O 25 DE ABRIL E OS PRIMÓRDIOS DA DESCOLONIZAÇÃO

1.ª Parte – O plano do general Spínola

Quando, ao fim de 13 anos de guerra em África, a esperança de vitória por completo se desvanecera, coube a um restrito número de oficiais, organizados como Movimento das Forças Armadas (MFA), pôr termo a um regime político incapaz de encontrar solução para as suas contradições. O impasse militar em África constituíra, por esse motivo, o cimento aglutinador das várias sensibilidades políticas desse grupo de oficiais, apostados que estavam na implementação de uma estratégia de paz.

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O 25 DE ABRIL E OS PRIMÓRDIOS DA DESCOLONIZAÇÃO

2.ª Parte – O Programa do MFA e a questão colonial

O primeiro esboço de programa político do MFA é apresentado por Melo Antunes, a 22 de Março – já depois, portanto, de Marcelo Caetano ter demitido Costa Gomes e Spínola das funções de Chefe e Vice-Chefe do EMGFA – numa reunião restrita, em casa do major Vítor Alves, estando presentes representantes de todos os ramos das Forças Armadas.

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O 25 DE ABRIL E OS PRIMÓRDIOS DA DESCOLONIZAÇÃO

3.ª Parte – Incerteza e desconfiança

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O 25 DE ABRIL E OS PRIMÓRDIOS DA DESCOLONIZAÇÃO

4.ª Parte – Entre o debate sem paz e a paz sem debate

No seguimento da vitória do MFA, a 25 de Abril de 1974, a procura de uma solução para as guerras no Ultramar vai decidir-se, basicamente, em torno de duas grandes opções: uma via democrática e uma via revolucionária.

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O 25 DE ABRIL E OS PRIMÓRDIOS DA DESCOLONIZAÇÃO

5.ª Parte – As primeiras negociações

A 15 de Maio de 1974, António de Spínola é solenemente empossado como primeiro presidente da República saída da revolução de 25 de Abril. O seu discurso de posse contém os primeiros sinais de inflexão no tocante à questão ultramarina.

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A INVASÃO AUSTRALIANO-HOLANDESA DE TIMOR (1941)

1.ª Parte

Em 16 de Dezembro, o embaixador britânico, Ronald Campbell, avista-se com Teixeira de Sampaio e comunica-lhe que a avaliação de emergência que está a ser feita por Australianos e Holandeses aponta para a necessidade de o auxílio militar a Timor português se concretizar mesmo antes de o governador Ferreira de Carvalho ter tempo para formular o pedido de auxílio.

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A INVASÃO AUSTRALIANO-HOLANDESA DE TIMOR (1941)

2.ª Parte

Na manhã de 17 de Dezembro, pelas 07.15, apareceu o cônsul britânico, David Ross, vindo procurar o governador português na sua residência. Vinha informá-lo de que, cerca das 8 horas, seria procurado por dois oficiais superiores, um australiano e um holandês, para entabularem conversações sobre o auxílio militar à colónia. As tropas que deviam prestar esse auxílio estavam já próximo de Díli e tinham de desembarcar, pois eram essas as instruções que tinham.

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A INVASÃO AUSTRALIANO-HOLANDESA DE TIMOR (1941)

3.ª Parte

Se a avaliação do potencial de combate empregue neste acto de violação de território neutral se revelaria incorrecta, o mesmo se pode dizer da estimativa feita pelo comando aliado no Oriente quanto à iminência do ataque japonês, o qual só se consumará dois meses mais tarde.

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A INVASÃO AUSTRALIANO-HOLANDESA DE TIMOR (1941)

4.ª Parte

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A INVASÃO AUSTRALIANO-HOLANDESA DE TIMOR (1941)

5.ª Parte

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SITUAÇÃO DO PESSOAL DO EXÉRCITO NA VÉSPERA DO 25 DE ABRIL

No início de 1974, as Forças Armadas portuguesas presentes em Angola, Guiné e Moçambique haviam atingido efectivos superiores a 150.000 homens. Os EUA, com uma população que era, então, cerca de 23 vezes superior à de Portugal, teriam que ter empenhado efectivos da ordem de 2.300.000 homens no Vietname para igualarem o esforço que Portugal produzia naquela data. Todavia, as forças americanas na Indochina jamais ultrapassaram os 539.000 efectivos.

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OS VELHOS DO RESTELO

Um dos trechos mais controversos da literatura dos descobrimentos é, indubitavelmente, a narrativa que Camões faz, em Os Lusíadas, da partida de Lisboa das naus de Vasco da Gama que iniciavam a viagem inaugural à Índia.

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A PROBLEMÁTICA DEFESA DO IMPÉRIO

1.ª Parte

Parece consensual a ideia de que a expansão portuguesa no mundo se processou com a adopção de medidas que, aqui e ali, se revelaram ser erros de juízo, ou, muito simplesmente, fruto da ambição desmedida. Mas seria injusto não reconhecer que, desde o início, a tarefa era demasiado grandiosa para as nossas reduzidas capacidades, em homens e meios financeiros.

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A PROBLEMÁTICA DEFESA DO IMPÉRIO

2.ª Parte

Só a partir do chamado período da Regeneração (1851-1868) foi possível reconhecer que ainda existiam vastos territórios em África com os quais talvez fosse viável recomeçar o Império.

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A PROBLEMÁTICA DEFESA DO IMPÉRIO

3.ª Parte

O resultado dessa nova fase da nossa presença em África foi permitir a constatação de que a organização militar existente no terreno tinha nulo valor operacional, não cumpria a missão de impor a soberania nacional e se encontrava minada pelo total desvirtuamento das qualidades exigíveis aos corpos militares e aos seus membros.

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O PLANO GLOBAL DE D. JOÃO II

Face ao poderoso vizinho de Castela, agora unido à Coroa de Aragão – potência mediterrânica cujos domínios incluem os reinos de Aragão, Catalunha, Maiorca (Baleares), Sardenha e Sicília – e prestes a apropriar-se do reino mouro de Granada, D. João II tem a clara percepção de que esses acontecimentos alteram profundamente a situação regional em que Portugal vivera desde a sua fundação.

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COLONIZAÇÃO E CRISTIANIZAÇÃO

A propagação da fé cristã, eleita desde o início da expansão como uma das principais razões do empreendimento, acabou por ser tão mal sucedida como os outros desideratos a ela associados.

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COLONIZAÇÃO E POVOAMENTO

Exceptuando os casos dos arquipélagos dos Açores e da Madeira e, um pouco mais tarde, os de Cabo Verde e S. Tomé e Príncipe — todos eles compostos por ilhas desertas — resulta evidente que, até ao arranque da colonização do Brasil, não era política prioritária da coroa portuguesa a fixação de súbditos nacionais nas novas terras de além-mar. 

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Texto da apresentação da obra

Lisboa - Associação 25 de Abril - 23 de Maio de 2016

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“FACILIDADES” DA DESCOLONIZAÇÃO

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O general de Gaulle e a guerra na Argélia

1.ª Parte – Introdução

            Ao iniciar-se a guerra na Argélia, o exército francês estava a retirar da Indochina, depois da humilhante derrota de Dien-Bien-Phu (Maio de 1954). No espírito de muitos militares do quadro permanente desenvolveu-se, então, um forte sentimento de desforra, cuja aplicação prática – ao melhor estilo da guerra revolucionária de inspiração maoísta – incluiria o aliciamento da população através de uma mistura de acção psicossocial e de uma violência sem limites.

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O general de Gaulle e a guerra na Argélia

2.ª Parte – Em busca de uma vitória

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O general de Gaulle e a guerra na Argélia

3.ª Parte – Autodeterminação e revolta

 
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O general de Gaulle e a guerra na Argélia

4.ª Parte – À beira do abismo

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O general de Gaulle e a guerra na Argélia

5.ª Parte – Rebelião

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O general de Gaulle e a guerra na Argélia

6.ª Parte – Entre a democracia sem paz e a paz sem democracia

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O general de Gaulle e a guerra na Argélia

7.ª Parte – Os Acordos de Évian

 

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Pourquoi commémorer la guerre d'Algérie le 19 mars suscite une controverse

http://www.lefigaro.fr/vox/histoire/2016/03/18/31005-20160318ARTFIG00076-pourquoi-commemorer-la-guerre-d-algerie-le-19-mars-suscite-une-controverse.php

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TENSÃO ENTRE A COMUNIDADE EUROPEIA DE MOÇAMBIQUE E AS FORÇAS ARMADAS, NO INÍCIO DE 1974

No início de 1974 – espelhando bem o agravamento da situação militar em Moçambique –, registou-se uma acção de guerrilha nos arredores de Vila Manica da qual resultou a morte de uma mulher branca. Este acontecimento iria desencadear uma série de manifestações da comunidade europeia radicada na região central de Moçambique, manifestações essas que viriam agravar as já pouco entusiásticas relações entre colonos europeus e Forças Armadas.

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CEUTA - UMA BOA POLÉMICA

Estão prestes a completar-se 600 anos sobre a data da conquista de Ceuta pelo exército de D. João I. Comummente considerado como o primeiro passo da expansão portuguesa, a expedição e as suas consequências foram, desde muito cedo, motivo de resitências e de acesos debates.

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DIÁRIO DE FRANCO NOGUEIRA

25 de Agosto de 1965

Trabalho no Forte do Estoril com o chefe do governo. Conversámos e conversámos sobre o problema ultramarino e a nossa posição internacional. Sobre a luta em África, diz Salazar: «A verdade é que os nossos militares não se têm batido completamente bem, salvo excepções, é claro. Não. Talvez apenas o Schultz na Guiné. Aí tem havido muita pancada. Mas em Moçambique ainda não se meteram bem dentro do assunto. E em Angola andam muito de um lado para o outro, estão sempre a contar as tropas, mas não se atiram aonde o inimigo se encontra». Sobre a situação política interna: «As oposições, está claro, fazem o jogo americano. É o dinheiro, são os whiskies americanos. Mas há pessoas isentas, de responsabilidade e até da situação, que também vão nas mesmas ideias. Dizem que tudo se resolveria se proferisse uma palavra, uma palavrinha mágica: a de que oportunamente encararíamos a independência de Angola e Moçambique. Se disséssemos isso, tudo se resolveria. Pois têm razão: tudo se resolveria, na verdade, por perda e abandono. Mas tenho receio, temos de caminhar mais depressa. Tenho medo que aqui se perca a paciência. E temos que baratear a guerra, senão esgotamo-nos, e não aguentamos. E aqui dentro não se teria paciência». 

FRANCO NOGUEIRA, Um político confessa-se (Diário: 1960-1968), 3.ª Ed., Civilização, Porto, 1987, pp. 140-141.

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A pena de Mouzinho

                                                                                                                                                

                                Numa mão sempre a espada e noutra a pena

                                                                       Camões, Lus. VII – 79-8

 

            Da leitura da célebre carta que, em 1901, Mouzinho de Albuquerque endereçou ao príncipe D. Luís Filipe, pode concluir-se que, para o herói de Chaimite, o período da Regeneração correspondia a um cenário de valores bem aquém dos seus rígidos padrões morais. Sabemos como, do ponto de vista da História de Portugal, é controversa uma tão severa conclusão, sobretudo se nos ativermos às reformas estruturais e progressos tecnológicos ocorridos durante o aludido ciclo político. Quando, todavia, recordamos a frase-chave da carta para o príncipe, não devemos deixar de reconhecer que a atenção de Mouzinho estava, toda ela, condicionada por uma vontade de servir que só se justificava num quadro de heroísmo tipicamente militar. 

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CITAÇÕES

Nós cremos que há raças, decadentes ou atrasadas, como se queira, em relação às quais perfilhámos o dever de chamá-las à civilização — trabalho de formação humana a desempenhar humanamente. Que assim o entendemos e praticamos comprova-se pelo facto de não existir a teia de rancores ou de organizações subversivas que se apresentem a negar e aprestem a substituir a soberania portuguesa. (01Nov57, Emissora Nacional)

SALAZAR, Discursos e Notas Políticas, Vol. V, p. 427.

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A regra inviolável de que as reformas adiadas tornam as revoluções inevitáveis não fazia parte das preocupações dos interesses dominantes, que tomaram como atitude geral a recusa em ver.

ADRIANO MOREIRA, Salazar, um homem só num mundo em mudança, In, Guerra Colonial (Coord. A. Afonso/C. Matos Gomes), Editorial Notícias, p. 324.

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