RUMO A ALCÁCER QUIBIR

Criado no culto do heroísmo e do carácter quase divino da pessoa real, D. Sebastião cedo se convence de que lhe estará destinado o papel de salvador do mundo cristão, ameaçado por mouros e turcos.

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OS VELHOS DO RESTELO

Um dos trechos mais controversos da literatura dos descobrimentos é, indubitavelmente, a narrativa que Camões faz, em Os Lusíadas, da partida de Lisboa das naus de Vasco da Gama que iniciavam a viagem inaugural à Índia.

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O PLANO GLOBAL DE D. JOÃO II

Face ao poderoso vizinho de Castela, agora unido à Coroa de Aragão – potência mediterrânica cujos domínios incluem os reinos de Aragão, Catalunha, Maiorca (Baleares), Sardenha e Sicília – e prestes a apropriar-se do reino mouro de Granada, D. João II tem a clara percepção de que esses acontecimentos alteram profundamente a situação regional em que Portugal vivera desde a sua fundação.

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CEUTA - UMA BOA POLÉMICA

Estão prestes a completar-se 600 anos sobre a data da conquista de Ceuta pelo exército de D. João I. Comummente considerado como o primeiro passo da expansão portuguesa, a expedição e as suas consequências foram, desde muito cedo, motivo de resitências e de acesos debates.

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Conselho do infante D. Pedro sobre a expedição a Tânger (1437)

            Decorridos 22 anos sobre a conquista de Ceuta, a coroa portuguesa volta a interessar-se por nova operação na costa setentrional de Marrocos, manobra justificada por D. Duarte como necessária justamente para fortalecer a posição daquela praça. Tratava-se, agora, de ir sobre Tânger. No Conselho realizado em Leiria, o infante D. Pedro discorda veementemente da operação. Essa discordância foi recordada por Rui de Pina, na sua Crónica de El-Rei D. Duarte, constituindo uma peça essencial no contexto do debate sobre a Expansão Portuguesa.

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