A BATALHA DE ARGEL

A pouco e pouco, a Argélia transformava-se numa espécie de província militar, onde o poder político civil ia cedendo as suas prerrogativas aos chefes da guarnição militar. Com toda a naturalidade, portanto, em Janeiro de 1957, perante o agravar da situação, o general Massu, à frente da 10.ª Divisão Pára-quedista, foi encarregado da manutenção da ordem em Argel. A operação de limpeza da capital argelina – que ficaria conhecida como batalha de Argel – esteve longe de ser um combate heróico.

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O general de Gaulle e a guerra na Argélia

1.ª Parte – Introdução

            Ao iniciar-se a guerra na Argélia, o exército francês estava a retirar da Indochina, depois da humilhante derrota de Dien-Bien-Phu (Maio de 1954). No espírito de muitos militares do quadro permanente desenvolveu-se, então, um forte sentimento de desforra, cuja aplicação prática – ao melhor estilo da guerra revolucionária de inspiração maoísta – incluiria o aliciamento da população através de uma mistura de acção psicossocial e de uma violência sem limites.

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O general de Gaulle e a guerra na Argélia

2.ª Parte – Em busca de uma vitória

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O general de Gaulle e a guerra na Argélia

3.ª Parte – Autodeterminação e revolta

 
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O general de Gaulle e a guerra na Argélia

4.ª Parte – À beira do abismo

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O general de Gaulle e a guerra na Argélia

5.ª Parte – Rebelião

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O general de Gaulle e a guerra na Argélia

6.ª Parte – Entre a democracia sem paz e a paz sem democracia

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O general de Gaulle e a guerra na Argélia

7.ª Parte – Os Acordos de Évian

 

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Pourquoi commémorer la guerre d'Algérie le 19 mars suscite une controverse

 

https://www.lefigaro.fr/vox/histoire/2016/03/18/31005-20160318ARTFIG00076-pourquoi-commemorer-la-guerre-d-algerie-le-19-mars-suscite-une-controverse.php

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O general de Gaulle e a guerra na Argélia

5.ª Parte – Rebelião

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