CERTEZAS E MISTÉRIOS DO 11 DE MARÇO DE 1975

Ao findar 1974, o MFA (Movimento das Forças Armadas) já não escondia as fracturas ideológicas que, desde a hora da vitória, se haviam produzido no seu seio. Enquanto à direita se agrupavam os incondicionais seguidores do general Spínola e seus aliados de ocasião, a esquerda dividia-se entre os moderados, liderados ideologicamente por Melo Antunes, os vanguardistas de Vasco Gonçalves, próximos do PCP, e uma tendência populista e basista que tinha em Otelo Saraiva de Carvalho a principal figura de referência.

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Texto da apresentação da obra no Salão Nobre do Quartel de Santo Ovídio, no Porto, em 16-03-2018

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A REUNIÃO DE 5 DE MARÇO DE 1974

Enquanto a sociedade portuguesa se agitava com a leitura do livro de Spínola Portugal e o Futuro, o MOFA preparava o primeiro documento de conteúdo político e programático. Sendo seu redactor principal o major Melo Antunes, a respectiva difusão ocorreria durante um plenário realizado em Cascais, em 5 de Março de 1974.
 
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O 25 DE ABRIL E A FÓRMULA DE PETROGRADO

Para o PCP, comparando com o que aconteceu na Rússia, o que se passou no 25 de Abril correspondia à revolução de Fevereiro. Faltava ainda fazer a Revolução de Outubro e por isso sempre se entendeu o 25 de Abril como um golpe de Estado. A revolução perdeu-se no 25 de Novembro... (de uma entrevista recente de Zita Seabra). 

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A FUNÇÃO HISTÓRICA PORTUGUESA, O NOVÍSSIMO PRÍNCIPE E O 25 DE ABRIL

As decisões tomadas após 25 de Abril de 1974 relativamente aos territórios ultramarinos não podiam, portanto, ser do agrado de Adriano Moreira. A liberdade reconquistada facultar-lhe-ia a expressão completa da mágoa que sentia pela separação desses territórios.

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O VERÃO QUENTE DE 1975 NO PORTO

Os desenvolvimentos do processo político-militar iniciado em 25 de Abril de 1974 centraram-se, essencialmente, na região de Lisboa. Todavia, fazendo juz à tradição revolucionária da cidade do Porto -- 24 de Agosto de 1820, 16 de Maio de 1828, Cerco do Porto, 31 de Janeiro de 1891 e 3 de Fevereiro de 1927 --, também a Revolução dos Cravos haveria de registar significativos momentos, que tiveram por palco a cidade do Porto e como protagonistas os militares da Região Militar do Norte. O centralismo lisboeta, se se lembra muito bem do Norte em momentos de aflição, é pródigo em esquecê-lo quando chega a hora de registar a sua participação na História. Por isso, na passagem do 40.º aniversário desses acontecimentos, aqui se deixa uma memória desses dias de inquietação e esperança.

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DA TEORIA À PRÁTICA – SPÍNOLA PERANTE A RESPONSABILIDADE DO PODER

Sabemos hoje que Marcello Caetano, após ter concluído a leitura de Portugal e o Futuro, convocou para a sua residência os dois generais – Costa Gomes e Spínola – que ocupavam o vértice da estrutura militar. Era o dia 22 de Fevereiro de 1974. O então Presidente do Conselho descreveu essa entrevista do modo seguinte:
 
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O 25 DE ABRIL DOS CAPITÃES


A chegada de Marcelo Caetano ao poder, em 1968, proporcionou um momento de grande expectativa na sociedade portuguesa. Com a morte política de Salazar, parecia surgir no horizonte uma oportunidade, longamente esperada, de reforma do regime, rumo a um completo retorno à democracia.

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VITÓRIA TRAÍDA OU DERROTA EVITADA?

O fim dos Impérios Coloniais europeus, no quadro político internacional criado após o termo da 2.ª Guerra Mundial, foi acompanhado de diversas recriminações em países como a Grã-Bretanha, a França, a Bélgica, a Holanda, onde, com alguma diversidade de tom, se não deixaram de expressar correntes de pensamento que, na época, consideraram a liquidação desses Impérios como abandono desonroso e mesmo classificável com o ápodo de ‘traição’. 

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PALMA CARLOS – O “GOLPISTA” SENSATO

Sentindo-se impotente para resolver os graves problemas que tinha entre mãos, o primeiro-ministro Palma Carlos decidiu apresentar ao Conselho de Estado, a 8 de Julho de 1974, uma proposta de alteração do cenário constitucional, que permitisse ganhar tempo relativamente às disposições iniciais do programa do MFA.

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O 25 DE ABRIL E OS PRIMÓRDIOS DA DESCOLONIZAÇÃO

1.ª Parte – O plano do general Spínola

Quando, ao fim de 13 anos de guerra em África, a esperança de vitória por completo se desvanecera, coube a um restrito número de oficiais, organizados como Movimento das Forças Armadas (MFA), pôr termo a um regime político incapaz de encontrar solução para as suas contradições. O impasse militar em África constituíra, por esse motivo, o cimento aglutinador das várias sensibilidades políticas desse grupo de oficiais, apostados que estavam na implementação de uma estratégia de paz.

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O 25 DE ABRIL E OS PRIMÓRDIOS DA DESCOLONIZAÇÃO

2.ª Parte – O Programa do MFA e a questão colonial

O primeiro esboço de programa político do MFA é apresentado por Melo Antunes, a 22 de Março – já depois, portanto, de Marcelo Caetano ter demitido Costa Gomes e Spínola das funções de Chefe e Vice-Chefe do EMGFA – numa reunião restrita, em casa do major Vítor Alves, estando presentes representantes de todos os ramos das Forças Armadas.

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O 25 DE ABRIL E OS PRIMÓRDIOS DA DESCOLONIZAÇÃO

3.ª Parte – Incerteza e desconfiança

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O 25 DE ABRIL E OS PRIMÓRDIOS DA DESCOLONIZAÇÃO

4.ª Parte – Entre o debate sem paz e a paz sem debate

No seguimento da vitória do MFA, a 25 de Abril de 1974, a procura de uma solução para as guerras no Ultramar vai decidir-se, basicamente, em torno de duas grandes opções: uma via democrática e uma via revolucionária.

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O 25 DE ABRIL E OS PRIMÓRDIOS DA DESCOLONIZAÇÃO

5.ª Parte – As primeiras negociações

A 15 de Maio de 1974, António de Spínola é solenemente empossado como primeiro presidente da República saída da revolução de 25 de Abril. O seu discurso de posse contém os primeiros sinais de inflexão no tocante à questão ultramarina.

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MULHERES DE ABRIL

Alocução proferida no IASFA/Porto, por ocasião do convívio de oficiais

comemorativo do 42.º aniversário do 25 de Abril

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“FACILIDADES” DA DESCOLONIZAÇÃO

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