Bem-vindo ao nosso site de HISTÓRIA

Neste site, os visitantes encontrarão diversos textos por mim publicados, desde 1995, em jornais e revistas, ou, simplesmente, difundidos por e-mail para os meus amigos. Das obras publicadas, como autor ou como tradutor, conto apresentar alguns breves extractos criteriosamente seleccionados.

DAVID MARTELO

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A DEFESA NACIONAL E A PROTECÇÃO DIVINA

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1941 – AMEAÇA DE GUERRA PAIRA SOBRE TIMOR

Em 4 de Novembro de 1941, Anthony Eden convoca o embaixador português em Londres, Armindo Monteiro, declarando que lhe vai colocar «um caso de grande seriedade». A mais de um mês do ataque japonês a Pearl Harbour, é firme a convicção do governo britânico sobre a iminência da eclosão da guerra no Pacífico.

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A DITADURA MILITAR E OS ALICERCES DO SALAZARISMO

Teve um arranque difícil o regime saído da revolta de 28 de Maio de 1926. A ausência de qualquer projecto político ou programa de governo seria fonte de intermináveis equívocos e iria propiciar uma inevitável instabilidade no manuseamento do recém-adquirido Poder. 
 
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DE QUANTAS ESPÉCIES SÃO AS REPÚBLICAS E A QUAL DELAS PERTENCEU A REPÚBLICA ROMANA

Nicolau Maquiavel

Não pretendo tratar daquelas cidades que tiveram o seu princípio na dependência de outras. Falarei, sim, daquelas cuja fundação ocorreu longe de qualquer servidão externa e que logo começaram a governar-se livremente, como repúblicas ou como principados, as quais, do mesmo modo que tiveram inícios diversos, também tiveram leis e ordenamentos diferentes.

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O 25 DE ABRIL E A FÓRMULA DE PETROGRADO

Para o PCP, comparando com o que aconteceu na Rússia, o que se passou no 25 de Abril correspondia à revolução de Fevereiro. Faltava ainda fazer a Revolução de Outubro e por isso sempre se entendeu o 25 de Abril como um golpe de Estado. A revolução perdeu-se no 25 de Novembro... (de uma entrevista recente de Zita Seabra). 

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A HORA MAIS NEGRA (1940)

Winston Churchill

Assim que clareou a manhã de 10 de Maio, começaram a chegar notícias terríveis. Os telegramas, em caixas a abarrotar, não paravam de chegar ao Almirantado, provenientes dos ministérios da Guerra e dos Negócios Estrangeiros.

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Tradução de David Martelo

Mary Parker Follett é uma das poucas mulheres que ascenderam ao estatuto de guru na opinião de muitos académicos, profissionais e pensadores da gestão. Peter Drucker apelidou-a de profeta da gestão.

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A GRANDE GUERRA NA ÁFRICA ORIENTAL

3.ª Parte – A guerra que transitou por Moçambique (1916-1918)

Em 4 de Outubro de 1916, as tropas portuguesas que haviam atravessado o Rovuma e estabelecido os primeiros contactos de fogo com os Alemães deram início à operação destinada a conquistar Newala e Masasi. Após aceso combate com a guarnição germânica, iniciado em 22 de Outubro, Newala cai, em 26, nas mãos das tropas portuguesas, as quais também se apoderam de diverso material de guerra.

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COMO IRIA SER A GUERRA?

3.ª Parte – As opções estratégicas e o mito da guerra curta

Apesar de serem em menor número os autores que se abalançavam a prever as movimentações estratégicas de exércitos de dimensões nunca vistas, alguns poucos não deixaram de apresentar a sua previsão em tão importante matéria. 

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1934 - Pausa no desarmamento e golpe nazi abortado na Áustria

Winston Churchill

Regressemos, por instantes, à Câmara dos Comuns. No mês de Julho de 1934, a Comissão Permanente da Conferência do Desarmamento, em Genebra, foi suspensa sine die

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A GRANDE GUERRA NA ÁFRICA ORIENTAL

2.ª Parte - O reforço do ataque britânico ao Tanganica (1915-1916) e o início da participação portuguesa

Com o reforço de tropas britânicas e sul-africanas no Teatro de Operações do Tanganica, as forças alemãs de Von Lettow vão reposicionando-se para sul, cada vez mais perto da fronteira com Moçambique. Entretanto, Portugal entra na guerra ao lado dos Aliados.

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COMO IRIA SER A GUERRA?

2.ª Parte – Antevendo o campo de batalha

A percepção do que poderia vir a ser uma guerra à escala europeia, ou seja, a antecipação do que iria suceder nos campos de batalha, foi tema abundantemente abordado nos anos que precederam o início da 1.ª Guerra Mundial.

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1934 – A ÁUSTRIA NA MIRA DE HITLER E A INQUIETAÇÃO DE MUSSOLINI

Winston Churchill

A subida de Hitler à Chancelaria, em 1933, não tinha provocado em Roma qualquer entusiasmo. O nazismo era ali considerado como uma versão brutal e extremista do fascismo. As pretensões de uma Grande Alemanha sobre a Áustria e a Europa Central também lá eram bem conhecidas.

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Acta da Reunião do Comando-Chefe da Guiné 15 Maio 1973

A reunião teve lugar num momento particularmente crítico para as tropas portuguesas. Nesta acta, podem identificar-se os vários indícios da séria situação militar e das dificuldades que se colocavam ao Comando-Chefe da Guiné. O documento que aqui se apresenta é o original digitalizado.

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RAIDE PORTUGUÊS A CONACRI

NOVEMBRO DE 1970

A ideia de executar uma incursão em território da República da Guiné surgiu em Agosto de 1969 como um golpe de mão destinado a libertar os mais de vinte prisioneiros de guerra portugueses que estavam em Conacri, na posse do PAIGC. Outro objectivo que parecia fácil de atingir era a destruição das lanchas-rápidas P6 do PAIGC e KOMAR da República da Guiné.

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A GRANDE GUERRA NA ÁFRICA ORIENTAL

1.ª Parte – Operações iniciais (1914-1915)

Quando a Grã-Bretanha declarou guerra ao Império Alemão, o facto de a África Oriental Alemã ter fronteira com o Quénia – colónia britânica onde facilmente podiam chegar reforços por via marítima – fazia antever a possibilidade de ali virem a confrontar-se forças dos dois impérios.

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COMO IRIA SER A GUERRA?

1.ª Parte - Visão global

A percepção do que poderia vir a ser uma guerra à escala europeia, ou seja, a antecipação do que iria suceder nos campos de batalha, foi tema abundantemente abordado nos anos que precederam o início da 1.ª Guerra Mundial.

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A separação de Portugal da Monarquia Hispânica e o seu demorado reconhecimento internacional

Em 7 de Junho de 1640 inicia-se, em Barcelona, a revolta da Catalunha. Com o exército filipino empenhado na campanha da Catalunha e em guerra com a França, as condições geopolíticas pareciam ser extremamente favoráveis a um levantamento vitorioso em Portugal.

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AS NEGOCIAÇÕES PARA A LIMITAÇÃO DE ARMAMENTOS NA DÉCADA DE 1930

Winston Churchill

O governo MacDonald-Baldwin mantinha-se obstinadamente cego e surdo perante os sintomas inquietantes que se iam manifestando na Europa. Tratava-se de um esforço veemente para levar os vencedores a um desarmamento igual ao que fora imposto aos vencidos pelo Tratado de Versalhes.

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A ÚLTIMA VIÚVA DE ÁFRICA

Texto da apresentação do livro no Porto
 

A Última Viúva de África é um relato romanceado dos acontecimentos trágicos relacionados com o fim do domínio branco em duas das mais ricas colónias de África – o Congo Belga e Angola. O cenário geopolítico que o autor nos apresenta articula-se perfeitamente com a história dos tempos conturbados que vão de 1960 a 1975, cobrindo, por conseguinte, os acontecimentos que se iniciam na independência do Congo Belga, seguem para a guerra em Angola e a secessão do Catanga, prosseguem na interminável guerra civil congolesa e terminam numa breve alusão à guerra civil angolana, já no ano de 1975.

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RUMO A ALCÁCER QUIBIR

Criado no culto do heroísmo e do carácter quase divino da pessoa real, D. Sebastião cedo se convence de que lhe estará destinado o papel de salvador do mundo cristão, ameaçado por mouros e turcos.

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A ASCENSÃO DE HITLER AO PODER

Winston Churchill

Muitas coisas se tinham passado durante o ano que se seguiu à queda do governo de Brüning, em Maio de 1932. Von Papen e von Schleicher, o general-político, tinham, até então, tentado governar a Alemanha pela habilidade e a intriga. Os tempos já não consentiam esses processos. Von Papen, que havia sucedido a Brüning como chanceler, contava poder governar apoiando-se no círculo pessoal do presidente Hindenburg e no grupo dos ultranacionalistas do Reichstag.

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1916 – 1917

DA NOVA FRENTE ITALIANA NO TRENTINO AO DESASTRE DE CAPORETTO

Na frente do Isonzo, o Inverno de 1915-1916 seria um período de relativa acalmia. Os Italianos aproveitaram esse decréscimo na actividade operacional para incrementar o seu potencial de combate. 

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CAMBRAI 1917

A batalha das Cavalarias (nova e velha) e a afirmação da Artilharia moderna

            O insucesso dos Aliados na sangrenta 3.ª batalha de Ypres (Passchendaele), iniciada em Junho de 1917 e concluída em Novembro desse ano, constituiu um sério alerta para a necessidade de não continuar a insistir na modalidade de maciços ataques frontais.

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1915 – A ITÁLIA ENTRA NA GUERRA AO LADO DAS POTÊNCIAS DO ‘ENTENDIMENTO CORDIAL’

Enquanto na Europa se desenvolviam as operações iniciais da guerra, surgiram na vida política italiana os primeiros apelos ao intervencionismo. E, este apelo, fundado na história recente do reino e nas campanhas da Unificação – em grande parte contra o ancestral inimigo austríaco –, apontava a adesão aos aliados do Entendimento Cordial como a única atitude verdadeiramente patriótica.

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FERNANDO PESSOA E A IDEIA DE PORTUGAL COMO GRANDE POTÊNCIA

O jornalista Augusto da Costa levou a cabo, entre 1926 e 1933, um inquérito sobre as potencialidades de um Império Português, traduzido no convite a 16 personalidades, da cultura, da política e das Forças Armadas, para que respondessem a um breve questionário de 4 perguntas por ele preparado. As respostas e os comentários de Augusto Costa viriam a ser publicados, em 1934, numa obra intitulada Portugal Vasto Império. Uma dessas personalidades foi Fernando Pessoa, do qual publicamos a respectiva resposta.
 
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A NEUTRALIDADE DA ITÁLIA NO INÍCIO DA GRANDE GUERRA

Quando, na manhã de 24 de Julho de 1914, o governo de Viena deu a conhecer os termos do ultimato à Sérvia nas principais capitais europeias, o ministro dos Negócios Estrangeiros italiano, marquês de San Giuliano, não tardou a informar o embaixador alemão, Hans von Flotow, de que, uma vez que a Áustria não tinha consultado o seu aliado antes de enveredar por um comportamento tão portentosamente agressivo, a Itália não se podia considerar vinculada a quaisquer outras consequências. 

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LIGAÇÕES MATRIMONIAIS DA DINASTIA DE BRAGANÇA COM A DINASTIA BONAPARTE

O segundo casamento de D. Pedro I, imperador do Brasil, e o primeiro de sua filha D. Maria da Glória (D. Maria II de Portugal) estabeleceram uma dupla ligação com a designada Dinastia Bonaparte.
 
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VERÃO DE 1917

O CORPO EXPEDICIONÁRIO PORTUGUÊS, EM FRANÇA, ENTRA EM SECTOR

Vencendo tremendas dificuldades, o Corpo Expedicionário Português, em França, começa a assumir responsabilidades de um sector da Frente Ocidental a partir de 3 de Julho de 1917.

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CEP em sector 1917.pdf (1126122)

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OS ESTADOS UNIDOS EM GUERRA COM O IMPÉRIO ALEMÃO

Ao iniciar-se a guerra na Europa, em 1914, a generalidade do povo americano e dos seus dirigentes políticos manifestou-se convictamente a favor da neutralidade. O presidente Woodrow Wilson, eleito em 1912, foi, na circunstância, um intérprete fiel dessa política de isolamento. E, assim se mantiveram até Abril de 1917.

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CHURCHILL TERÁ MUDADO DE OPINIÃO SOBRE A CONVENIÊNCIA DA ENTRADA DOS ESTADOS UNIDOS NA 1.ª GUERRA MUNDIAL?

Em Agosto de 1936, William Griffin, editor do jornal New York Enquirer, pediu uma entrevista a Winston Churchill. Quando, dias depois, o texto da mesma foi publicado em Nova Iorque, uma passagem da entrevista parecia demonstrar que Churchill, entusiasta da intervenção americana quando a mesma se concretizou, achava, agora, que teria sido melhor que os EUA se não tivessem intrometido nos problemas europeus. Três anos depois, consideraria que a polémica passagem era uma completa falsidade.

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CHURCHILL E A ORGANIZAÇÃO DE UM

ESTADO-MAIOR NAVAL

Logo nos primeiros dias como 1.º Lorde do Almirantado, Winston Churchill distribuiu um extenso memorando, no qual, além de revelar os seus elevados conhecimentos de história do poder marítimo, expressava a premente necessidade de uma marinha moderna dispor de um Estado-Maior Naval.

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A FUNÇÃO HISTÓRICA PORTUGUESA, O NOVÍSSIMO PRÍNCIPE E O 25 DE ABRIL

As decisões tomadas após 25 de Abril de 1974 relativamente aos territórios ultramarinos não podiam, portanto, ser do agrado de Adriano Moreira. A liberdade reconquistada facultar-lhe-ia a expressão completa da mágoa que sentia pela separação desses territórios.

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Recensão do Prof. Doutor Luís Alves de Fraga, publicada na Revista Militar
 

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A Honra é a poesia do Dever.

Alfred de Vigny

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Resultado de imagem para Doris Lessing

O patrão conduz os seus homens,

O líder inspira-os.

O patrão subordina pela autoridade,

O líder subordina pela boa vontade.

O patrão provoca medo,

O líder irradia afecto.

O patrão diz “Eu”,

O líder diz “Nós”.

O patrão aponta quem está errado,

O líder aponta o que está errado.

O patrão sabe como é feito,

O líder sabe como se faz.

O patrão exige respeito,

O líder infunde respeito.

 

Por isso, seja um líder, não um patrão.

 

Doris Lessing

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Resultado de imagem para Kamel Daoud

O discurso do arrependimento do Ocidente é esclerosante. É preciso libertar-se dele e pensar para além da vitimização. [...] A pergunta que devemos colocar a nós próprios não é: porque sou mal acolhido; mas é: porque parto, porque deixo a minha terra?

Kamel Daoud, argelino, combatente por um islão iluminista

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Estou absolutamente convencido de que a Espanha é o país mais forte do mundo. Século após século tenta destruir-se e não há maneira de o conseguir.

Otto von Bismark

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Resultado de imagem para giovanni giolitti

Enquanto deputado no Parlamento italiano, Giovanni Giolitti, que seria primeiro-ministro de Itália por 5 vezes, entre 1892 e 1921, era conhecido pela sua exígua loquocidade. Interpelado por um deputado de outro partido que o acusava de ser demasiado seco nas suas intervenções, Giolitti retrucou: "é que eu, quando acabo de dizer o que tenho a dizer, acabo também de falar".

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Parece un drama interminable el de la unidad española. La reconquista, aunque lenta y laboriosa, avanza sin embargo más que la unión. No se cansan los españoles de pelear contra los enemigos de su libertad y su fe: se cansan pronto de mirarse como hermanos. No los fatiga una guerra perpetua; los fatiga subordinarse entre sí.

MODESTO LAFUENTE, Historia General de España, T. Quarto, p. 1.

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[No Vietname] combatemos uma guerra militar; os nossos opositores combateram uma guerra política. Procurámos o desgaste físico; os nossos opositores apontaram à nossa exaustão psicológica. Ao longo do processo, esquecemo-nos de uma das máximas principais da luta de guerrilha: a guerrilha vence desde que não perca; o exército convencional perde se não consegue vencer.

Henry Kissinger

The Viet Nam Negotiations, Foreign Affairs, Janeiro de 1969

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– E você, por que é que se tornou revolucionário?

– Por decoro, senhora marquesa, por decoro.

Ramón Maria del Valle-Inclán

La corte de los milagros 

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Revolução é uma ideia que encontrou as suas baionetas.

Napoleão Bonaparte

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Israel, tendo atacado, apoderou-se, em 6 dias de combate, dos objectivos que pretendia alcançar. Presentemente, organiza, nesses territórios que tomou, a ocupação, que não pode resultar sem opressão, repressão e expulsão, e onde se manifesta, contra ele, uma resistência que, por seu turno, [Israel] apelidará de terrorismo.

Charles de Gaulle - Conferência de imprensa de 27-11-1967

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Os homens nunca fazem nada de bem senão por necessidade.

Nicolau Maquiavel 

Discursos sobre a Primeira Década de Tito Lívio - L. I - Cap. III

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...de mil maneiras e por muitas razões, as conquistas são prejudiciais. Porque é muito fácil fazer conquistas sem aumentar a respectiva força, mas quem conquista império e, ao mesmo tempo, não aumenta a sua força, caminha para a ruína.

Maquiavel, Discursos sobre a Primeira Década de Tito Lívio

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You don’t ‘prevent’ anything by war except peace

Harry Truman - Memórias

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Padre Antônio Vieira

Se servistes a Pátria, que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis, ela o que costuma.

Padre António Vieira

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