A DIMENSÃO GEOPOLÍTICA DO 25 DE ABRIL E A TEMPESTADE QUE SE APROXIMA

Decorridos 44 anos sobre a madrugada libertadora de 25 de Abril, é natural que uma celebração como aquela em que nos encontramos possa servir para diversos olhares – uns com a visão dinâmica de uma tarefa que nunca está terminada e outros com a crença, muito bem sublinhada pelo escritor espanhol Javier Cercas, de que “o passado é uma dimensão do presente e, sem o passado, o presente fica mutilado”.

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PROBLEMA NOSSO

Continuando uma tradição com quase quatro décadas, celebramos no presente convívio o 40.º aniversário da arrancada libertadora do Movimento dos Capitães e do erguer de um dos padrões mais significativos da nossa história de quase nove séculos. Nessa arrebatadora aventura, iniciada por Afonso Henriques, a consolidação da independência e o alargamento do território, de aquém e de além-mar, foi, desde sempre e fundamentalmente, problema dos que arriscavam a vida de armas na mão.

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CAMARADAS E CAMARADOS

Durante a Convenção do Bloco de Esquerda, o deputado Pedro Filipe Soares iniciou a sua intervenção com o seguinte vocativo: “Camaradas e Camarados”. A expressão causou algum espanto e não poucos sorrisos, mas não demorou muito tempo a percebermos que, para além de se não tratar de um lapso, estávamos no limiar de um novo cenário civilizacional.

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A DEFESA NACIONAL E A PROTECÇÃO DIVINA

No período que decorreu entre a invasão anglo-holandesa de Timor (17 de Dezembro de 1941) e a subsequente invasão japonesa (20 de Fevereiro de 1942), o embaixador britânico em Portugal, Ronald Campbell, partiu para Londres, para consultas com o seu governo. Antes de viajar, enviou para o Foreign Office um longo memorando sobre Portugal, a sua história desde o século XVII, as características do regime político e a atitude do país em relação à guerra.

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EM BUSCA DO HISTORICAMENTE CORRECTO

     A polémica originada pela anunciada criação de um Museu das Descobertas vem decorrendo dentro dos limites estreitos dos estudiosos da História, aos quais se juntaram, como seria inevitável, algumas personagens menos qualificadas, provenientes da área política, que dispõem de lugares cativos na bancada dos media portugueses.

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O “PENTAVIRATO” DE TANCOS E AS VIRTUDES PERIGOSAS

Após longos anos de debate nacional sobre economia e finanças públicas, o desaparecimento de diversas munições, explosivos e outros artefactos militares do Paiol de Tancos veio trazer para a ribalta mediática a situação das Forças Armadas (FA). E, como esse debate nunca é feito com seriedade – isto é, na ausência de qualquer acontecimento anómalo –, a falta de qualidade das intervenções tem sido inevitável. 

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Forças Armadas – Opinião Pública e Opinião Publicada

Tratando-se a existência de Forças Armadas (FA) de algo intimamente ligada ao próprio conceito de nação livre e soberana, é importante termos uma ideia sobre qual seja o tipo de sentimentos que os cidadãos têm relativamente à Instituição Militar e aos seus servidores. Utilizei, para este trabalho, os resultados do “Inquérito à População Portuguesa sobre Defesa e Forças rmadas”, produzido, em 2009, pelo CIES (Centro de Investigação e Estudos de Sociologia) e pelo ISCTE/IUL (Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa/Instituto Universitário de Lisboa).
 
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MEMÓRIA DE S. BENTO – O CHUMBO DO PEC IV

...o povo, muitas vezes, enganado por uma falsa imagem de bem, ambiciona algo que irá provocar a sua própria ruína. E se não lhe for mostrado com clareza o que é mau e o que é bom, por alguém em quem tenha confiança, fica a república exposta a infinitos perigos e danos. 

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A CONSCRIÇÃO ESTARÁ DE VOLTA?

Há poucos dias, ficámos a saber que a Suécia, que havia suspendido o Serviço Militar Obrigatório (SMO) em 2010, irá, a partir do próximo ano, repor a conscrição, alargando a obrigatoriedade do serviço nas fileiras aos jovens de ambos os sexos. As razões para tal decisão prendem-se não só com o crescendo de tensão na zona do Báltico, Ucrânia e Crimeia, devido aos interesses da Rússia naquelas regiões, mas também com a insuficiente quantidade de voluntários para preencher as necessidades das Forças Armadas suecas.

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