DA ENGENHOSA E FIDALGA IDEIA DE NÃO HUMILHAR O AGRESSOR

No Outono de 2021, ao iniciar-se a parte essencialmente militar da crise que oporia a Rússia à Ucrânia, a diplomacia ocidental (OTAN+EU+Reino Unido) pretendeu fazer crer que, em caso de invasão, daria ao país invadido um grande apoio. Foram preparadas diversas sanções económicas e financeiras e os EUA foi mesmo ao ponto de informar o governo de Moscovo de que forneceria armas ao governo de Kiev, de modo a que este pudesse defender-se da prevista agressão.

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1939 – DOS ANSEIOS DE PAZ DE ADOLF HITLER

A 6 de Outubro de 1939, cinco dias depois de concluída a campanha da Polónia, Adolf Hitler pronunciou, perante os deputados do Reichstag, um discurso em que fazia convergir um claro sentimento de vitória com a magnanimidade de uma oferta de paz. 

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DA GUERRA, NA SUA FÓRMULA 2022

A guerra, na sua Fórmula 2022, trouxe-nos um cenário bem invulgar. Tratando-se, obviamente, de uma confrontação entre o Ocidente e a Rússia, o dito Ocidente – União Europeia, OTAN, EUA e alguns países europeus até há pouco neutrais (Suécia e Finlândia) – apressou-se a declarar, ainda antes de 24 de Fevereiro de 2022, a sua não-beligerância, embora dispostos a fornecer à Ucrânia diverso material de guerra. Sucessivamente, para demonstrar a sua condenação da agressão russa à Ucrânia, o Ocidente aplicou à Rússia uma série de pacotes de sanções económicas e financeiras. E, concomitantemente, vários dos países integrantes desse bloco – com destaque para a Alemanha – continuaram clientes do gás e do petróleo da Rússia, fornecendo-lhe diariamente cerca de mil milhões de euros de receita.

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DO GOLPE-DE-MÃO ESTRATÉGICO E OUTROS ENIGMAS

Com um intervalo de uma semana, tive a oportunidade de ler dois artigos que, apesar das notórias divergências de intenções dos seus autores, convergem num relato sobre as elevadas capacidades dos EUA no plano da obtenção de informação estratégica e da manobra política que, no caso do conflito Ucrânia-Rússia, lograram fazer, antes e depois do início da invasão. Um do articulista David Ignatius, publicado no Washington Post, e outro do major-general Carlos Branco, publicado no Jornal Económico.

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DO MODELO DE CULPABILIZAÇÃO DOS INVADIDOS – EUROPA 1939-2022

Pela primeira vez depois de 1945, a Europa voltou a ver um Estado a invadir outro, reivindicando pela força das armas um ajustamento de fronteiras e a protecção de minorias alegadamente ameaçadas. Embora tenham surgido, depois de 24-02-2022, opiniões que recusam como exageradas e insensatas as comparações entre Hitler e Putin, não há como não reconhecer que as semelhanças existem e devem ser tidas em conta, olhando para Hitler como ele era avaliado antes da guerra e no seu início, e não com o conhecimento que dele se teve após a derrota da Alemanha. 

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DA UTILIDADE DA DISSUASÃO

Para os estudiosos de História Militar, o conflito russo-ucraniano, em curso desde 24 de Fevereiro de 2022, tem apresentado, desde os seus primórdios, um conjunto de características de que quase não havia notícia em guerras anteriores.

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22 DE JUNHO DE 1941

PROCLAMAÇÃO DE HITLER AO POVO ALEMÃO SOBRE A INVASÃO DA RÚSSIA

Horas depois do início da invasão da Rússia, em Junho de 1941, Adolf Hitler apresenta ao povo alemão uma pormenorizada justificação para a ofensiva que se iniciava, apesar de vigorar entre os dois Estados o Tratado de Amizade celebrado em Agosto de 1939.

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HITLER – DISCURSO NO REICHSTAG EM 1 DE SETEMBRO DE 1939

A invasão da Polónia, que daria origem à 2.ª Guerra Mundial, havia começado poucas horas antes. Hitler discursa perante o Reichstag, explicando aos deputados a razão do emprego da força. Um texto que vale a pena recordar, quando a Europa regressa aos tempos de guerra.

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DO RESSENTIMENTO

A Europa e o Mundo estão a viver uma situação que possui diversos pontos de contacto com os acontecimentos que se produziram após a subida de Adolf Hitler ao poder, em 1933. O desfecho da 1.ª Guerra Mundial servira de impulso anímico para o ajuste de contas que é de esperar de um partido nacionalista. O ressentimento, tal como o medo, constitui poderoso esteio para a manipulação de multidões. 

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COITADINHO DO HITLER

Nestes dias em que a Europa e o Mundo temem a aproximação de uma nova guerra de elevada intensidade, o debate público na imprensa e na TV tem evidenciado a existência de duas correntes de opinião predominantes. Uma, alinhada com a OTAN e a União Europeia, tende a sublinhar as ameaças militares da Rússia e a comprovada predisposição de Putin para a violação de fronteiras, daí concluindo que se devem mover todos os esforços para lhe opor a resistência possível, sem recurso à guerra. Outra, pelo contrário, de indisfarçada simpatia pela Rússia de Putin, procura apontar como responsável pela crise a extensão da OTAN para Leste, a partir de 1999 (República Checa, Hungria e Polónia), com especial relevância no alargamento de 2004, quando aderiram três ex-repúblicas da URSS (Estónia, Letónia e Lituânia).

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CORTINADOS GEOPOLÍTICOS

A crise que opõe actualmente a Rússia aos aliados da OTAN, localizada sobre a fronteira da Ucrânia, na qual o governo de Moscovo alega sentir-se ameaçado pela proximidade geográfica dos novos membros da aliança, justifica uma revisão histórica dos acontecimentos que levaram a anteriores modificações na localização da divisória europeia entre blocos políticos. Porque o tema tem conotações de índole militar, iremos mesmo lançar mão da expressão ‘Linha de Contacto’ para definir essa divisória que materializa a separação de conjuntos de Estados potencialmente antagónicos.

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