Bem-vindo ao nosso site de HISTÓRIA

Neste site, os visitantes encontrarão diversos textos por mim publicados, desde 1995, em jornais e revistas, ou, simplesmente, difundidos por e-mail para os meus amigos. Das obras publicadas, como autor ou como tradutor, conto apresentar alguns breves extractos criteriosamente seleccionados.

DAVID MARTELO

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LEIPZIG

Por Nuno Santa Clara

A cidade de Leipzig, fundada no século XII, e cedo começou a destacar-se no aspeto cultural, sobretudo depois da fundação da sua Universidade. No final do século XV começou a desenvolver a indústria ligada à pintura e à imprensa.

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A MONARQUIA DO NORTE

Por Alexandre de Sousa Pinto

A “Monarquia do Norte” merece a nossa atenção por vários motivos, mas há que ter a noção, logo à partida, de que se trata de um movimento efémero a que por vezes se dá o nome de “Monarquia do Quarteirão”, exactamente por se ter limitado a uma duração de apenas 25 dias (entre 19 de Janeiro e 13 de Fevereiro de 1919). 

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A UNIFICAÇÃO DEFINITIVA DE LEÃO E CASTELA E SEUS REFLEXOS NA GEOPOLÍTICA PENINSULAR

A união dos reinos de Leão e Castela, obtida sob Fernando I (1037-1065), não perduraria após a sua morte. A união definitiva viria a ocorrer em 1230. Fernando III, rei de Castela desde 1217, foi coroado rei de Leão, materializando, definitivamente, a união dos dois reinos. Nessa ocasião, o rei de Portugal, D. Sancho II, sente que se rompe, pela primeira vez, um certo equilíbrio geopolítico no contexto peninsular. 

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HÁ 45 ANOS, INICIÁMOS O GUERREXIT E A DITADUREXIT

David Martelo

Alocução proferida no IASFA/Porto, por ocasião do convívio de oficiais comemorativo do 45.º aniversário do 25 de Abril

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MEMÓRIA DE S. BENTO – O CHUMBO DO PEC IV

...o povo, muitas vezes, enganado por uma falsa imagem de bem, ambiciona algo que irá provocar a sua própria ruína. E se não lhe for mostrado com clareza o que é mau e o que é bom, por alguém em quem tenha confiança, fica a república exposta a infinitos perigos e danos. 

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A FUNÇÃO HISTÓRICA PORTUGUESA, O NOVÍSSIMO PRÍNCIPE E O 25 DE ABRIL

As decisões tomadas após 25 de Abril de 1974 relativamente aos territórios ultramarinos não podiam, portanto, ser do agrado de Adriano Moreira. A liberdade reconquistada facultar-lhe-ia a expressão completa da mágoa que sentia pela separação desses territórios.

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ELOGIO FÚNEBRE

de Péricles

(Extracto de "História da Guerra do Peloponeso", de Tucídides - Edições Sílabo, Lda)

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CERTEZAS E MISTÉRIOS DO 11 DE MARÇO DE 1975

Ao findar 1974, o MFA (Movimento das Forças Armadas) já não escondia as fracturas ideológicas que, desde a hora da vitória, se haviam produzido no seu seio. Enquanto à direita se agrupavam os incondicionais seguidores do general Spínola e seus aliados de ocasião, a esquerda dividia-se entre os moderados, liderados ideologicamente por Melo Antunes, os vanguardistas de Vasco Gonçalves, próximos do PCP, e uma tendência populista e basista que tinha em Otelo Saraiva de Carvalho a principal figura de referência.

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O MANDATO PRESIDENCIAL DE CRAVEIRO LOPES 1951-1958

Os anos do mandato presidencial de Craveiro Lopes correspondem a uma nítida separação de águas entre os apoiantes do regime. Como expoente máximo da corrente mais liberal destaca-se o nome de Marcello Caetano. Com o decorrer do tempo, cria-se a ideia de que o próprio Craveiro Lopes alinha com este grupo, o qual preconiza uma progressiva reforma do Estado Novo.

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REVOLUÇÃO

Por Tucídides

Foi tremendamente sangrenta a marcha da revolução, e, por ser uma das primeiras a ocorrer, a impressão causada foi enorme. Mais tarde, pode dizer-se, todo o mundo helénico se achou em convulsão. Todas as lutas eram desencadeadas, pelos chefes populares, com a finalidade de chamar os Atenienses, e, pelos dos aristocratas, para facilitar a entrada dos Espartanos.

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OS 1.000 DE GARIBALDI E A CAMPANHA DA SICÍLIA

3.ª Parte

Por Giuseppe Garibaldi

No seguimento da vitória na batalha de Calatafimi, Garibaldi descreve a etapa seguinte: a conquista de Palermo, capital da Sicília.

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 A QUESTÃO SUCESSÓRIA PORTUGUESA APÓS ALCÁCER QUIBIR

A morte de D. Sebastião na batalha de Alcácer Quibir deixa o reino perante o problema da sucessão. O rei não tinha irmãos nem tios-paternos vivos. Curiosamente, o parente vivo mais próximo era mesmo o tio-materno Filipe II de Espanha que, de acordo com a lei civil de então, herdou, efectivamente, os bens patrimoniais de D. Sebastião.
 
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1907 – O TRIPLO ENTENDIMENTO E A IDEIA DO “CERCO À ALEMANHA”

Depois de se consumar, em 8 de Abril de 1904, o Entendimento Cordial entre a França e a Grã-Bretanha, a diplomacia britânica procurou completar a aproximação às potências continentais que poderiam tornar-se suas aliadas num conflito com a Alemanha.

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OS 1.000 DE GARIBALDI E A CAMPANHA DA SICÍLIA

2.ª Parte

Por Giuseppe Garibaldi

O alvorecer de 15 de Maio veio encontrar-nos, em boa ordem, nas alturas de Vita. Pouco depois, o inimigo, que eu sabia estar em Calatafimi, saía da cidade, em coluna, marchando na nossa direcção. As alturas de Vita são fronteiras às alturas do Pianto dei Romani, onde o inimigo instalou as suas colunas. Do lado de Calatafimi, estas alturas têm um suave declive. O inimigo galgou-o facilmente e ocupou todos os cumes que, da parte de Vita, são, pelo contrário, formidavelmente íngremes.

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A MORTE DE CARMONA E AS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS DE 1951

A 18 de Abril de 1951, morre o marechal Carmona. Com o seu desaparecimento, abre-se uma das mais marcantes crises do regime. Convocado o Conselho de Ministros para 23 de Abril, Salazar ouve os pareceres dos diversos membros do governo. De acordo com o ritual do regime, as primeiras declarações vão no sentido de Salazar apresentar a sua própria candidatura, hipótese desde logo repelida pelo ditador, que via a figura de um militar na chefia do Estado como a sua principal protecção contra qualquer animosidade das Forças Armadas.

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RAIDE PORTUGUÊS A CONACRI

NOVEMBRO DE 1970

A ideia de executar uma incursão em território da República da Guiné surgiu em Agosto de 1969 como um golpe de mão destinado a libertar os mais de vinte prisioneiros de guerra portugueses que estavam em Conacri, na posse do PAIGC. Outro objectivo que parecia fácil de atingir era a destruição das lanchas-rápidas P6 do PAIGC e KOMAR da República da Guiné.

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OS 1.000 DE GARIBALDI E A CAMPANHA DA SICÍLIA

1.ª Parte

Por Giuseppe Garibaldi

Encontrava-me em Caprera quando me chegaram as primeiras notícias de um movimento em Palermo. Ora se falava de uma insurreição que alastrava, ora se dizia que fora jugulada, logo às primeiras manifestações. As vozes continuavam, porém, a murmurar acerca de um movimento, e este, sufocado ou não, tinha acontecido.

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BALANÇO DE UM DIA DE VERÃO

Por Salgueiro Maia

Numa alvorada de Abril, alguns “Cavaleiros do Infinito” derrotaram o Adamastor. Aberto que foi o caminho, logo surgiram cavalos mais lestos a tomar rápido o caminho do “El Dorado”. Em cada esquina um Novo Profeta, um guia para a via rápida conduzindo ao Socialismo; foram ultrapassados os aviões mais rápidos, até o “Concorde” parece velho ao lado dos novos “Discórdios”.

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GARIBALDI - GENERAL-DE-MAR-E-GUERRA

Acaba de sair este volume de Memórias Autobiográficas, de Giuseppe Garibaldi, que tive a honra de traduzir. O texto que se segue constitui a INTRODUÇÃO desta edição em português (Edições Sílabo), de que sou também autor.

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CRÓNICAS DOS FEITOS POR GUIDAGE OU OS DIFÍCEIS CAMINHOS DA LIBERDADE – II

Por Salgueiro Maia

No dia 22 de Maio de 1973, a minha companhia tem tudo pronto para seguir para o Cumeré, com vista a regressar a Portugal. A boa disposição é permanente e total. A companhia, depois de uma comissão quase permanentemente actuando como unidade de intervenção, com a consciência do “dever cumprido”, dá largas à sua alegria, provocando o pessoal das outras unidades com o velho “Periquito vai no mato... que a velhice vai no Bissau”.

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A BATALHA DO PORTO 

12 de Maio de 1809
 
Episódio importante da 2.ª Invasão Francesa, a travessia do Douro, de Gaia para o Porto, na manhã de 12 de Maio de 1809, dava bem para argumento de um filme. Na impossibilidade prática de o fazer, achei que também dava um razoável PowerPoint. À vossa consideração.
 
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CERCO DO PORTO – A EXPEDIÇÃO AO ALGARVE

Durante os últimos meses de 1832, D. Pedro mandou efectuar em França várias diligências no sentido de ser contratado para chefe do exército liberal um general experiente e prestigiado, que fizesse sair as suas tropas da situação de imobilismo a que o inimigo as confinara. Os diplomatas portugueses chegaram, por fim, a acordo com o general Barão Jean Baptiste Solignac, o qual desembarcaria, em S. João da Foz, no dia 1 de Janeiro de 1833.

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CRÓNICAS DOS FEITOS POR GUIDAGE OU OS DIFÍCEIS CAMINHOS DA LIBERDADE – I

Por Salgueiro Maia

A acção decorre na Guiné no ano da graça de 1973, num Maio em fim de época de chuvas. A subunidade a que pertenço tem oficialmente a sua comissão terminada, está no que se chama “mata‑bicho”. O dia 5 de Maio nasceu calmo; no entanto, cedo se notou uma azáfama anormal de meios aéreos. Pelas 07.00 ouviu‑se forte tiroteio, pelo que, tendo‑me dirigido ao rádio, ouvi grossa confusão de pedidos, de apoio aéreo, de apoio de artilharia, de evacuação, etc. 

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A IGREJA CATÓLICA E A QUESTÃO COLONIAL PORTUGUESA

 Tendo sido a epopeia dos descobrimentos justificada, em boa parte, pelo espírito missionário cristão, é naturalmente importante acompanhar a evolução do posicionamento da Igreja ao longo do processo de colonização dos novos mundos.

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DA REVOLUÇÃO RESTAURADORA À BATALHA FINAL
Por Adriano Miranda Lima

3.ª Parte

A BATALHA DE MONTES CLAROS

Em 1659, a Espanha libertou-se das guerras com a França, mediante o tratado dos Pirenéus, ao mesmo tempo que resolveu os conflitos na Catalunha e em Itália. Menos sobrecarregada, decidiu assim reunir todos os esforços para uma derradeira tentativa de reconquistar Portugal.
 
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TRÉGUA DE NATAL NAS TRINCHEIRAS 

Dezembro de 1914
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TIMOR E A ECLOSÃO DA 2.ª GUERRA MUNDIAL

A 1 de Setembro de 1939, a Alemanha invade a Polónia, iniciando-se a 2.ª Guerra Mundial. Depois de consultas imediatas entre o governo e os representantes diplomáticos alemão e britânico em Lisboa, nas quais ficam esclarecidas as intenções das três partes, a posição de Portugal relativamente ao conflito é publicamente expressa por Salazar, em 9 de Outubro do mesmo ano, em mensagem dirigida à Assembleia Nacional.

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DA REVOLUÇÃO RESTAURADORA À BATALHA FINAL

Por Adriano Miranda Lima

2.ª Parte

A DEFESA MILITAR DO REINO

Quando D. João IV assumiu os destinos da nação, a capacidade militar do reino era muito limitada pois, durante o regime filipino, a pouco e pouco fora sendo desguarnecido o dispositivo de defesa fronteiriça, muitas vezes com a finalidade de utilizar forças militares portuguesas nas guerras europeias em que a Espanha estava envolvida. 

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1934/35 – A UNIÃO NACIONAL E O REGRESSO A QUARTÉIS

            A realização do 1.º Congresso da União Nacional — 26 a 28 de Maio de 1934 — seria um momento propício para Salazar consolidar a sua cruzada de conquista do poder. Nesta tarefa, está sempre presente o desejo de recolocar o Exército na plena subordinação ao poder político civil. 

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A GUERRA QUE FORJOU O SÉCULO XX

Ao completar-se um século sobre o final da 1.ª Guerra Mundial, é oportuno meditarmos um pouco sobre a reformulação do mundo que se lhe seguiu. É nesse contexto que pretendo socorrer-me da visão que o general de Gaulle teve desse período da história, quando considerou que as duas guerras, de 1914 a 1945, seriam apenas uma, a Guerra dos Trinta Anos do nosso século. Usando um raciocínio análogo, também agora lhe poderemos acrescentar a Guerra Fria, que foi a sua consequência, para vermos, nesta tríade de conflitos, o veículo estruturante do século XX, designadamente no período que vai de 1914 a 1989.

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Recensão do Prof. Doutor Luís Alves de Fraga, publicada na Revista Militar
 

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...do ponto de vista deles, nós éramos um entrave à revolução tal como eles a entendiam. Mas nós entendíamos que estávamos a fazer uma revolução em função do passado. E eles entendiam que nós éramos a contra-revolução em função da ideia que faziam do que seria a revolução. 

Ernesto Melo Antunes

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Há uma Providência que protege os idiotas, os bêbados, as crianças e os Estados Unidos da América.

Otto von Bismarck

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Revolução é uma ideia que encontrou as suas baionetas.

Napoleão Bonaparte

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Centenas das fortunas americanas datam da Guerra Civil; milhares de novas fortunas datam da Guerra Mundial. Ninguém pode negar que a guerra é um negócio lucrativo para quem adora esse tipo de dinheiro. A guerra é tanto uma orgia de dinheiro como é uma orgia de sangue.

Henry Ford, My life and work, 1922

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“Os portugueses sempre tiveram uma maneira muito sua de fazer as coisas. Mesmo aquele sangrento espetáculo ibérico, a tourada, adquire em Portugal uma característica especial, cavalheiresca, pois o touro nunca é morto. Na semana passada, um grupo estreitamente coordenado de oficiais do exército aplicou essa tradição civilizada a um ato muitas vezes violento: um golpe militar”. 

Newsweek - 6 de Maio de 1974

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Resultado de imagem

A Honra é a poesia do Dever.

Alfred de Vigny

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Resultado de imagem para Kamel Daoud

O discurso do arrependimento do Ocidente é esclerosante. É preciso libertar-se dele e pensar para além da vitimização. [...] A pergunta que devemos colocar a nós próprios não é: porque sou mal acolhido; mas é: porque parto, porque deixo a minha terra?

Kamel Daoud, argelino, combatente por um islão iluminista

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Estou absolutamente convencido de que a Espanha é o país mais forte do mundo. Século após século tenta destruir-se e não há maneira de o conseguir.

Otto von Bismark

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[No Vietname] combatemos uma guerra militar; os nossos opositores combateram uma guerra política. Procurámos o desgaste físico; os nossos opositores apontaram à nossa exaustão psicológica. Ao longo do processo, esquecemo-nos de uma das máximas principais da luta de guerrilha: a guerrilha vence desde que não perca; o exército convencional perde se não consegue vencer.

Henry Kissinger

The Viet Nam Negotiations, Foreign Affairs, Janeiro de 1969

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A impressão era sempre modificada à vista da bela e educada
juventude que me acompanhava, quase todos elementos citadinos
e cultos, pois é notório que, entre os corpos voluntários que
tive a honra de comandar em Itália, os camponeses sempre falharam,
graças aos reverendos ministros da mentira.
 
Giuseppe Garibaldi
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– E você, por que é que se tornou revolucionário?

– Por decoro, senhora marquesa, por decoro.

Ramón Maria del Valle-Inclán

La corte de los milagros 

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Israel, tendo atacado, apoderou-se, em 6 dias de combate, dos objectivos que pretendia alcançar. Presentemente, organiza, nesses territórios que tomou, a ocupação, que não pode resultar sem opressão, repressão e expulsão, e onde se manifesta, contra ele, uma resistência que, por seu turno, [Israel] apelidará de terrorismo.

Charles de Gaulle - Conferência de imprensa de 27-11-1967

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Os homens nunca fazem nada de bem senão por necessidade.

Nicolau Maquiavel 

Discursos sobre a Primeira Década de Tito Lívio - L. I - Cap. III

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...de mil maneiras e por muitas razões, as conquistas são prejudiciais. Porque é muito fácil fazer conquistas sem aumentar a respectiva força, mas quem conquista império e, ao mesmo tempo, não aumenta a sua força, caminha para a ruína.

Maquiavel, Discursos sobre a Primeira Década de Tito Lívio

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You don’t ‘prevent’ anything by war except peace

Harry Truman - Memórias

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Padre Antônio Vieira

Se servistes a Pátria, que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis, ela o que costuma.

Padre António Vieira

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