O PLANO GLOBAL DE D. JOÃO II

Face ao poderoso vizinho de Castela, agora unido à Coroa de Aragão – potência mediterrânica cujos domínios incluem os reinos de Aragão, Catalunha, Maiorca (Baleares), Sardenha e Sicília – e prestes a apropriar-se do reino mouro de Granada, D. João II tem a clara percepção de que esses acontecimentos alteram profundamente a situação regional em que Portugal vivera desde a sua fundação.

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O TRATADO DE ALCÁÇOVAS E OS DESCOBRIMENTOS

Na sequência da morte de Henrique IV de Castela e da crise sucessória daí resultante, o rei de Portugal, D. Afonso V, decidiu defender os direitos de sucessão da sobrinha D. Joana, contra os da infanta D. Isabel, irmã de Henrique IV. Para esse efeito, organizou um exército e, em fins de Maio de 1475, abalou para Castela. Da guerra que se seguiu, para além do malogro político, Portugal sai financeiramente arruinado, com diversas zonas fronteiriças devastadas pelos ataques castelhanos e com a rota da Guiné ameaçada pelos navios andaluzes. A paz era uma necessidade estratégica.

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A RAINHA D. CATARINA DE ÁUSTRIA E A UNIÃO IBÉRICA

            Na Corte de D. João III, a influência espanhola não se circunscreve aos aspectos culturais. A rainha D. Catarina, irmã de Carlos I de Espanha (Imperador Romano-Germânico como Carlos V), e o embaixador do soberano espanhol, D. Luís Sarmiento de Mendoza, não descuram os interesses políticos do país vizinho.

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Julho 1641 – CONSPIRAÇÃO CONTRA D. JOÃO IV

Tal como em 25 de Abril de 1974 não foi TODO o Exército que se revoltou para derrubar o Estado Novo, também em 1 de Dezembro de 1640 não foi TODA a Nobreza a revoltar-se contra Filipe IV de Castela. É certo que nos conjurados de 1640 se incluíam alguns jovens “capitães” e muitos deles eram “segundos filhos” de famílias relevantes na sociedade portuguesa. É de crer que, procurando bem, se poderiam encontrar outras semelhanças entre as motivações dos dois golpes, mas para o caso deste texto, importa justamente realçar uma diferença essencial: se em 25 de Abril de 1974 se buscava uma forma de alcançar a paz em África, a revolta de 1 de Dezembro de 1640 constituía o rastilho para uma inevitável guerra com Castela, de desfecho bem incerto.

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A UNIFICAÇÃO DEFINITIVA DE LEÃO E CASTELA E SEUS REFLEXOS NA GEOPOLÍTICA PENINSULAR

A união dos reinos de Leão e Castela, obtida sob Fernando I (1037-1065), não perduraria após a sua morte. A união definitiva viria a ocorrer em 1230. Fernando III, rei de Castela desde 1217, foi coroado rei de Leão, materializando, definitivamente, a união dos dois reinos. Nessa ocasião, o rei de Portugal, D. Sancho II, sente que se rompe, pela primeira vez, um certo equilíbrio geopolítico no contexto peninsular. 

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A QUESTÃO SUCESSÓRIA PORTUGUESA APÓS ALCÁCER QUIBIR

A morte de D. Sebastião na batalha de Alcácer Quibir deixa o reino perante o problema da sucessão. O rei não tinha irmãos nem tios-paternos vivos. Curiosamente, o parente vivo mais próximo era mesmo o tio-materno Filipe II de Espanha que, de acordo com a lei civil de então, herdou, efectivamente, os bens patrimoniais de D. Sebastião.
 
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O OCIDENTE DA PENÍNSULA IBÉRICA ANTES DO NASCIMENTO DE PORTUGAL

Como unidade geográfica bem definida, a Península Ibérica constitui, porventura, no contexto europeu continental, o espaço territorial que, nos seus 580.934 km2, mais se aproxima do conceito de ilha – ou mesmo uma «espécie de continente menor», como lhe chamou Pierre Vilar.

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O Iberismo depois de 1820

Desde a revolução de 1820, o iberismo em Portugal assume-se, primordialmente, como o ideário de uma certa elite intelectual, entre a qual se distinguem os nomes proeminentes de Antero de Quental, Oliveira Martins, Latino Coelho, Teófilo Braga, Henriques Nogueira. Outros se lhe opõem vivamente, como é o caso de Fernandes Tomás, Almeida Garrett, Alexandre Herculano, Rebelo da Silva, Anselmo Braamcamp, José Estêvão e tantos mais, travando-se, então, as mais contundentes polémicas. 

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1640 - LOS PORTUGUESES SE ALZAN !

No 1.º de Dezembro de 1640, naquilo que Oliveira Martins classificou como «uma conspiração palaciana, com a protecção dos Jesuítas e da França», um grupo de nobres e letrados toma de assalto o Paço da Ribeira e, rapidamente, neutraliza a duquesa de Mântua, representante de Filipe IV em Portugal.

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CRAVOS DE ESPANHA

O triunfo do Movimento das Forças Armadas (MFA), em 25 de Abril de 1974, não tardou a confirmar a queda da mais antiga das ditaduras da Europa Ocidental. Nessa data, não contando com os regimes de inspiração soviética, só havia mais duas: uma igualmente antiga – a ditadura de Franco, em Espanha – e outra relativamente recente, na Grécia, desde 1967.

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A DINASTIA FILIPINA – ENTRE A UNIÃO E A UNIFICAÇÃO

A relativa autonomia política que Filipe II jurara em Tomar vai ser progressivamente pervertida pelos seus sucessores.
 
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D. AFONSO V E A CRISE SUCESSÓRIA CASTELHANA DE 1474

A política de aliança com a Inglaterra – fortalecida com o casamento de D. João I com Filipa de Lencastre – não teria continuação ao nível do estreitamento dos laços familiares. Regressar à velha ligação com Aragão – o reino situado “nas costas” de Castela –, como fizera temporariamente D. Dinis, foi a política seguida no domínio das alianças por via matrimonial.

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Os funerais de D. Sebastião

Desde que, em 24 de Agosto de 1578, após a chegada da armada que transportara a expedição portuguesa a Marrocos, foi anunciada pela corte a morte do rei D. Sebastião, na infausta batalha de Alcácer Quibir, não pararam de circular boatos que desmentiam o teor da versão oficial.

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D. JOÃO IV E A TENTATIVA DE REUNIFICAÇÃO IBÉRICA

Após o golpe de 1 de Dezembro de 1640, D. João IV vai sentir as angústias decorrentes do desalinhamento internacional de Portugal. De facto, o reino já não pertence ao bloco da coroa espanhola, mas ainda não se inseriu no bloco antagónico. Talvez por isso, se entenda a surpreendente tentativa para negociar o casamento do príncipe herdeiro português, D. Teodósio, com a princesa Maria Teresa de Áustria, filha única e herdeira de Filipe IV.

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A ALIANÇA PENINSULAR COMO PRÓLOGO DA UNIÃO IBÉRICA

O apaziguamento com Castela, a partir de 1411, criou as condições geopolíticas que possibilitaram as conquistas no Norte de África, os Descobrimentos, o Império do Oriente e o início da colonização do Brasil, mas levou a um relacionamento familiar entre as duas Cortes peninsulares que veio a redundar na União Ibérica.

3.ª Parte

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2.ª Parte

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1.ª Parte

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A CRISE DA RESTAURAÇÃO PORTUGUESA NO CONTEXTO DA GUERRA DOS TRINTA ANOS

 

Introdução

Ao iniciarmos a abordagem do assunto em título, englobado no 2.º Tema do XVI Colóquio de História Militar – Portugal e os conflitos militares internacionais –, não podemos prescindir de uma breve análise ao posicionamento político de Portugal no espaço europeu, nos quase cem anos que antecederam a união com Castela. Nessa análise, falarei de Alianças, instrumento sempre presente na construção da paz e na sustentação dos conflitos armados. Faço-o por uma questão de metodologia, de modo a possibilitar o desenvolvimento da ideia-base que aqui procurarei expor, isto é:

1º. Saber se, a partir de 1640 e num contexto de guerra europeia, essa política era, de algum modo, “restaurável”;
2º. Não o sendo, que condicionantes geopolíticas e geoestratégicas pesavam na inevitável busca de uma alternativa.

O raciocínio assim esboçado assenta, naturalmente, na definição anterior de um DESTINO NACIONAL – a expansão marítima – obrigando, por conseguinte, a que as modalidades de acção da política externa sejam, todas elas, opções credíveis à efectivação desse fim.

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A separação de Portugal da Monarquia Hispânica e o seu demorado reconhecimento internacional

Em 7 de Junho de 1640 inicia-se, em Barcelona, a revolta da Catalunha. Com o exército filipino empenhado na campanha da Catalunha e em guerra com a França, as condições geopolíticas pareciam ser extremamente favoráveis a um levantamento vitorioso em Portugal.

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HISTÓRIA DA GALIZA

Manuel Recuero Astray e Baudilio Barreiro Mallón

1. A independência de Portugal    2. As peregrinações a Santiago de Compostela

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