O COMBATE DAS ANTAS

Cerco do Porto – 24 de Março de 1833

Em Março de 1833, o exército liberal vai atacar fora do perímetro das Linhas do Porto para ocupar as "alturas das Antas", terreno elevado que tinha domínio de vistas e fogos sobre o sector nordeste das posições das tropas de D. Pedro, e que corresponde, no Porto actual, à zona da Praça Francisco Sá Carneiro e Monte Aventino.

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A COOPERAÇÃO ANGLO-LUSA NA GUERRA PENINSULAR E SUA INFLUÊNCIA NAS UNIDADES DE CAÇADORES

A estreita ligação da força expedicionária britânica com o novo exército português constituído a partir de 1808 pode ter ficado a dever-se, em grande parte, às características apresentadas pelos soldados portugueses, quando confrontadas com as necessidades da própria campanha. De facto, na sua maioria originários de regiões montanhosas e de marcada ruralidade, os novos recrutas traziam para as fileiras muitas das melhores características da Infantaria Ligeira.

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Cerco do Porto

A grande ofensiva miguelista de 29 de Setembro de 1832 a Rua do Heroísmo

A aproximação do dia de S. Miguel (29 de Setembro) decidiu o comandante realista, Visconde de Peso da Régua, a desencadear um forte ataque às linhas liberais, com o intuito de celebrar condignamente o dia do santo cujo nome era igual ao do seu soberano.
 
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Infantaria 18

e a revolta de 31 de Janeiro de 1891

Na sequência do ultimato britânico de 11 de Janeiro de 1890, o Partido Republicano procurou polarizar em si o descontentamento popular, orientando-o contra as instituições da monarquia que acusavam de não ter sabido defender os interesses nacionais em África. O jornal A República Portuguesa fez-se eco desse sentimento de revolta, publicando cartas e manifestos vindos de diversos pontos do país. Foi imediatamente visível que muitos dessas manifestações de orgulho ferido provinham de militares da guarnição do Porto, na sua maioria pertencentes à classe de sargentos.

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PONTE DE AMARANTE – 1809

UMA OPERAÇÃO MUITO ESPECIAL

Num Teatro de Operações convencional, uma ponte a ligar as duas margens de um rio constitui, na maior parte dos casos, um elemento de grande importância estratégica. Quem defende atrás dessa ponte planeia a sua destruição para negar a sua utilização ao inimigo. Quem ataca, inversamente, tudo faz para a conseguir capturar intacta, pois dela necessita para prosseguir o avanço. A captura de uma ponte ameaçada de destruição tem sido, por conseguinte, tema de muitas acções que podemos enquadrar no conceito de Operações Especiais. No estudo dos grandes conflitos anteriores à 2.ª Guerra Mundial, raramente se nos deparam descrições de acções militares deste tipo. Entre as poucas conhecidas e passadas em Portugal, avulta a acção da Ponte de Amarante. Embora protagonizada pelo exército francês, reveste-se de inegável interesse.
 
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CERCO DO PORTO – O TERRENO

            Por alturas do cerco, a zona urbana da cidade do Porto era bem mais reduzida do que nos dias de hoje. Partindo da margem direita do Douro, de poente para nascente, poderíamos definir os limites da cidade seguindo o percurso seguinte: Calçada das Virtudes – Hospital de Santo António – Maternidade Júlio Dinis – Rua Aníbal Cunha – Ramada Alta – Lapa – Rua da Escola Normal – Bonfim – Prado do Repouso. Algumas das freguesias rurais – como Campanhã e Paranhos – estavam já ligadas ao Porto-cidade por estradas bordejadas por muitas habitações.

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