DA MORALIDADE E IMORALIDADE DA COLONIZAÇÃO NA ERA DOS DESCOBRIMENTOS

Os portugueses, pouco depois de darem início às navegações no Atlântico, perceberam como era importante a sustentação moral do empreendimento. Pediram, mesmo, à Santa Sé, que desse o seu público assentimento à grande aventura marítima que pretendiam levar a cabo. Essa manobra diplomática seria coroada de êxito com a publicação, no espaço de menos de quatro anos, de três bulas papais.

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PORTUGAL PRECISA DE SE DESCOLONIZAR?

Nos últimos tempos, há quem esteja tentando descobrir mais uma “causa fracturante”, para limar mais umas arestas da sociedade. Desta vez, porém, a questão vem bulir com a nossa História, com a nossa identidade como Nação e com a ideia de Pátria, como memória comum de todo um povo.

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TRÊS SURPRESAS RAZOAVELMENTE PROVÁVEIS

Pearl Harbor – 11 de Setembro – Capitólio
O ataque japonês a Pearl Harbor, em 7 de Dezembro de 1941, os atentados terroristas da al-Qaeda nos EUA, em 11 de Setembro de 2001, e o assalto ao Capitólio de Washington D.C., em 6 de Janeiro de 2021, apesar das suas diferentes motivações, são todas elas consideradas datas negras da história americana. As falhas de segurança que se produziram nas três circunstâncias deixaram o mundo inteiro a interrogar-se: como foi possível?
 
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DA ARMADILHA DE TUCÍDIDES À IMPRESCINDIBILIDADE DA VITÓRIA

No início da obra História da Guerra do Peloponeso, o autor descreve o imperativo de “ir para a guerra” que, modernamente, tem vindo a ser descrito como a armadilha de Tucídides, levando alguns autores contemporâneos a verem na China actual [potência revolucionária] a Atenas de então, sendo Esparta o equivalente dos EUA [potência instalada].

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O NOSSO DELÍRIO SUICIDA

Ernesto Galli della Loggia

O que é que sucedeu para que se chegasse a aceitar, ou mesmo a muitas vezes promover, o derrube das estátuas de Colombo e de Churchill, considerando-os patifes inapresentáveis? A pensar que ensinar as obras de Homero, de Dante e de Shakespeare, ou a executar a música de Mozart, constituísse uma discriminação ofensiva para quem tem uma cor de pele diferente do branco? Para que se difundisse a ideia de que a nossa história não seja mais do que um cúmulo de erros e de horrores? De onde é que vem este delírio suicida do “politicamente correcto” que está a devastar a imagem que o Ocidente tem de si próprio, contribuindo para o paralisar ideologicamente no palco mundial? [Publicado no Corriere della Sera de 3 de Abril de 2021]

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2.ª GUERRA CIVIL AMERICANA

Ao tomar conhecimento dos termos do Tratado de Versalhes e da pesada punição que o mesmo impunha à Alemanha, o marechal Foch não hesitou em profetizar: “Não é um Tratado de Paz; é um armistício por 20 anos.” Perante o que está a suceder nos Estados Unidos da América, desde 25 de Maio, é tentador fazer uma comparação entre a Guerra Civil Americana de 1861-1865 e o conflito social e político que está em curso, com muitas lembranças icónicas dessa guerra. Em vez dos “vinte anos de armistício” previstos por Foch, teríamos, agora, um interregno de 155 anos.

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COVID 19 – ENCOBRIMENTOS E INDEMNIZAÇÕES DE “GUERRA”

Os serviços de informação estratégica, vulgarmente designados por “intelligence”, constituem um instrumento de primeira importância para as potências conduzirem a sua diplomacia, para anteciparem as ameaças e, quando adequado, para fazerem a transição da paz para a guerra. Não surpreende, por conseguinte, que uma superpotência como os EUA possua nada menos do que 17 agências dedicadas a essas tarefas.

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PLENOS PODERES

A Itália que foi berço do fascismo encontra-se, de novo, à beira de uma tentação totalitária. A demissão do primeiro-ministro Giuseppe Conte, anunciada pelo próprio, em 20 de Agosto, no Senado italiano, consubstancia mais uma das inúmeras crises governamentais em que o país se vem envolvendo com perigosa frequência, sobretudo depois do desaparecimento dos partidos tradicionais, na sequência da enorme convulsão do sistema partidário ocorrida no início dos anos 1990.

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HÁ 45 ANOS, INICIÁMOS O GUERREXIT E A DITADUREXIT

David Martelo

Alocução proferida no IASFA/Porto, por ocasião do convívio de oficiais comemorativo do 45.º aniversário do 25 de Abril

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A DIMENSÃO GEOPOLÍTICA DO 25 DE ABRIL E A TEMPESTADE QUE SE APROXIMA

Decorridos 44 anos sobre a madrugada libertadora de 25 de Abril, é natural que uma celebração como aquela em que nos encontramos possa servir para diversos olhares – uns com a visão dinâmica de uma tarefa que nunca está terminada e outros com a crença, muito bem sublinhada pelo escritor espanhol Javier Cercas, de que “o passado é uma dimensão do presente e, sem o passado, o presente fica mutilado”.

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PROBLEMA NOSSO

Continuando uma tradição com quase quatro décadas, celebramos no presente convívio o 40.º aniversário da arrancada libertadora do Movimento dos Capitães e do erguer de um dos padrões mais significativos da nossa história de quase nove séculos. Nessa arrebatadora aventura, iniciada por Afonso Henriques, a consolidação da independência e o alargamento do território, de aquém e de além-mar, foi, desde sempre e fundamentalmente, problema dos que arriscavam a vida de armas na mão.

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CAMARADAS E CAMARADOS

Durante a Convenção do Bloco de Esquerda, o deputado Pedro Filipe Soares iniciou a sua intervenção com o seguinte vocativo: “Camaradas e Camarados”. A expressão causou algum espanto e não poucos sorrisos, mas não demorou muito tempo a percebermos que, para além de se não tratar de um lapso, estávamos no limiar de um novo cenário civilizacional.

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A DEFESA NACIONAL E A PROTECÇÃO DIVINA

No período que decorreu entre a invasão anglo-holandesa de Timor (17 de Dezembro de 1941) e a subsequente invasão japonesa (20 de Fevereiro de 1942), o embaixador britânico em Portugal, Ronald Campbell, partiu para Londres, para consultas com o seu governo. Antes de viajar, enviou para o Foreign Office um longo memorando sobre Portugal, a sua história desde o século XVII, as características do regime político e a atitude do país em relação à guerra.

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EM BUSCA DO HISTORICAMENTE CORRECTO

     A polémica originada pela anunciada criação de um Museu das Descobertas vem decorrendo dentro dos limites estreitos dos estudiosos da História, aos quais se juntaram, como seria inevitável, algumas personagens menos qualificadas, provenientes da área política, que dispõem de lugares cativos na bancada dos media portugueses.

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A POSIÇÃO DE PORTUGAL NO MUNDO

— Análise geoestratégica à luz da História —

Afirmava Napoleão que a geografia de um país era a condicionante principal da sua política. Efectivamente, os territórios onde se encontram sediadas as diversas unidades políticas, além da sua diversificada extensão, apresentam, em paralelo, condicionamentos ao seu bem-estar e progresso, resultantes, em grande parte, da sua morfologia e do seu posicionamento geográfico em termos regionais. 

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O “PENTAVIRATO” DE TANCOS E AS VIRTUDES PERIGOSAS

Após longos anos de debate nacional sobre economia e finanças públicas, o desaparecimento de diversas munições, explosivos e outros artefactos militares do Paiol de Tancos veio trazer para a ribalta mediática a situação das Forças Armadas (FA). E, como esse debate nunca é feito com seriedade – isto é, na ausência de qualquer acontecimento anómalo –, a falta de qualidade das intervenções tem sido inevitável. 

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Forças Armadas – Opinião Pública e Opinião Publicada

Tratando-se a existência de Forças Armadas (FA) de algo intimamente ligada ao próprio conceito de nação livre e soberana, é importante termos uma ideia sobre qual seja o tipo de sentimentos que os cidadãos têm relativamente à Instituição Militar e aos seus servidores. Utilizei, para este trabalho, os resultados do “Inquérito à População Portuguesa sobre Defesa e Forças rmadas”, produzido, em 2009, pelo CIES (Centro de Investigação e Estudos de Sociologia) e pelo ISCTE/IUL (Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa/Instituto Universitário de Lisboa).
 
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MEMÓRIA DE S. BENTO – O CHUMBO DO PEC IV

...o povo, muitas vezes, enganado por uma falsa imagem de bem, ambiciona algo que irá provocar a sua própria ruína. E se não lhe for mostrado com clareza o que é mau e o que é bom, por alguém em quem tenha confiança, fica a república exposta a infinitos perigos e danos. 

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A CONSCRIÇÃO ESTARÁ DE VOLTA?

Há poucos dias, ficámos a saber que a Suécia, que havia suspendido o Serviço Militar Obrigatório (SMO) em 2010, irá, a partir do próximo ano, repor a conscrição, alargando a obrigatoriedade do serviço nas fileiras aos jovens de ambos os sexos. As razões para tal decisão prendem-se não só com o crescendo de tensão na zona do Báltico, Ucrânia e Crimeia, devido aos interesses da Rússia naquelas regiões, mas também com a insuficiente quantidade de voluntários para preencher as necessidades das Forças Armadas suecas.

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