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Neste site, os visitantes encontrarão diversos textos por mim publicados, desde 1995, em jornais e revistas, ou, simplesmente, difundidos por e-mail para os meus amigos. Das obras publicadas, como autor ou como tradutor, conto apresentar alguns breves extractos criteriosamente seleccionados.

DAVID MARTELO

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PORTUGAL, A CORRIDA A ÁFRICA E A ATRACÇÃO DO BRASIL

Como admitiu Oliveira Marques, “dos finais do século XVII a 1822, o Brasil constituiu a essência do Império Português. Com algum exagero, até se poderia dizer que constituía a essência do próprio Portugal.” Não surpreende, por conseguinte, que a separação do Brasil tenha provocado um sentimento de perda, completa e profunda, da ideia de um Império. Após a guerra civil, que não tardaria a eclodir, a renovação de um impulso ultramarino ainda pareceu possível, se reorientado para a África.

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1939 – DA VISITA DE CHAMBERLAIN A MUSSOLINI AOS PRIMÓRDIOS DA CRISE POLACA

Winston Churchill

            O Sr. Chamberlain insistia em crer que seria suficiente levar a cabo contactos pessoais com os ditadores para melhorar sensivelmente a situação mundial. Não se apercebia de que as decisões deles estavam já tomadas. Cheio de optimismo, ofereceu-se para ir a Roma, em Janeiro, acompanhado de lorde Halifax.

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1905 - A BATALHA DE TSUSHIMA

A batalha de Tsushima constitui o episódio final da Guerra Russo-Japonesa (1904-1905). Viria a ser a única batalha naval decisiva travada por esquadras de navios de aço modernos e a última em que a esquadra vencida se rendeu no alto-mar. O interesse da batalha fica acrescido com a circunstância de a esquadra russa ter, previamente, percorrido cerca de 18.000 milhas, desde o Báltico até próximo do Japão, e pela circunstância de, em tempos modernos, constituir a primeira vitória de um povo asiático sobre uma potência europeia.

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A POSIÇÃO DE PORTUGAL NO MUNDO

— Análise geoestratégica à luz da História —

Afirmava Napoleão que a geografia de um país era a condicionante principal da sua política. Efectivamente, os territórios onde se encontram sediadas as diversas unidades políticas, além da sua diversificada extensão, apresentam, em paralelo, condicionamentos ao seu bem-estar e progresso, resultantes, em grande parte, da sua morfologia e do seu posicionamento geográfico em termos regionais. 

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De quais têm sido, universalmente, os princípios de qualquer cidade e de quais foram os de Roma

Nicolau Maquiavel

Quem tiver lido sobre o princípio da cidade de Roma, os seus fundamentos legais e a forma como foi ordenada não se surpreenderá que tanta virtude se tenha, por muitos séculos, mantido naquela cidade e que, depois, dali tenha nascido o império que àquela república se seguiu. E, querendo, primeiramente, discorrer sobre o seu nascimento, digo que todas as cidades são erguidas ou pelos habitantes do lugar onde surgem ou por forasteiros.

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“Losers” and “suckers”

1918 – A BATALHA DO BOSQUE DE BELLEAU

Em Junho de 1918, cerca de mil Marines americanos perderam a vida durante os combates para a redução de uma bolsa criada por uma penetração alemã, na frente do Aisne. Em Novembro de 2018, durante as comemorações do centenário do Armistício (11-11-1918), Donald Trump chamou-lhes 'perdedores' e 'lorpas' (losers and suckers).

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1810 – MASSÉNA EM VEZ DE NAPOLEÃO

A única vez que Napoleão entendeu ser necessária a sua presença na Península Ibérica foi no seguimento da derrota do seu exército na batalha de Bailén, em 19 de Julho de 1808, imposta pelas tropas espanholas do general Castaños. Em 5 de Novembro de 1808, Napoleão assume o comando do Exército de Espanha, vence os espanhóis em Tudela, em 23 de Novembro, e entra vitoriosamente em Madrid, em 4 de Dezembro. Procurando explorar este momento favorável, o imperador ordena a Soult que ataque as forças britânicas do general Moore na Galiza e se prepare para a segunda invasão de Portugal.

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1938 – DEPOIS DE MUNIQUE

Winston Churchill

O que quer que possamos pensar da “paz para o nosso tempo”, o Sr. Chamberlain estava cada vez mais convicto da necessidade de separar a Itália da Alemanha. Considerava, firmemente, que havia ganho a amizade de Hitler. Para completar a sua obra, precisava de obter a simpatia da Itália mussoliniana, a fim de criar um contrapeso à reconciliação custosamente adquirida com a Alemanha. Nesta nova tentativa de aproximação com o ditador italiano, procurava obter a cooperação da França.

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COVID 19 – ENCOBRIMENTOS E INDEMNIZAÇÕES DE “GUERRA”

Os serviços de informação estratégica, vulgarmente designados por “intelligence”, constituem um instrumento de primeira importância para as potências conduzirem a sua diplomacia, para anteciparem as ameaças e, quando adequado, para fazerem a transição da paz para a guerra. Não surpreende, por conseguinte, que uma superpotência como os EUA possua nada menos do que 17 agências dedicadas a essas tarefas.

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ELOGIO FÚNEBRE

de Péricles

(Extracto de "História da Guerra do Peloponeso", de Tucídides - Edições Sílabo, Lda)

Compare este texto com as atitudes de Donald Trump, segundo as revelações hoje (04Set) publicadas na revista Atlantic, em

https://www.theatlantic.com/politics/archive/2020/09/trump-americans-who-died-at-war-are-losers-and-suckers/615997/

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PORTUGAL PRECISA DE SE DESCOLONIZAR?

Nos últimos tempos, há quem esteja tentando descobrir mais uma “causa fracturante”, para limar mais umas arestas da sociedade. Desta vez, porém, a questão vem bulir com a nossa História, com a nossa identidade como Nação e com a ideia de Pátria, como memória comum de todo um povo.

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1916 - A BATALHA DA JUTLÂNDIA

Em 31 de Maio de 1916, deu-se início à maior batalha naval da 1.ª Guerra Mundial, entre a Grande Esquadra britânica e a Frota de Alto-Mar alemã. Depois da batalha de Trafalgar, em 1805, nunca mais havia sido disputada a supremacia naval da Grã-Bretanha. Reconhecendo que a Alemanha lograra levantar uma esquadra equipada com excelentes navios, os britânicos encaravam um confronto com os germânicos como uma desejada oportunidade para confirmar a excelência e a superioridade da sua Royal Navy. O tema fica enriquecido pela inclusão de imagens e mapas.

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A RELEVÂNCIA DA INFORMAÇÃO ESTRATÉGICA NA EXECUÇÃO DO PLANO DA ÍNDIA

No contexto da preparação que D. João II entendeu fazer com vista à viagem à Índia, em 7 de Maio de 1487, em Santarém, dá-se o despacho de Pero da Covilhã e Afonso de Paiva, que partem, por terra, para o Oriente, em busca de informações sobre o comércio e navegação (o primeiro) e para contactos com o reino cristão do Preste João (o segundo). Todavia, no plano da informação estratégica, a operação não parece ter sido útil à empresa de Vasco da Gama.

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DE NICOLAU MAQUIAVEL A ZANOBI BUONDELMONTI E COSME RUCELLAI e Proémio

Nicolau Maquiavel

Trata-se da abertura de “Discursos sobre a Primeira Década de Tito Lívio”, de Maquiavel, constituindo a Dedicatória da obra e o Proémio do Livro Primeiro. São dois pequenos textos de grande beleza moral e estética, sublinhando o enorme significado cultural da época do Renascimento e a indispensabilidade do conhecimento da história.

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1915 – O 25 DE ABRIL DE GALLIPOLI

No início de 1915, a necessidade de encontrar uma alternativa ao impasse estratégico na Frente Ocidental ditou a montagem de uma operação, naval e terrestre, que permitisse aos Aliados romper os Estreitos Turcos e entrar no Mar Negro para apoiar o esforço de guerra russo. A operação, concebida com o mesmo espírito de inabilidade que alimentava a guerra das trincheiras, incluiu um desembarque na península de Gallipoli, em 25 de Abril de 1915, que se tornaria memorável pelo seu inglório desfecho, mas que marcou, para sempre, a memória de australianos e neozelandeses, povos dos domínios britânicos que forneceram a parte mais importante dos efectivos das forças terrestres.

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O TRATADO DE ALCÁÇOVAS E OS DESCOBRIMENTOS

Na sequência da morte de Henrique IV de Castela e da crise sucessória daí resultante, o rei de Portugal, D. Afonso V, decidiu defender os direitos de sucessão da sobrinha D. Joana, contra os da infanta D. Isabel, irmã de Henrique IV. Para esse efeito, organizou um exército e, em fins de Maio de 1475, abalou para Castela. Da guerra que se seguiu, para além do malogro político, Portugal sai financeiramente arruinado, com diversas zonas fronteiriças devastadas pelos ataques castelhanos e com a rota da Guiné ameaçada pelos navios andaluzes. A paz era uma necessidade estratégica.

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ASSIM TOMÁMOS ROMA – (2)

Benito Mussolini

Roma aguçou o meu sentido de dedicação. A Cidade Eterna, caput mundi, tem duas Cortes e duas diplomacias. No decurso dos séculos, viu exércitos imperiais serem derrotados sob as suas muralhas. Testemunhou a queda dos fortes e o erguer de ondas universais de civilização e de pensamento. Roma, o objectivo ambicionado por príncipes e líderes, a cidade universal, herdeira do Velho Império e da força do Cristianismo! Roma deu-me as boas vindas como chefe das legiões nacionais, como representante, não de um partido ou de um grupo, mas com uma fé enorme de um povo inteiro.

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DA MORALIDADE E IMORALIDADE DA COLONIZAÇÃO NA ERA DOS DESCOBRIMENTOS

Os portugueses, pouco depois de darem início às navegações no Atlântico, perceberam como era importante a sustentação moral do empreendimento. Pediram, mesmo, à Santa Sé, que desse o seu público assentimento à grande aventura marítima que pretendiam levar a cabo. Essa manobra diplomática seria coroada de êxito com a publicação, no espaço de menos de quatro anos, de três bulas papais.

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Julho de 1809

A IRRITAÇÃO DE NAPOLEÃO PELA DERROTA EM TALAVERA

Napoleão Bonaparte e Arthur Wellesley (duque de Wellington, desde Maio de 1814) são geralmente considerados como as duas figuras militares mais relevantes do período das Guerras Napoleónicas. Quis o destino que só viessem a enfrentar-se directamente em Waterloo, na última batalha desse conflito. É compreensível que a longa guerra tenha proporcionado a Wellesley um melhor conhecimento de Napoleão do que o inverso. Quando o nome de Wellesley começou a ser referenciado, Napoleão não o valorizou devidamente, preferindo sublinhar a imperícia dos seus próprios generais.

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ASSIM TOMÁMOS ROMA – (1)

Benito Mussolini

E, agora, estávamos na véspera da histórica marcha para a Cidade Eterna. Tendo terminado a minha análise e estimativa das condições das províncias, tendo tomado nota dos relatórios dos vários chefes dos Camisas Negras, tendo seleccionado os planos de acção e determinado de uma maneira geral o momento mais favorável, convoquei para Florença os chefes do movimento fascista e das esquadras de acção. Ali estavam Michele Bianchi, De Bono, Italo Balbo, Giurati e muitos outros. 

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24 de Agosto de 1820

REVOLTA MILITAR NO PORTO

Quando, em 1807, a família real se retira para o Brasil, a colónia adiciona à importância económica a que resulta do novo estatuto de “cabeça” do Império. A breve trecho, a presença da corte no Brasil transfere para a colónia sul-americana os principais atributos das verdadeiras metrópoles. Em Portugal, começa a instalar-se a ideia de que o reino se está transformando numa desinteressante colónia brasileira, situação que era agravada pelo domínio militar britânico.

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DA ELEIÇÃO DO PRESIDENTE DOS EUA

Alexis de Tocqueville

É impossível seguir o desenvolvimento ordinário da acção política nos Estados Unidos sem notar que o desejo de ser reeleito domina os pensamentos do presidente; [...] o princípio da reeleição torna, portanto, a influência corruptora dos governos electivos mais alargada e mais perigosa. Tende a degradar a moral política do povo e a substituir o patriotismo pela habilidade.

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AGOSTO DE 1914 – A INVASÃO DA BÉLGICA

A Bélgica, tendo repudiado o ultimato alemão que, em 2 de Agosto, exigia o direito de passagem das suas tropas a caminho do Norte da França, preparava-se para resistir ao invasor. O rei Alberto da Bélgica estava consciente da iminência da invasão do seu país. Dando mostras de uma rara capacidade de decisão, ordenou a imediata destruição das pontes sobre o rio Mosa, em Liège, bem como dos túneis e pontes das vias-férreas da fronteira com o Luxemburgo.

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2.ª GUERRA CIVIL AMERICANA

Ao tomar conhecimento dos termos do Tratado de Versalhes e da pesada punição que o mesmo impunha à Alemanha, o marechal Foch não hesitou em profetizar: “Não é um Tratado de Paz; é um armistício por 20 anos.” Perante o que está a suceder nos Estados Unidos da América, desde 25 de Maio, é tentador fazer uma comparação entre a Guerra Civil Americana de 1861-1865 e o conflito social e político que está em curso, com muitas lembranças icónicas dessa guerra. Em vez dos “vinte anos de armistício” previstos por Foch, teríamos, agora, um interregno de 155 anos.

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1914 – ÚLTIMOS PREPARATIVOS DE GUERRA

Inexoravelmente, o sistema de alianças laboriosamente construído nos anos que antecederam a guerra iria chamar à beligerância as principais potências europeias. Esta afirmação tem sido repetida por uma diversidade de autores e contém, no essencial, os motivos que levaram à entrada na guerra das potências europeias. Importa anotar, porém, que a sequência das declarações de guerra não respeitou a lógica dessas alianças.

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TRÉPLICA DE NÍCIAS A ALCIBÍADES SOBRE A EXPEDIÇÃO À SICÍLIA (415 a.C.)

Tucídides

Depois de o ouvirem a ele [Alcibíades], aos Egesteus e a alguns exilados leontinos que pediram a palavra para lembrar os juramentos feitos e implorar auxílio, os Atenienses ficaram ainda mais determinados do que antes a apoiar a expedição. Nícias, percebendo que seria, agora, inútil, tentar detê-los pela velha linha de argumentação, mas pensando que podia, talvez, alterar a sua resolução pela extravagância das suas estimativas, pediu de novo a palavra.

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Julho 1641 – CONSPIRAÇÃO CONTRA D. JOÃO IV

Tal como em 25 de Abril de 1974 não foi TODO o Exército que se revoltou para derrubar o Estado Novo, também em 1 de Dezembro de 1640 não foi TODA a Nobreza a revoltar-se contra Filipe IV de Castela. É certo que nos conjurados de 1640 se incluíam alguns jovens “capitães” e muitos deles eram “segundos filhos” de famílias relevantes na sociedade portuguesa. É de crer que, procurando bem, se poderiam encontrar outras semelhanças entre as motivações dos dois golpes, mas para o caso deste texto, importa justamente realçar uma diferença essencial: se em 25 de Abril de 1974 se buscava uma forma de alcançar a paz em África, a revolta de 1 de Dezembro de 1640 constituía o rastilho para uma inevitável guerra com Castela, de desfecho bem incerto.

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INTRODUÇÃO

O Fascismo era a sombra ou o filho monstruoso do Comunismo. Winston Churchill

Caporetto e Petrogrado

No final de 1917, em plena 1.ª Guerra Mundial, dois acontecimentos, separados temporalmente por menos de uma semana e geograficamente por 2.000 km, iriam gerar as condições para o sucesso da Revolução Bolchevista e do movimento, igualmente revolucionário, que serviria de modelo ao processo de a combater - o fascismo.

O texto que se segue constitui a INTRODUÇÃO desta edição em português (Edições Sílabo), de que sou autor. A tradução da obra também é da minha autoria.

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Mussolini - Introdução.pdf (104406)

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GARIBALDI - GENERAL-DE-MAR-E-GUERRA

Acaba de sair este volume de Memórias Autobiográficas, de Giuseppe Garibaldi, que tive a honra de traduzir. O texto que se segue constitui a INTRODUÇÃO desta edição em português (Edições Sílabo), de que sou também autor.

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Introdução GG.pdf (180435)

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Para ler a recensão do general Vieira Borges na REVISTA MILITAR, clicar em:

https://www.revistamilitar.pt/artigo/802

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Recensão do Prof. Doutor Luís Alves de Fraga, publicada na Revista Militar
 

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Hipnotizada pelo puro combate ideológico [...] a revolução [de Abril] descurou em excesso o sentimento nacional, deixando à futura direita, após a cómoda hibernação que lhe ofereceu, a sua exaltada e frenética exploração. É verdade que os valores de "pátria", "patriotismo", "sentimento nacional", pelo seu teor afectivo, de cariz irracional, não costumam ser reivindicados pela esquerda. É um erro funesto. Nenhuma revolução triunfou com argumentos meramente ideológicos.

EDUARDO LOURENÇO, O Labirinto da Saudade

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Os homens nunca fazem nada de bem senão por necessidade.

Nicolau Maquiavel 

Discursos sobre a Primeira Década de Tito Lívio - L. I - Cap. III

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Um partido conservador não tem muitas hipóteses em Portugal, porque o nosso atraso é tal que a política a fazer é muito progressiva e muito progressista.

Francisco Sá Carneiro (1974)

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Existe um culto à ignorância alimentando a falsa noção de que a democracia significa que a minha ignorância é tão válida como o teu conhecimento.

Isaac Asimov

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Temos uma enorme disponibilidade para acreditar em qualquer disparate, desde que confirme as nossas crenças.

Luís Aguiar-Conraria

In Expresso de 07-09-2020

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Gostaria de que se preocupassem mais com a honestidade e a decência. Só porque têm uma religião, acreditam estar dispensados de ter uma moral.

Amin Maalouf

(sobre os poderosos do Líbano)

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O discurso do arrependimento do Ocidente é esclerosante. É preciso libertar-se dele e pensar para além da vitimização. [...] A pergunta que devemos colocar a nós próprios não é: porque sou mal acolhido; mas é: porque parto, porque deixo a minha terra?

Kamel Daoud, argelino, combatente por um islão iluminista

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Cada povo só o é por se conceber e viver justamente como destino. Isto é, simbolicamente, como se existisse desde sempre e tivesse consigo uma promessa de duração eterna.

EDUARDO LOURENÇO, Portugal como Destino

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Alguém mencionou que o Brasil se pareceria com a Itália entre guerras de Mussolini. Mas Mussolini era uma pessoa muito culta se comparada ao atual aqui (Bolsonaro). 

Fernando Henrique Cardoso - O Estado de S.Paulo, 12 de Maio de 2020

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Trump não é real, é um centurião do Astérix.

Luís Delgado, Visão, 24-04-2020
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Nenhuma mentira vive o suficiente para envelhecer 

Sófocles

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É verdade que, por vezes, os militares, exagerando da impotência relativa da inteligência, descuram servir-se dela.

Charles de Gaulle

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O meu erro não foi ter subestimado Hitler. O meu erro foi ter sobrestimado os alemães.

Klaus Mann

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Nunca interrompas o teu inimigo quando ele estiver a cometer um erro.

Napoleão Bonaparte

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RESPONSABILIDADES PELO DESENCADEAR DA 1.ª GUERRA MUNDIAL

A Alemanha e a Áustria fizeram os gestos que tornaram a guerra possível; o Triplo Entendimento fizeram os que a tornavam provável.

Alfred Fabre-Luce

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As despesas militares eram um quebra‑cabeças. Nunca se conseguiu que o Ministério do Exército se submetesse à disciplina orçamental [...] Debalde eu determinara que não se excedesse com as despesas militares os 40% do orçamento geral do Estado: ia‑se até aos 45%, e o pior é que se tinha a consciência de uma péssima administração do Exército, pois na Marinha e na Força Aérea as previsões orçamentais eram respeitadas.

MARCELLO CAETANO, Depoimento, p. 97.

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O preço da grandeza é a responsabilidade.

Winston Churchill

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...do ponto de vista deles, nós éramos um entrave à revolução tal como eles a entendiam. Mas nós entendíamos que estávamos a fazer uma revolução em função do passado. E eles entendiam que nós éramos a contra-revolução em função da ideia que faziam do que seria a revolução. 

Ernesto Melo Antunes

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Numa Pompílio [2.º rei de Roma] ... encontrando um povo ferocíssimo e pretendendo conduzi-lo à obediência civil de forma pacífica, voltou-se para a religião como coisa de todo necessária para manter um clima de civilidade; e fê-lo de tal modo que, por muitos séculos, não houve, em parte nenhuma, tanto temor de Deus como naquela república...

MAQUIAVEL, Discursos sobre a primeira década de Tito Lívio.

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Há uma Providência que protege os idiotas, os bêbados, as crianças e os Estados Unidos da América.

Otto von Bismarck

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Revolução é uma ideia que encontrou as suas baionetas.

Napoleão Bonaparte

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Centenas das fortunas americanas datam da Guerra Civil; milhares de novas fortunas datam da Guerra Mundial. Ninguém pode negar que a guerra é um negócio lucrativo para quem adora esse tipo de dinheiro. A guerra é tanto uma orgia de dinheiro como é uma orgia de sangue.

Henry Ford, My life and work, 1922

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“Os portugueses sempre tiveram uma maneira muito sua de fazer as coisas. Mesmo aquele sangrento espetáculo ibérico, a tourada, adquire em Portugal uma característica especial, cavalheiresca, pois o touro nunca é morto. Na semana passada, um grupo estreitamente coordenado de oficiais do exército aplicou essa tradição civilizada a um ato muitas vezes violento: um golpe militar”. 

Newsweek - 6 de Maio de 1974

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Resultado de imagem

A Honra é a poesia do Dever.

Alfred de Vigny

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Estou absolutamente convencido de que a Espanha é o país mais forte do mundo. Século após século tenta destruir-se e não há maneira de o conseguir.

Otto von Bismark

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[No Vietname] combatemos uma guerra militar; os nossos opositores combateram uma guerra política. Procurámos o desgaste físico; os nossos opositores apontaram à nossa exaustão psicológica. Ao longo do processo, esquecemo-nos de uma das máximas principais da luta de guerrilha: a guerrilha vence desde que não perca; o exército convencional perde se não consegue vencer.

Henry Kissinger

The Viet Nam Negotiations, Foreign Affairs, Janeiro de 1969

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A impressão era sempre modificada à vista da bela e educada
juventude que me acompanhava, quase todos elementos citadinos
e cultos, pois é notório que, entre os corpos voluntários que
tive a honra de comandar em Itália, os camponeses sempre falharam,
graças aos reverendos ministros da mentira.
 
Giuseppe Garibaldi
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Israel, tendo atacado, apoderou-se, em 6 dias de combate, dos objectivos que pretendia alcançar. Presentemente, organiza, nesses territórios que tomou, a ocupação, que não pode resultar sem opressão, repressão e expulsão, e onde se manifesta, contra ele, uma resistência que, por seu turno, [Israel] apelidará de terrorismo.

Charles de Gaulle - Conferência de imprensa de 27-11-1967

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...de mil maneiras e por muitas razões, as conquistas são prejudiciais. Porque é muito fácil fazer conquistas sem aumentar a respectiva força, mas quem conquista império e, ao mesmo tempo, não aumenta a sua força, caminha para a ruína.

Maquiavel, Discursos sobre a Primeira Década de Tito Lívio

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Padre Antônio Vieira

Se servistes a Pátria, que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis, ela o que costuma.

Padre António Vieira

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