AS MÁGOAS DO IMPÉRIO

Introdução

Este texto constitui a Introdução e Capítulo I de As Mágoas do Império, livro que publiquei em 1998. Passados que foram 20 anos, parece-me oportuno recordar o seu conteúdo, a propósito do debate que tem vindo a decorrer sobre o nosso passado colonial.

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O CONLUIO ANGLO-GERMÂNICO SOBRE AS COLÓNIAS PORTUGUESAS (1898-1914)

Em 1898, o conde Hatzfel e o Sr. Balfour assinaram um acordo secreto que dividia as colónias portuguesas em esferas de influência económica entre nós e a Inglaterra. Como o governo de Portugal não possuía nem o poder nem os meios para as desenvolver ou administrar adequadamente, tinha admitido, algum tempo antes, vendê-las para pôr as finanças numa base sólida. Foi obtido um acordo, entre nós e a Inglaterra, definindo os interesses de ambas as partes. Este acordo era de grande valor, tendo em conta que Portugal, como era opinião geral, estava inteiramente dependente da Inglaterra. (Príncipe Lichnowsky)

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COLÓNIAS OU PROVÍNCIAS?

 

             Finda a 2.ª Guerra Mundial, a aprovação da Carta das Nações Unidas (1945) e da Declaração Universal dos Direitos do Homem (1948) vai criar o quadro político e legislativo internacional que aponta para o fim do colonialismo tradicional.

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FERNANDO PESSOA E A IDEIA DE PORTUGAL COMO GRANDE POTÊNCIA

O jornalista Augusto da Costa levou a cabo, entre 1926 e 1933, um inquérito sobre as potencialidades de um Império Português, traduzido no convite a 16 personalidades, da cultura, da política e das Forças Armadas, para que respondessem a um breve questionário de 4 perguntas por ele preparado. As respostas e os comentários de Augusto Costa viriam a ser publicados, em 1934, numa obra intitulada Portugal Vasto Império. Uma dessas personalidades foi Fernando Pessoa, do qual publicamos a respectiva resposta.
 
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A PROBLEMÁTICA DEFESA DO IMPÉRIO

1.ª Parte

Parece consensual a ideia de que a expansão portuguesa no mundo se processou com a adopção de medidas que, aqui e ali, se revelaram ser erros de juízo, ou, muito simplesmente, fruto da ambição desmedida. Mas seria injusto não reconhecer que, desde o início, a tarefa era demasiado grandiosa para as nossas reduzidas capacidades, em homens e meios financeiros.

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A PROBLEMÁTICA DEFESA DO IMPÉRIO

2.ª Parte

Só a partir do chamado período da Regeneração (1851-1868) foi possível reconhecer que ainda existiam vastos territórios em África com os quais talvez fosse viável recomeçar o Império.

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A PROBLEMÁTICA DEFESA DO IMPÉRIO

3.ª Parte

O resultado dessa nova fase da nossa presença em África foi permitir a constatação de que a organização militar existente no terreno tinha nulo valor operacional, não cumpria a missão de impor a soberania nacional e se encontrava minada pelo total desvirtuamento das qualidades exigíveis aos corpos militares e aos seus membros.

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COLONIZAÇÃO E CRISTIANIZAÇÃO

A propagação da fé cristã, eleita desde o início da expansão como uma das principais razões do empreendimento, acabou por ser tão mal sucedida como os outros desideratos a ela associados.

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COLONIZAÇÃO E POVOAMENTO

Exceptuando os casos dos arquipélagos dos Açores e da Madeira e, um pouco mais tarde, os de Cabo Verde e S. Tomé e Príncipe — todos eles compostos por ilhas desertas — resulta evidente que, até ao arranque da colonização do Brasil, não era política prioritária da coroa portuguesa a fixação de súbditos nacionais nas novas terras de além-mar. 

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A pena de Mouzinho

                                                        Numa mão sempre a espada e noutra a pena

                                                                       Camões, Lus. VII – 79-8

            Da leitura da célebre carta que, em 1901, Mouzinho de Albuquerque endereçou ao príncipe D. Luís Filipe, pode concluir-se que, para o herói de Chaimite, o período da Regeneração correspondia a um cenário de valores bem aquém dos seus rígidos padrões morais. Sabemos como, do ponto de vista da História de Portugal, é controversa uma tão severa conclusão, sobretudo se nos ativermos às reformas estruturais e progressos tecnológicos ocorridos durante o aludido ciclo político. Quando, todavia, recordamos a frase-chave da carta para o príncipe, não devemos deixar de reconhecer que a atenção de Mouzinho estava, toda ela, condicionada por uma vontade de servir que só se justificava num quadro de heroísmo tipicamente militar. 

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