Bem-vindo ao nosso site de HISTÓRIA

Neste site, os visitantes encontrarão diversos textos por mim publicados, desde 1995, em jornais e revistas, ou, simplesmente, difundidos por e-mail para os meus amigos. Das obras publicadas, como autor ou como tradutor, conto apresentar alguns breves extractos criteriosamente seleccionados.

DAVID MARTELO

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A BATALHA DO PORTO 

12 de Maio de 1809
 
Episódio importante da 2.ª Invasão Francesa, a travessia do Douro, de Gaia para o Porto, na manhã de 12 de Maio de 1809, dava bem para argumento de um filme. Na impossibilidade prática de o fazer, achei que também dava um razoável PowerPoint. À vossa consideração.
 
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A GUERRA QUE FORJOU O SÉCULO XX

Ao completar-se um século sobre o final da 1.ª Guerra Mundial, é oportuno meditarmos um pouco sobre a reformulação do mundo que se lhe seguiu. É nesse contexto que pretendo socorrer-me da visão que o general de Gaulle teve desse período da história, quando considerou que as duas guerras, de 1914 a 1945, seriam apenas uma, a Guerra dos Trinta Anos do nosso século. Usando um raciocínio análogo, também agora lhe poderemos acrescentar a Guerra Fria, que foi a sua consequência, para vermos, nesta tríade de conflitos, o veículo estruturante do século XX, designadamente no período que vai de 1914 a 1989.

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DAS GUERRAS DE INTERVENÇÃO

Antoine-Henri Jomini

            De todas as guerras que um Estado possa empreender, a mais conveniente e a que mais vantagens lhe proporciona é, sem dúvida, a guerra de intervenção num conflito que já está em curso. A explicação é fácil de compreender: um Estado que intervém deste modo coloca na balança todo o peso do seu poderio em conjunto com o da potência ao lado da qual se vai bater; faz a sua entrada na guerra quando assim o deseja e assim que se lhe depara o momento mais oportuno para proporcionar uma acção decisiva aos meios que decide empenhar.

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1918 – DO PRENÚNCIO DE DERROTA MILITAR AO ARMISTÍCIO

Em Setembro de 1918, as notícias vindas da frente de combate causaram a maior ebulição na sociedade e nos meios políticos germânicos. Os partidos políticos conservadores acusaram os socialistas e os progressistas de serem os responsáveis pela derrocada, porque, devido ao seu derrotismo, tinham enfraquecido a vontade de combater dos Alemães e a sua confiança no Alto-Comando.

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1918 Derrota e Armistício.pdf (660157)

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NOVAS ARMAS E TECNOLOGIAS NAS VÉSPERAS DA 1.ª GUERRA MUNDIAL

Quando se discutia a importância das novas armas e tecnologias, não faltavam exemplos que sugeriam que os progressos alcançados tinham criado condições que perspectivavam um campo de batalha onde tudo parecia favorecer a adopção de uma atitude defensiva.

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NÃO CUMPRIR O DEVER, NO PLANO DA SEGURANÇA NACIONAL, POR MEDO DE PERDER ELEIÇÕES

Winston Churchill

Em 1936, num debate parlamentar, Winston Churchill confronta o governo britânico e o primeiro-ministro Stanley Baldwin com o incumprimento de promessas em matéria de segurança do espaço aéreo. A resposta de Baldwin foi historicamente decepcionante.

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1932 – SALAZAR PRESIDENTE DO CONSELHO DE MINISTROS

Ao iniciar-se o ano de 1932, a Ditadura Militar, apesar de não conseguir evitar alguns sobressaltos revolucionários, a caminha agora a ritmo seguro para uma normalização institucional. O prestígio de Salazar não cessa de crescer. Apesar de não ter, ainda, atingido o topo da sua carreira política, as forças civis e militares que suportam o poder julgam ser chegado o momento da «canonização política» do ministro das Finanças —, passo que antecede, naturalmente, a sua inevitável subida a presidente do Ministério.

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A GRANDE GUERRA NO MÉDIO ORIENTE

Nos primeiros dias de Agosto de 1914, havia grande expectativa no tocante à posição que viria a adoptar o Império Turco perante o deflagrar do conflito. Ocupando uma posição de importância geográfica verdadeiramente decisiva, as convulsões internas decorrentes da revolta dos Jovens Turcos não aconselhavam o imediato empenhamento num conflito que apanhara de surpresa a maior parte dos países.

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Agitada e sensacional entrevista com Adolfo Hitler, chefe dos nacionais-socialistas

António Ferro

Entrevista de António Ferro a Adolph Hitler, publicada no Diário de Notícias de 23 de Novembro de 1930.

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Agitada e sensacional entrevista com Adolfo Hitler.pdf (180719)

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AS MÁGOAS DO IMPÉRIO

Introdução

Este texto constitui a Introdução e Capítulo I de As Mágoas do Império, livro que publiquei em 1998. Passados que foram 20 anos, parece-me oportuno recordar o seu conteúdo, a propósito do debate que tem vindo a decorrer sobre o nosso passado colonial.

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ÁFRICA, 1963

NA GUERRA, NÃO HÁ SUBSTITUTO PARA A VITÓRIA

Depois das acções de terrorismo desencadeadas contra a presença portuguesa em Angola, em 1961, a insurreição vai estender-se a outras parcelas ultramarinas. Ao entusiasmo sentido pelas tropas em 1961 — vencer a guerra, rapidamente, e regressar a casa em triunfo será sempre a mola principal do ânimo de qualquer força combatente — vai suceder-se o espírito de rotina em que se contam os dias que faltam para o regresso à metrópole.

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Adriano Miranda Lima

Neste texto, o coronel Adriano Miranda Lima faz uma análise inteligente e de uma elegância notável a algumas passagens da obra de António Lobo Antunes, nas quais o renomado escritor descreve a sua experiência como médico militar durante a comissão que cumpriu em Angola, durante a Guerra Colonial. Lobo Antunes achou que podia fantasiar aquilo que apresenta como memórias, não lhe ocorrendo que estava a usar o seu prestígio de escritor para difundir inverdades de dimensão inaceitável e não poucas vezes espantosamente ridículas e fáceis de desmentir.

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A FICÇÃO DE LOBO ANTUNES E A GUERRA COLONIAL-1.pdf (1665993)

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HÁ CEM ANOS

INÍCIO DA OFENSIVA FINAL

No início de Agosto de 1918, começara a desenhar-se um cenário de desequilíbrio favorável aos Aliados. O peso da intervenção das tropas americanas começava a fazer-se sentir. 

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GUARDA-CHUVA

Nuno Santa Clara

Desde o início da chamada Guerra Fria que os europeus se habituaram a depender dos Estados Unidos da América para a sua defesa e segurança.

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O OCIDENTE DA PENÍNSULA IBÉRICA ANTES DO NASCIMENTO DE PORTUGAL

Como unidade geográfica bem definida, a Península Ibérica constitui, porventura, no contexto europeu continental, o espaço territorial que, nos seus 580.934 km2, mais se aproxima do conceito de ilha – ou mesmo uma «espécie de continente menor», como lhe chamou Pierre Vilar.

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1940 – OS “MILAGRES” DA “GUERRA RELÂMPAGO”

A abordagem tradicional do surpreendente êxito da manobra alemã de Maio de 1940 tem-nos apresentado essa operação a Ocidente como o resultado de um cuidadoso planeamento e da aplicação de um novo conceito estratégico – a Blitzkrieg ou Guerra Relâmpago. Esta versão dos acontecimentos foi contrariada por Karl-Heinz Frieser, historiador germânico, o qual, através da sua obra Blitzkrieg-Legende. Der Westfeldzug 1940 (A lenda do blitzkrieg – A campanha de 1940 no Ocidente), nos proporciona uma outra visão dos acontecimentos.

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A NATO E O COLONIALISMO

O EXEMPLO DE PORTUGAL E DE GOA

Winfried Heinemann

Durante uma conferência de imprensa em Nova Delhi, em 24 de Fevereiro de 1954, o primeiro-ministro canadiano, Louis St. Laurent, referiu-se, inadvertidamente, a Goa como “colónia”, e insistiu que Goa não estava abrangida pelo Tratado do Atlântico Norte. Esta atitude levou a um vigoroso protesto do governo português. Obviamente, como podia a NATO apoiar o direito britânico a Gibraltar e, simultaneamente, questionar o muito mais antigo direito de Portugal a Goa? 

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VERÃO DE 1918 – ÚLTIMOS TEMPOS DE EQUILÍBRIO

 As sucessivas acções ofensivas do exército alemão na Primavera de 1918 provocaram-lhe um desgaste e um volume de baixas, para as quais já não era possível encontrar recompletamentos. Nos últimos seis meses, os efectivos globais do exército alemão haviam caído de 5.100.000 de homens para 4.200.000. Na Frente Italiana, os Austríacos são detidos no rio Piave. E Ernest Hemingway andava por lá.

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EM BUSCA DO HISTORICAMENTE CORRECTO

     A polémica originada pela anunciada criação de um Museu das Descobertas vem decorrendo dentro dos limites estreitos dos estudiosos da História, aos quais se juntaram, como seria inevitável, algumas personagens menos qualificadas, provenientes da área política, que dispõem de lugares cativos na bancada dos media portugueses.

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1930 – O MESTRE-ESCOLA FALA AOS MILITARES

         Apostado em instituir um regime de preponderância civil – de que a criação da União Nacional, em Julho de 1930, era peça fundamental –, Salazar não esquece que terá de domar as Forças Armadas que haviam feito o 28 de Maio e, muito especialmente, o seu corpo de oficiais.

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ORGIAS DE GUERRA

Henry Ford

Actualmente, oponho-me mais à guerra do que antigamente, e penso que as pessoas em todo o mundo sabem – mesmo que não seja essa a opinião dos políticos – que a guerra nunca resolve nenhum problema. Foi a guerra que construiu no mundo os processos obedientes e lucrativos que encontramos nos dias de hoje – uma massa desconexa e desconjuntada.

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SALAZAR E A CONQUISTA DO PODER

Em 25 de Março de 1928, Carmona é eleito Presidente da República. Depois de formalmente empossado, constitui novo governo presidido pelo general Vicente de Freitas. Para a pasta das Finanças retorna Oliveira Salazar, sendo empossado a 27 de Abril. Mas aceita o cargo sob pesadas condições: direito de veto sobre todas as despesas públicas e controlo total dos orçamentos ministeriais.

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1911 – A OFENSIVA A TODO O CUSTO

Entusiasmado com as concepções estratégicas de Foch, o tenente-coronel Grandmaison apresentou pela primeira vez, em Fevereiro de 1911, as ideias mestras da doutrina da ofensiva a todo o custo (ofensive à outrance) no quadro de duas conferências proferidas no Centro de Altos Estudos Militares. 

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1936 – HITLER REOCUPA A RENÂNIA

Winston Churchill

Em 7 de Março de 1936, duas horas depois de ter proposto aos países signatários do tratado de Locarno um pacto de vinte e cinco anos, Hitler anunciou no Reichstag que tinha a intenção de reocupar a Renânia, e, no mesmo instante em que pronunciava o seu discurso, uma coluna alemã de 35.000 homens penetrava na zona interdita e fazia a sua entrada nas principais cidades renanas. 

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VALMY 1792 – BERÇO DA GUERRA TOTAL

Logo na 1.ª batalha das Guerras da Revolução Francesa, foi possível constatar que se havia iniciado algo de novo em matéria militar. Goethe, que acompanhava as tropas prussianas, não teve dúvidas em registar: Deste lugar e deste dia em diante começa uma nova era na história do mundo, e todos vocês podem afirmar que presenciaram o seu princípio

Começara a guerra total.

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FASCISMO – UMA DOUTRINA DE RAIVA E MEDO

Madeleine Albright

Na obra “Fascism: A Warning”, publicado no passado mês de Abril, a ex-Secretária de Estado de Bill Clinton, que teve de abandonar a sua Checoslováquia natal, em 1939, no seguimento da invasão hitleriana, aborda o tema do Fascismo e os sinais do seu recrudescimento no mundo de hoje. O texto que aqui se reproduz é parte substancial do Capítulo Um da referida obra.

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EVOLUÇÃO DOS ELEMENTOS ESSENCIAIS DO COMBATE

NO INÍCIO DO SÉCULO XX

Desde que o homem começou a utilizar a guerra como instrumento da política, não tem cessado de evoluir o peso e a preponderância relativa dos chamados Elementos Essenciais do Combate (EEC). São eles: o fogo, o choque, o movimento, a protecção e o comando/ligação.

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A DIMENSÃO GEOPOLÍTICA DO 25 DE ABRIL E A TEMPESTADE QUE SE APROXIMA

Alocução proferida no IASFA/Porto, por ocasião do convívio de oficiais comemorativo do 44.º aniversário do 25 de Abril

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AS FORÇAS ARMADAS ALEMÃS RECRIADAS POR HITLER

Winston Churchill

            No plano militar, a violação mais flagrante do Tratado de Versalhes consistiu na instauração do serviço militar obrigatório, em 16 de Março de 1935. Mas as medidas tomadas para desenvolver e reorganizar o exército alemão não apresentavam unicamente um interesse técnico. Tratava-se, para a Alemanha, de definir o papel exacto das Forças Armadas no Estado nacional-socialista. 

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A Wehrmacht.pdf (241006)

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DEFICIENTES DAS FORÇAS ARMADAS

A GERAÇÃO DA RUTURA

            Faz todo o sentido associar o lançamento da obra DEFICIENTES DAS FORÇAS ARMADAS - A GERAÇÃO DA RUTURA à comemoração de mais um aniversário da Revolta Militar de 25 de Abril. A guerra, os seus mortos e feridos, a sísmica ruptura de 1974 e a constituição da Associação dos Deficientes das Forças Armadas, fazem parte do extraordinário movimento que, numa madrugada de Abril, explodiu em clamores de Liberdade.

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Livro ADFA.pdf (46387)

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Texto da apresentação da obra no Salão Nobre do Quartel de Santo Ovídio, no Porto, em 16-03-2018

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Da descolonização.pdf (110063)

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O COMBATE DAS ANTAS

Cerco do Porto – 24 de Março de 1833

Em Março de 1833, o exército liberal vai atacar fora do perímetro das Linhas do Porto para ocupar as "alturas das Antas", terreno elevado que tinha domínio de vistas e fogos sobre o sector nordeste das posições das tropas de D. Pedro, e que corresponde, no Porto actual, à zona da Praça Francisco Sá Carneiro e Monte Aventino.

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Combate Antas.pdf (1713787)

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O REARMAMENTO NAVAL ALEMÃO (1935)

Winston Churchill

Neste artigo, Churchill revela a sua revolta por o governo britânico, sem consultar a França, seu aliado, e sem informar a Sociedade das Nações, se ter empenhado num acordo particular com a Alemanha, para tornar caducas as cláusulas navais do tratado de Versalhes.

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Rearmamento naval alemão 1935.pdf (270597)

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1918 – ALGO DE NOVO NA FRENTE OCIDENTAL

Ao iniciar-se o quinto ano de guerra, a ideia da ruptura das linhas inimigas e do regresso à guerra de movimento continuava a ser, na Frente Ocidental, o objectivo principal de ambos os contendores. A Rússia vai capitular, o CEP está prestes a enfrentar a sua maior provação e os EUA começam a empenhar-se nos combates.

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1918 Algo de novo.pdf (2246309)

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1935 – PROVOCAÇÃO E RESPOSTA

Winston Churchill

Os três anos de trabalho de sapa, de preparativos secretos ou velados, estão agora concluídos. Hitler sente-se, finalmente, suficientemente forte para lançar o seu primeiro desafio público. Em 9 de Março de 1935, é anunciada oficialmente a constituição da aviação militar alemã, e, em 16, declara-se que o princípio fundamental do Exército será, daqui em diante, o serviço nacional obrigatório.

Provocação e resposta 1935.pdf (115808)

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SANTOS COSTA – A CHEGADA AO PODER

Em 1936, ao ser empossado como Subsecretário de Estado da Guerra, Fernando dos Santos Costa tem então 36 anos de idade e fora promovido a capitão apenas em 1933. Nos dias de hoje — mesmo para os que guardam memória dos tempos da Revolução de 1974 —, parecerá inconcebível que as Forças Armadas aceitassem no governo, nas funções de Secretário de Estado da Defesa, um simples capitão de infantaria.

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Santos Costa.pdf (75900)

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A DEFESA NACIONAL E A PROTECÇÃO DIVINA

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1941 – AMEAÇA DE GUERRA PAIRA SOBRE TIMOR

Em 4 de Novembro de 1941, Anthony Eden convoca o embaixador português em Londres, Armindo Monteiro, declarando que lhe vai colocar «um caso de grande seriedade». A mais de um mês do ataque japonês a Pearl Harbour, é firme a convicção do governo britânico sobre a iminência da eclosão da guerra no Pacífico.

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A DITADURA MILITAR E OS ALICERCES DO SALAZARISMO

Teve um arranque difícil o regime saído da revolta de 28 de Maio de 1926. A ausência de qualquer projecto político ou programa de governo seria fonte de intermináveis equívocos e iria propiciar uma inevitável instabilidade no manuseamento do recém-adquirido Poder. 
 
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O 25 DE ABRIL E A FÓRMULA DE PETROGRADO

Para o PCP, comparando com o que aconteceu na Rússia, o que se passou no 25 de Abril correspondia à revolução de Fevereiro. Faltava ainda fazer a Revolução de Outubro e por isso sempre se entendeu o 25 de Abril como um golpe de Estado. A revolução perdeu-se no 25 de Novembro... (de uma entrevista recente de Zita Seabra). 

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RAIDE PORTUGUÊS A CONACRI

NOVEMBRO DE 1970

A ideia de executar uma incursão em território da República da Guiné surgiu em Agosto de 1969 como um golpe de mão destinado a libertar os mais de vinte prisioneiros de guerra portugueses que estavam em Conacri, na posse do PAIGC. Outro objectivo que parecia fácil de atingir era a destruição das lanchas-rápidas P6 do PAIGC e KOMAR da República da Guiné.

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Recensão do Prof. Doutor Luís Alves de Fraga, publicada na Revista Militar
 

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Exige muito de ti e espera pouco dos outros. Assim evitarás muitos aborrecimentos.

Confúcio

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Centenas das fortunas americanas datam da Guerra Civil; milhares de novas fortunas datam da Guerra Mundial. Ninguém pode negar que a guerra é um negócio lucrativo para quem adora esse tipo de dinheiro. A guerra é tanto uma orgia de dinheiro como é uma orgia de sangue.

Henry Ford, My life and work, 1922

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“Os portugueses sempre tiveram uma maneira muito sua de fazer as coisas. Mesmo aquele sangrento espetáculo ibérico, a tourada, adquire em Portugal uma característica especial, cavalheiresca, pois o touro nunca é morto. Na semana passada, um grupo estreitamente coordenado de oficiais do exército aplicou essa tradição civilizada a um ato muitas vezes violento: um golpe militar”. 

Newsweek - 6 de Maio de 1974

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A Honra é a poesia do Dever.

Alfred de Vigny

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O discurso do arrependimento do Ocidente é esclerosante. É preciso libertar-se dele e pensar para além da vitimização. [...] A pergunta que devemos colocar a nós próprios não é: porque sou mal acolhido; mas é: porque parto, porque deixo a minha terra?

Kamel Daoud, argelino, combatente por um islão iluminista

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Estou absolutamente convencido de que a Espanha é o país mais forte do mundo. Século após século tenta destruir-se e não há maneira de o conseguir.

Otto von Bismark

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Resultado de imagem para henry kissinger

[No Vietname] combatemos uma guerra militar; os nossos opositores combateram uma guerra política. Procurámos o desgaste físico; os nossos opositores apontaram à nossa exaustão psicológica. Ao longo do processo, esquecemo-nos de uma das máximas principais da luta de guerrilha: a guerrilha vence desde que não perca; o exército convencional perde se não consegue vencer.

Henry Kissinger

The Viet Nam Negotiations, Foreign Affairs, Janeiro de 1969

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– E você, por que é que se tornou revolucionário?

– Por decoro, senhora marquesa, por decoro.

Ramón Maria del Valle-Inclán

La corte de los milagros 

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Revolução é uma ideia que encontrou as suas baionetas.

Napoleão Bonaparte

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Israel, tendo atacado, apoderou-se, em 6 dias de combate, dos objectivos que pretendia alcançar. Presentemente, organiza, nesses territórios que tomou, a ocupação, que não pode resultar sem opressão, repressão e expulsão, e onde se manifesta, contra ele, uma resistência que, por seu turno, [Israel] apelidará de terrorismo.

Charles de Gaulle - Conferência de imprensa de 27-11-1967

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Os homens nunca fazem nada de bem senão por necessidade.

Nicolau Maquiavel 

Discursos sobre a Primeira Década de Tito Lívio - L. I - Cap. III

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...de mil maneiras e por muitas razões, as conquistas são prejudiciais. Porque é muito fácil fazer conquistas sem aumentar a respectiva força, mas quem conquista império e, ao mesmo tempo, não aumenta a sua força, caminha para a ruína.

Maquiavel, Discursos sobre a Primeira Década de Tito Lívio

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You don’t ‘prevent’ anything by war except peace

Harry Truman - Memórias

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Padre Antônio Vieira

Se servistes a Pátria, que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis, ela o que costuma.

Padre António Vieira

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