

 
Não era possível conquistar as organizações que os meios modernos tinham permitido instalar só à força de homens; era preciso exigir à indústria, o mais cedo possível, material para os aniquilar.
 
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ANTECEDENTES DA REVOLTA DE

28 DE MAIO DE 1926

1.ª Parte

A entrada de Portugal na Grande Guerra vai comprometer, em grande parte, a constituição do Exército Miliciano para que apontara a reorganização de 1911. 

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O estado da Grécia, desde os mais remotos tempos até ao início da Guerra do Peloponeso

Tucídides

Tucídides, um Ateniense, escreveu a história da guerra, entre os Peloponésios e os Atenienses, iniciando o seu trabalho logo que se começaram a guerrear, convicto de que seria uma guerra memorável, mais merecedora de relato do que todas as outras anteriormente travadas.

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O putschismo do pós-guerra

Na madrugada de 9 para 10 de Outubro de 1946, eclode uma estranha revolta no Regimento de Cavalaria n.º 6, no Porto. Na ausência da quase totalidade dos oficiais do Quadro Permanente, um grupo de oficiais milicianos, a que se junta o Alferes Manuel Silva Almeida, toma conta da unidade graças à cumplicidade do oficial de dia e do sargento da guarda.

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A França atacar-nos-ia se acreditasse que estava suficientemente fortalecida para o fazer, enquanto a Inglaterra só o faria se chegasse à conclusão de que não poderia fazer triunfar os seus interesses económicos e políticos senão através de meios violentos. O móbil da política inglesa no que a nós diz respeito é o egoísmo nacional; o da política francesa é o idealismo nacional. [...] Aquele que se orienta pelos seus interesses mantém-se, geralmente, mais ponderado do que aquele que se orienta por uma ideia.

Bernard von Bülow

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As nossas obrigações decorrentes de tratados estão depois dos nossos interesses nacionais, não os precedem.

Lord Salisbury

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Padre Antônio Vieira

Se servistes a Pátria, que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis, ela o que costuma.

Padre António Vieira

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Le Brésil est le pays de l’avenir et il le restera.

Charles de Gaulle
 
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Marbot en colonel du 23e chasseurs en 1812

No que respeita aos Portugueses, não lhes foi feita justiça pelo contributo que deram às guerras da Península. Menos cruéis, muito mais disciplinados do que os Espanhóis e com uma coragem mais calma, eles formavam, no exército de Wellington, várias brigadas e divisões que, dirigidas pelos oficiais Iingleses, não ficavam a dever nada às tropas britânicas, mas como eram menos gabarolas que os Espanhóis, falaram pouco deles e das suas façanhas e a reputação tornou-os menos célebres.

General Barão de Marbot

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A fraude pune-a a lei; porém, quando a fraude se apodera da lei, tem que puni-la a simples força, que é o fundamento da lei, porque é o fundamento do seu cumprimento.


Fernando Pessoa - O interregno - p. 325

Quanto mais reduzidas forem as forças permanentes de um sistema de defesa, como é o nosso caso, mais necessários são os mecanismos que permitam ampliá-las para níveis de forças mais substanciais quando houver necessidade.

General Loureiro dos Santos

A guerra no meio de nós - A realidade dos conflitos do século XXI, p. 164.

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O aparelho militar do país, dadas as despesas que envolve, é inevitavelmente impopular. As suas características, viradas para a satisfação de necessidades futuras, fazem dele o objectivo preferencial dos ataques dos políticos que pretendem cativar os favores do eleitorado.

CHARLES DE GAULLE

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Surpreende-me que tanta gente se envolva em actividades criminosas, quando existem tantas formas legais de ser desonesto.

AL CAPONE

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PENSAMENTOS

Enfim, acabarei a vida, e verão todos que fui tão afeiçoado à minha pátria que, não só me contentei de morrer nela, mas com ela.

Luís de Camões

 

A religião é o que impede os pobres de matarem os ricos.

Napoleão Bonaparte

 

Meu Deus, ajudai-me a mudar o que pode ser mudado, a aceitar o que não posso mudar e a distinguir as duas coisas.

S. Francisco de Assis

 

Sem a força, o direito é impotente.

Pascal

 

Quem tem medo de encarar o seu próprio passado e o descreve com mentiras, difícilmente será capaz de construir o futuro, porque para ele as transfere.

Vaclav Havel

 

A história mostra que é a perda da esperança e não a perda de vidas que decide o resultado de uma guerra.

Liddel Hart

 

A guerra é contra os nossos inimigos. A paz é contra os nossos amigos.

Charles de Gaulle

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