CRÓNICAS DOS FEITOS POR GUIDAGE OU OS DIFÍCEIS CAMINHOS DA LIBERDADE – I

Por Salgueiro Maia

A acção decorre na Guiné no ano da graça de 1973, num Maio em fim de época de chuvas. A subunidade a que pertenço tem oficialmente a sua comissão terminada, está no que se chama “mata‑bicho”. O dia 5 de Maio nasceu calmo; no entanto, cedo se notou uma azáfama anormal de meios aéreos. Pelas 07.00 ouviu‑se forte tiroteio, pelo que, tendo‑me dirigido ao rádio, ouvi grossa confusão de pedidos, de apoio aéreo, de apoio de artilharia, de evacuação, etc. 

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DA REVOLUÇÃO RESTAURADORA

À BATALHA FINAL

Por Adriano Miranda Lima

1.ª Parte

O propósito do autor é apresentar breves notas sobre a Restauração, revisitando, em curtas sínteses, a historiografia dos acontecimentos mais relevantes, nacionais e internacionais, que contextualizam este período da História de Portugal, desde a revolução restauradora de 1 de Dezembro de 1640 à decisiva batalha de Montes Claros.

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DA REVOLUÇÃO RESTAURADORA À BATALHA FINAL

Por Adriano Miranda Lima

2.ª Parte

A DEFESA MILITAR DO REINO

Quando D. João IV assumiu os destinos da nação, a capacidade militar do reino era muito limitada pois, durante o regime filipino, a pouco e pouco fora sendo desguarnecido o dispositivo de defesa fronteiriça, muitas vezes com a finalidade de utilizar forças militares portuguesas nas guerras europeias em que a Espanha estava envolvida. 

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DA REVOLUÇÃO RESTAURADORA À BATALHA FINAL
Por Adriano Miranda Lima

3.ª Parte

A BATALHA DE MONTES CLAROS

Em 1659, a Espanha libertou-se das guerras com a França, mediante o tratado dos Pirenéus, ao mesmo tempo que resolveu os conflitos na Catalunha e em Itália. Menos sobrecarregada, decidiu assim reunir todos os esforços para uma derradeira tentativa de reconquistar Portugal.
 
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FASCISMO – UMA DOUTRINA DE RAIVA E MEDO

Madeleine Albright

Em Janeiro de 1991, George H. W. Bush disse ao Congresso que “o fim da Guerra Fria foi uma vitória da humanidade... e a liderança da América foi decisiva para que fosse possível.” Do outro lado do Atlântico, Havel acrescentou, “a Europa está a tentar criar uma ordem historicamente nova através do processo de unificação... a Europa em que ninguém mais poderoso será capaz de oprimir alguém menos poderoso, na qual não voltará a ser possível resolver disputas pela força.”

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Agitada e sensacional entrevista com Adolfo Hitler, chefe dos nacionais-socialistas

António Ferro

Entrevista de António Ferro a Adolph Hitler, publicada no Diário de Notícias de 23 de Novembro de 1930.

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DAS GUERRAS DE INTERVENÇÃO

Antoine-Henri Jomini

            De todas as guerras que um Estado possa empreender, a mais conveniente e a que mais vantagens lhe proporciona é, sem dúvida, a guerra de intervenção num conflito que já está em curso. A explicação é fácil de compreender: um Estado que intervém deste modo coloca na balança todo o peso do seu poderio em conjunto com o da potência ao lado da qual se vai bater; faz a sua entrada na guerra quando assim o deseja e assim que se lhe depara o momento mais oportuno para proporcionar uma acção decisiva aos meios que decide empenhar.

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ORGIAS DE GUERRA

Henry Ford

Actualmente, oponho-me mais à guerra do que antigamente, e penso que as pessoas em todo o mundo sabem – mesmo que não seja essa a opinião dos políticos – que a guerra nunca resolve nenhum problema. Foi a guerra que construiu no mundo os processos obedientes e lucrativos que encontramos nos dias de hoje – uma massa desconexa e desconjuntada.

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GUARDA-CHUVA

Nuno Santa Clara

Desde o início da chamada Guerra Fria que os europeus se habituaram a depender dos Estados Unidos da América para a sua defesa e segurança.

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A PROPÓSITO DE UM LIVRO DE DAVID MARTELO - A ESPADA AINDA TEM DOIS GUMES?

Aniceto Afonso
 
O David Martelo lançou em 1999 o seu terceiro livro a que chamou “A Espada de Dois Gumes”. Teve a gentileza de me convidar para fazer a sua apresentação. Publico agora o texto que me serviu de base para essa apresentação, tanto em Lisboa, como no Porto.
 
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A NATO E O COLONIALISMO

O EXEMPLO DE PORTUGAL E DE GOA

Winfried Heinemann

Durante uma conferência de imprensa em Nova Delhi, em 24 de Fevereiro de 1954, o primeiro-ministro canadiano, Louis St. Laurent, referiu-se, inadvertidamente, a Goa como “colónia”, e insistiu que Goa não estava abrangida pelo Tratado do Atlântico Norte. Esta atitude levou a um vigoroso protesto do governo português. Obviamente, como podia a NATO apoiar o direito britânico a Gibraltar e, simultaneamente, questionar o muito mais antigo direito de Portugal a Goa? 

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MARY PARKER FOLLETT

Tradução de David Martelo

Mary Parker Follett é uma das poucas mulheres que ascenderam ao estatuto de guru na opinião de muitos académicos, profissionais e pensadores da gestão. Peter Drucker apelidou-a de profeta da gestão.

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TOCQUEVILLE E O EXÉRCITO (1)

POR QUE É QUE OS PAÍSES DEMOCRÁTICOS DESEJAM NATURALMENTE A PAZ, E OS EXÉRCITOS DEMOCRÁTICOS NATURALMENTE A GUERRA

Alexis de Tocqueville

Em Da Democracia na América, publicada entre 1835 e 1840, Alexis de Tocqueville analisa o sistema político americano dos anos 30 do século XIX, lançando um olhar arguto para o seu exército. 

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TOCQUEVILLE E O EXÉRCITO (2)

DE QUAL É, NOS EXÉRCITOS DEMOCRÁTICOS, A CLASSE MAIS GUERREIRA E A MAIS REVOLUCIONÁRIA 

Alexis de Tocqueville

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TOCQUEVILLE E O EXÉRCITO (3)

O que torna os exércitos democráticos mais fracos do que os outros exércitos ao entrar em campanha e mais temíveis quando a guerra se prolonga

Alexis de Tocqueville
Um povo aristocrático que, lutando contra uma nação democrática, não conseguir derrotá-la nas primeiras campanhas, arrisca-se sempre a ser por ela vencido.
 
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OS MEDOS DA CLASSE MÉDIA BAIXA E A ASCENSÃO DA EXTREMA-DIREITA

Stefan Zweig


Trata-se de uma passagem da obra O Mundo de Ontem, na qual o autor aborda as circunstâncias em que a classe média baixa austríaca se deixa seduzir pelos movimentos populistas e nacionalistas de extrema-direita. É um relato de uma Europa de há mais de 100 anos, mas que não se consegue ler sem pensar no presente.

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Adriano Miranda Lima

Neste texto, o coronel Adriano Miranda Lima faz uma análise inteligente e de uma elegância notável a algumas passagens da obra de António Lobo Antunes, nas quais o renomado escritor descreve a sua experiência como médico militar durante a comissão que cumpriu em Angola, durante a Guerra Colonial. Lobo Antunes achou que podia fantasiar aquilo que apresenta como memórias, não lhe ocorrendo que estava a usar o seu prestígio de escritor para difundir inverdades de dimensão inaceitável e não poucas vezes espantosamente ridículas e fáceis de desmentir.

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1961 – IMPRESSÕES SOBRE A SITUAÇÃO EM GOA

Carlos Alexandre de Morais

Desembarcado em Goa em Março de 1961, o autor, então capitão do Exército, recorda as impressões colhidas antes da invasão levada a cabo pela União Indiana, em Dezembro do mesmo ano.
 
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HISTÓRIA DA GALIZA

Manuel Recuero Astray e Baudilio Barreiro Mallón

1. A independência de Portugal    2. As peregrinações a Santiago de Compostela

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DAS GUERRAS DE OPINIÃO

Antoine-Henri Jomini

Embora as guerras de opinião, as lutas nacionais e as guerras civis facilmente se confundam como sendo um mesmo tipo de conflito, o certo é que diferem umas das outras o bastante para justificar que nos ocupemos delas separadamente.

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O APOIO DA ITÁLIA À REBELIÃO

DO GENERAL FRANCO

Ciro Paoletti

            O “pronunciamento militar” organizado pelos generais, em 17 de Julho de 1936, tinha sido um sucesso nos territórios ultramarinos, mas só parcialmente nos metropolitanos, onde grande parte do Exército, a quase totalidade da Marinha e toda a Aeronáutica se haviam mantido fiéis ao legítimo governo da República.  Significava isto que, se não se encontrasse um modo de transportar para o continente europeu as tropas sublevadas, as zonas de Espanha caídas nas mãos dos rebeldes seriam, a breve trecho, retomadas pelos de Madrid.

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AGOSTO DE 1914

       Charles de Gaulle     

Chegou a hora! As ordens são cumpridas sem hesitação. E o soldado, escorado pelo rigor fecundo da disciplina militar, marcha, com o passo firme, rumo ao seu destino.

            O primeiro choque é uma imensa surpresa.

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Old soldiers never die...

Douglas MacArthur

 

Em 19 de Abril de 1951, durante a Guerra da Coreia, o general Douglas MacArthur proferiu uma mensagem de despedida perante o Congresso dos EUA. Oito dias antes, havia sido demitido pelo presidente Harry Truman, por ter publicamente criticado a recusa do presidente ao seu pedido para o bombardeamento da República Popular da China com armas nucleares. No texto dessa despedida – que constitui uma das mais notáveis peças de oratória militar do século XX –, MacArthur faz uma alargada exposição das suas razões e despede-se com a recordação de uma balada de caserna que proclamava que “os velhos soldados nunca morrem. Apenas se apagam.” [Old soldiers never die... Just fade away]

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Conselho do infante D. Pedro sobre a expedição a Tânger (1437)

            Decorridos 22 anos sobre a conquista de Ceuta, a coroa portuguesa volta a interessar-se por nova operação na costa setentrional de Marrocos, manobra justificada por D. Duarte como necessária justamente para fortalecer a posição daquela praça. Tratava-se, agora, de ir sobre Tânger. No Conselho realizado em Leiria, o infante D. Pedro discorda veementemente da operação. Essa discordância foi recordada por Rui de Pina, na sua Crónica de El-Rei D. Duarte, constituindo uma peça essencial no contexto do debate sobre a Expansão Portuguesa.

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DIÁRIO DE FRANCO NOGUEIRA

25 de Agosto de 1965

Trabalho no Forte do Estoril com o chefe do governo. Conversámos e conversámos sobre o problema ultramarino e a nossa posição internacional. Sobre a luta em África, diz Salazar: «A verdade é que os nossos militares não se têm batido completamente bem, salvo excepções, é claro. Não. Talvez apenas o Schultz na Guiné. Aí tem havido muita pancada. Mas em Moçambique ainda não se meteram bem dentro do assunto. E em Angola andam muito de um lado para o outro, estão sempre a contar as tropas, mas não se atiram aonde o inimigo se encontra». Sobre a situação política interna: «As oposições, está claro, fazem o jogo americano. É o dinheiro, são os whiskies americanos. Mas há pessoas isentas, de responsabilidade e até da situação, que também vão nas mesmas ideias. Dizem que tudo se resolveria se proferisse uma palavra, uma palavrinha mágica: a de que oportunamente encararíamos a independência de Angola e Moçambique. Se disséssemos isso, tudo se resolveria. Pois têm razão: tudo se resolveria, na verdade, por perda e abandono. Mas tenho receio, temos de caminhar mais depressa. Tenho medo que aqui se perca a paciência. E temos que baratear a guerra, senão esgotamo-nos, e não aguentamos. E aqui dentro não se teria paciência». 

FRANCO NOGUEIRA, Um político confessa-se (Diário: 1960-1968), 3.ª Ed., Civilização, Porto, 1987, pp. 140-141.

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