DA REVOLUÇÃO RESTAURADORA

À BATALHA FINAL

Por Adriano Miranda Lima

1.ª Parte

O propósito do autor é apresentar breves notas sobre a Restauração, revisitando, em curtas sínteses, a historiografia dos acontecimentos mais relevantes, nacionais e internacionais, que contextualizam este período da História de Portugal, desde a revolução restauradora de 1 de Dezembro de 1640 à decisiva batalha de Montes Claros.

Para ler o artigo, clicar em:

MONTES CLAROS 1P.pdf (378209)

"""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""

Agitada e sensacional entrevista com Adolfo Hitler, chefe dos nacionais-socialistas

António Ferro

Entrevista de António Ferro a Adolph Hitler, publicada no Diário de Notícias de 23 de Novembro de 1930.

Para ler o artigo, clicar em:

Agitada e sensacional entrevista com Adolfo Hitler.pdf (180719)

vvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvv

DAS GUERRAS DE INTERVENÇÃO

Antoine-Henri Jomini

            De todas as guerras que um Estado possa empreender, a mais conveniente e a que mais vantagens lhe proporciona é, sem dúvida, a guerra de intervenção num conflito que já está em curso. A explicação é fácil de compreender: um Estado que intervém deste modo coloca na balança todo o peso do seu poderio em conjunto com o da potência ao lado da qual se vai bater; faz a sua entrada na guerra quando assim o deseja e assim que se lhe depara o momento mais oportuno para proporcionar uma acção decisiva aos meios que decide empenhar.

Para ler o artigo, clicar em:

DAS GUERRAS DE INTERVENÇÃO.pdf (66209)

""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""

ORGIAS DE GUERRA

Henry Ford

Actualmente, oponho-me mais à guerra do que antigamente, e penso que as pessoas em todo o mundo sabem – mesmo que não seja essa a opinião dos políticos – que a guerra nunca resolve nenhum problema. Foi a guerra que construiu no mundo os processos obedientes e lucrativos que encontramos nos dias de hoje – uma massa desconexa e desconjuntada.

Para ler o artigo, clicar em

Orgias de Guerra.pdf (88388)

******************************************************************

GUARDA-CHUVA

Nuno Santa Clara

Desde o início da chamada Guerra Fria que os europeus se habituaram a depender dos Estados Unidos da América para a sua defesa e segurança.

Para ler o artigo, clicar em:

Guarda_Chuva.pdf (55122)

++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++

DE QUANTAS ESPÉCIES SÃO AS REPÚBLICAS E A QUAL DELAS PERTENCEU A REPÚBLICA ROMANA

Nicolau Maquiavel

Não pretendo tratar daquelas cidades que tiveram o seu princípio na dependência de outras. Falarei, sim, daquelas cuja fundação ocorreu longe de qualquer servidão externa e que logo começaram a governar-se livremente, como repúblicas ou como principados, as quais, do mesmo modo que tiveram inícios diversos, também tiveram leis e ordenamentos diferentes.

Para ler o artigo, clicar em

De quantas espécies são as repúblicas.pdf (112752)

>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>><<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<

A PROPÓSITO DE UM LIVRO DE DAVID MARTELO - A ESPADA AINDA TEM DOIS GUMES?

Aniceto Afonso
 
O David Martelo lançou em 1999 o seu terceiro livro a que chamou “A Espada de Dois Gumes”. Teve a gentileza de me convidar para fazer a sua apresentação. Publico agora o texto que me serviu de base para essa apresentação, tanto em Lisboa, como no Porto.
 
Para ler artigo, seguir para o "Fio da História" em
 
»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»«««««««««««««««««««««««««««««««

TUCÍDIDES EM PORTUGAL

Raul Miguel Rosado Fernandes

 

Para ler o artigo, clicar em

Tucídides em Portugal.pdf (103647)

^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^

De como os cidadãos que tenham desempenhado os mais elevados cargos não devem, depois, desdenhar o desempenho de cargos menores

Nicolau Maquiavel

Para ler o artigo, clicar em;

Desempenho_cargos_menores.pdf (136433)

ssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssss

De como, muitas vezes, o povo, enganado por uma falsa ideia de bem, acaba por contribuir para a sua própria ruína; e de como as grandes esperanças e as atraentes promessas facilmente o entusiasmam

Nicolau Maquiavel

... quando o destino faz com que o povo não tenha fé em ninguém, como por vezes acontece, por ter sido enganado no passado – pelas circunstâncias ou pelos homens –, é inevitável a ruína. 

Para ler o artigo, clicar em

Falsa ideia de bem.pdf (170978)

####################################################

Tradução de David Martelo

Mary Parker Follett é uma das poucas mulheres que ascenderam ao estatuto de guru na opinião de muitos académicos, profissionais e pensadores da gestão. Peter Drucker apelidou-a de profeta da gestão.

Para ler a introdução da obra clicar em

9190_PDF.pdf (934598)

*********************************************************************

De como são tanto de louvar os fundadores duma república ou dum reino como os duma tirania são de condenar

Nicolau Maquiavel

            Dentre todos os homens louváveis, são de maior merecimento aqueles que foram líderes e fundadores das religiões. Logo depois, vêm aqueles que fundaram repúblicas ou reinos. A seguir a estes, alcançaram a celebridade aqueles que, à frente dos exércitos, dilataram o seu reino ou a pátria.

Para ler o artigo, clicar em:

República X Tirania.pdf (165055)

************************************************************

FABRIZIO COLONNA E A MILÍCIA VIRTUOSA

Nicolau Maquiavel

Em 1516, Nicolau Maquiavel começou a frequentar as reuniões académicas dos jardins do palácio Rucellai (Orti Oricellari), autêntico cenáculo literário da Florença daquela época. Foi nos jardins de Cosimo Rucellai que, entre o final de Agosto e os primeiros dias de Setembro de 1516, com o condottiero Fabrizio Colonna como palestrante, decorreu a reunião cuja memória virá a ser publicada sob o título A Arte da Guerra.

Para ler o artigo, clicar em

MILÍCIA VIRTUOSA.pdf (148623)

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

TOCQUEVILLE E O EXÉRCITO (1)

POR QUE É QUE OS PAÍSES DEMOCRÁTICOS DESEJAM NATURALMENTE A PAZ, E OS EXÉRCITOS DEMOCRÁTICOS NATURALMENTE A GUERRA

Alexis de Tocqueville

Em Da Democracia na América, publicada entre 1835 e 1840, Alexis de Tocqueville analisa o sistema político americano dos anos 30 do século XIX, lançando um olhar arguto para o seu exército. 

Para ler o artigo, clicar em

Tocqueville e Exércitos 1.pdf (78189)

^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^

TOCQUEVILLE E O EXÉRCITO (2)

DE QUAL É, NOS EXÉRCITOS DEMOCRÁTICOS, A CLASSE MAIS GUERREIRA E A MAIS REVOLUCIONÁRIA 

Alexis de Tocqueville

Para ler o artigo, clicar em

Tocqueville e Exércitos 2.pdf (65561)

=================================================

TOCQUEVILLE E O EXÉRCITO (3)

O que torna os exércitos democráticos mais fracos do que os outros exércitos ao entrar em campanha e mais temíveis quando a guerra se prolonga

Alexis de Tocqueville
Um povo aristocrático que, lutando contra uma nação democrática, não conseguir derrotá-la nas primeiras campanhas, arrisca-se sempre a ser por ela vencido.
 
Para ler o artigo, clicar em:
 
 
*********************************************************************

PÉRICLES E A PERSPECTIVA DE GUERRA COM ESPARTA

Tucídides

Nesta passagem da História da Guerra do Peloponeso, Péricles desenvolve o que poderíamos designar por um "Estudo de Situação Estratégico", abrangendo todas as implicações de um possível conflito com os Peloponésios liderados por Esparta.

Para ler o artigo, clicar em

Péricles perspectiva guerra com Esparta.pdf (157684)

********************************************************************

OS MEDOS DA CLASSE MÉDIA BAIXA E A ASCENSÃO DA EXTREMA-DIREITA

Stefan Zweig


Trata-se de uma passagem da obra O Mundo de Ontem, na qual o autor aborda as circunstâncias em que a classe média baixa austríaca se deixa seduzir pelos movimentos populistas e nacionalistas de extrema-direita. É um relato de uma Europa de há mais de 100 anos, mas que não se consegue ler sem pensar no presente.

Para ler o artigo, clicar em

O medo de ontem Zweig.pdf (300487)

^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^

1961 – IMPRESSÕES SOBRE A SITUAÇÃO EM GOA

Carlos Alexandre de Morais

Desembarcado em Goa em Março de 1961, o autor, então capitão do Exército, recorda as impressões colhidas antes da invasão levada a cabo pela União Indiana, em Dezembro do mesmo ano.
 
Para ler o artigo, clicar em
 
 
========================================================

AS MURALHAS DE ATENAS – O “ESCUDO ANTIMÍSSIL” DA ANTIGUIDADE

Tucídides

Tucídides, na sua História da Guerra do Peloponeso, conta-nos as condições em que os Atenienses decidiram, em 479 aC, reconstruir as muralhas de Atenas destruídas durante a guerra com os Medas. Sendo uma medida defensiva, foi entendida por Esparta e outros Estados helénicos como uma vantagem demasiado elevada - algo de comparável a um "escudo antimíssil" do nosso tempo. Os sublinhados são da nossa responsabilidade.

Para ler o artigo, clicar em

Muralhas de Atenas.pdf (235722)

********************************************************************

Das vicissitudes que levaram à criação em Roma dos Tribunos da Plebe, o que tornou a república mais perfeita

Nicolau Maquiavel
 
Para ler o artigo, clicar em
 
 
vvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvvv

O estado da Grécia, desde os mais remotos tempos até ao início da Guerra do Peloponeso

Tucídides

Tucídides, um Ateniense, escreveu a história da guerra, entre os Peloponésios e os Atenienses, iniciando o seu trabalho logo que se começaram a guerrear, convicto de que seria uma guerra memorável, mais merecedora de relato do que todas as outras anteriormente travadas.

Para ler o artigo, clicar em

Grécia até início Guerra Peloponeso.pdf (988380)

sssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssss

HISTÓRIA DA GALIZA

Manuel Recuero Astray e Baudilio Barreiro Mallón

1. A independência de Portugal    2. As peregrinações a Santiago de Compostela

Para ler o artigo, clicar em

História da Galiza.pdf (101818)

====================================================

DAS GUERRAS DE OPINIÃO

Antoine-Henri Jomini

Embora as guerras de opinião, as lutas nacionais e as guerras civis facilmente se confundam como sendo um mesmo tipo de conflito, o certo é que diferem umas das outras o bastante para justificar que nos ocupemos delas separadamente.

Para ler o artigo, clicar em

DAS GUERRAS DE OPINIÃO.pdf (92122)

*******************************************************************

AGOSTO DE 1914

       Charles de Gaulle     

Chegou a hora! As ordens são cumpridas sem hesitação. E o soldado, escorado pelo rigor fecundo da disciplina militar, marcha, com o passo firme, rumo ao seu destino.

            O primeiro choque é uma imensa surpresa.

Para ler o artigo, clicar em

AGOSTO DE 1914.pdf (63390)

^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^

De como uma república ou um príncipe devem mostrar que fazem por liberalidade aquilo a que a necessidade os constringe

Nicolau Maquiavel
 
Para ler o artigo, clicar em
 

Soldos.pdf (142123)

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

DIÁLOGO MELIANO

Tucídides
 

Diálogo Meliano é uma passagem da História da Guerra do Peloponeso, de Tucídides, respeitante ao 16.º ano da guerra (416 a.C.) e constitui um dos episódios da obra mais conhecidos e estudados, sobretudo nos cursos de Ciência Política. Configura um dos exemplos mais crus do confronto entre o Liberalismo e o Realismo, no âmbito das Relações Internacionais. A peça ficou conhecida porDiálogo, dado que Tucídides lhe deu essa forma teatral, o que só valoriza o texto.

Para ler, clique em:

DIÁLOGO MELIANO.pdf (149,6 kB)

»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»

Da pobreza de Cincinato e de muitos cidadãos romanos

Nicolau Maquiavel

Cincinato arava a sua pequena propriedade, a qual não ultrapassava as quatro jeiras de terra, quando de Roma vieram os Legados do Senado a comunicar-lhe a eleição da sua ditadura e a mostrar-lhe em que perigo se encontrava a República romana.

Para ler o artigo, clique em

Da pobreza de Cincinato.pdf (152,2 kB)

««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««

Old soldiers never die...

 

Em 19 de Abril de 1951, durante a Guerra da Coreia, o general Douglas MacArthur proferiu uma mensagem de despedida perante o Congresso dos EUA. Oito dias antes, havia sido demitido pelo presidente Harry Truman, por ter publicamente criticado a recusa do presidente ao seu pedido para o bombardeamento da República Popular da China com armas nucleares. No texto dessa despedida – que constitui uma das mais notáveis peças de oratória militar do século XX –, MacArthur faz uma alargada exposição das suas razões e despede-se com a recordação de uma balada de caserna que proclamava que “os velhos soldados nunca morrem. Apenas se apagam.” [Old soldiers never die... Just fade away]

Para ler, clique em

Old soldiers never die.pdf (70524)

*********************************************************************

De como os Romanos faziam a guerra

Nicolau Maquiavel

Para ler o artigo, clicar em

De como os Romanos faziam a guerra.pdf (149236)

*********************************************************************

Conselho do infante D. Pedro sobre a expedição a Tânger (1437)

            Decorridos 22 anos sobre a conquista de Ceuta, a coroa portuguesa volta a interessar-se por nova operação na costa setentrional de Marrocos, manobra justificada por D. Duarte como necessária justamente para fortalecer a posição daquela praça. Tratava-se, agora, de ir sobre Tânger. No Conselho realizado em Leiria, o infante D. Pedro discorda veementemente da operação. Essa discordância foi recordada por Rui de Pina, na sua Crónica de El-Rei D. Duarte, constituindo uma peça essencial no contexto do debate sobre a Expansão Portuguesa.

Para ler o artigo, clicar em

Conselho do infante D Pedro expedição Tânger.pdf (77,3 kB)

***************************************************************

Contactos

A BIGORNA
Granja - V. N. Gaia

© 2015 Todos os direitos reservados.

Desenvolvido por Webnode