TRÉGUA DE NATAL NAS TRINCHEIRAS 

Dezembro de 1914
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1918 – DO PRENÚNCIO DE DERROTA MILITAR AO ARMISTÍCIO

Em Setembro de 1918, as notícias vindas da frente de combate causaram a maior ebulição na sociedade e nos meios políticos germânicos. Os partidos políticos conservadores acusaram os socialistas e os progressistas de serem os responsáveis pela derrocada, porque, devido ao seu derrotismo, tinham enfraquecido a vontade de combater dos Alemães e a sua confiança no Alto-Comando.

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INÍCIO DA OFENSIVA FINAL

No início de Agosto de 1918, começara a desenhar-se um cenário de desequilíbrio favorável aos Aliados. O peso da intervenção das tropas americanas começava a fazer-se sentir. 

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VERÃO DE 1918 – ÚLTIMOS TEMPOS DE EQUILÍBRIO

 As sucessivas acções ofensivas do exército alemão na Primavera de 1918 provocaram-lhe um desgaste e um volume de baixas, para as quais já não era possível encontrar recompletamentos. Nos últimos seis meses, os efectivos globais do exército alemão haviam caído de 5.100.000 de homens para 4.200.000. Na Frente Italiana, os Austríacos são detidos no rio Piave. E Ernest Hemingway andava por lá.

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1918 – ALGO DE NOVO NA FRENTE OCIDENTAL

Ao iniciar-se o quinto ano de guerra, a ideia da ruptura das linhas inimigas e do regresso à guerra de movimento continuava a ser, na Frente Ocidental, o objectivo principal de ambos os contendores. A Rússia vai capitular, o CEP está prestes a enfrentar a sua maior provação e os EUA começam a empenhar-se nos combates.

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VERÃO DE 1917

O CORPO EXPEDICIONÁRIO PORTUGUÊS, EM FRANÇA, ENTRA EM SECTOR

Vencendo tremendas dificuldades, o Corpo Expedicionário Português, em França, começa a assumir responsabilidades de um sector da Frente Ocidental a partir de 3 de Julho de 1917.

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OS ESTADOS UNIDOS EM GUERRA COM O IMPÉRIO ALEMÃO

Ao iniciar-se a guerra na Europa, em 1914, a generalidade do povo americano e dos seus dirigentes políticos manifestou-se convictamente a favor da neutralidade. O presidente Woodrow Wilson, eleito em 1912, foi, na circunstância, um intérprete fiel dessa política de isolamento. E, assim se mantiveram até Abril de 1917.

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AGOSTO DE 1914 A ORIENTE

DO INÍCIO DA GUERRA À BATALHA DE TANNENBERG

O plano de guerra alemão, resultante dos ajustamentos que o general Moltke introduzira ao Plano Schlieffen, estipulava um período de seis semanas para a vitória a ocidente, utilizando sete oitavos do potencial de combate germânico. Com o restante oitavo, procuraria assegurar uma adequada contenção na frente oriental, tarefa que se antevia facilitada pela lentidão do sistema de mobilização russo.

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1.ª Guerra Mundial

O DESASTRE DO CHEMIN DES DAMES (Abril de 1917)

Após uma longa preparação de artilharia, o ataque iniciou-se a 16 de Abril. As tropas francesas começaram a percorrer o difícil terreno – fortemente inclinado e arborizado – que as devia conduzir aos objectivos de ruptura. Ao princípio, enquanto a defesa alemã se não recompôs, o avanço pareceu efectivo. 
 
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DAVID LLOYD GEORGE E A “TAL COISA” DEMASIADO GRAVE PARA SER CONFIADA A MILITARES

Em 1886, o célebre político francês Georges Clemenceau estabeleceu uma das máximas mais citadas do pensamento antimilitar, embora nada tendo de pacifista ou moderador, como, erradamente, se pode pensar. Segundo afirmou então, a guerra seria «uma coisa demasiado grave para ser confiada a militares».

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Operação Michael – da embriaguez do sucesso ao embriagamento com álcool

Na Frente Ocidental, e no plano das decisões estratégicas, o ano de 1918 perspectivava algumas novidades marcantes: do lado dos Aliados, avultava a crescente presença das unidades da Força Expedicionária Americana (FEA); do lado alemão, todas as esperanças se centravam no reforço das cerca de 50 divisões retiradas da Frente Oriental, após a assinatura do tratado de Brest-Litovsk.

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CAMBRAI 1917

A batalha das Cavalarias (nova e velha) e a afirmação da Artilharia moderna

            O insucesso dos Aliados na sangrenta 3.ª batalha de Ypres (Passchendaele), iniciada em Junho de 1917 e concluída em Novembro desse ano, constituiu um sério alerta para a necessidade de não continuar a insistir na modalidade de maciços ataques frontais.

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VERÃO DE 1917 NA FRENTE OCIDENTAL

A 3.ª batalha de Ypres (Passchendaele)

Em Junho de 1917, o êxito obtido pelas tropas aliadas em Messines, através de uma acção de objectivo limitado, parecia poder constituir um bom exemplo para o futuro. Todavia, o comandante da Força Expedicionária Britânica, general Haig, não retirou dessa vitória os ensinamentos que talvez se impusessem e preparou-se para concretizar outra ofensiva em grande escala.
 
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1917 - A REVOLUÇÃO RUSSA E OS REFLEXOS NA GUERRA       

No início de 1917, antes mesmo do começo da ofensiva de Primavera – que os delegados russos haviam prometido, em Dezembro de 1916, quando da conferência interaliada de Chantilly –, estalou em Petrogrado um movimento revoltoso apoiado pelo Exército.

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1916 – 1917

DA NOVA FRENTE ITALIANA NO TRENTINO AO DESASTRE DE CAPORETTO

Na frente do Isonzo, o Inverno de 1915-1916 seria um período de relativa acalmia. Os Italianos aproveitaram esse decréscimo na actividade operacional para incrementar o seu potencial de combate. 

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A OFERTA DE PAZ ALEMÃ DE DEZEMBRO DE 1916

A 5 de Dezembro de 1916, o chanceler alemão Bethmann-Hollweg, apresentou-se perante o Reichstag para anunciar a intenção do seu governo de emitir uma proposta de paz dirigida aos países Aliados. Embora tenha sido tornada pública em vários órgãos da imprensa internacional nos dias subsequentes, só chegaria às mãos das potências Aliadas em 18 de Dezembro, através do embaixador dos EUA. 

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A GRANDE GUERRA NO MÉDIO ORIENTE

Nos primeiros dias de Agosto de 1914, havia grande expectativa no tocante à posição que viria a adoptar o Império Turco perante o deflagrar do conflito. Ocupando uma posição de importância geográfica verdadeiramente decisiva, as convulsões internas decorrentes da revolta dos Jovens Turcos não aconselhavam o imediato empenhamento num conflito que apanhara de surpresa a maior parte dos países.

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A BATALHA DO SOMME

1 de Julho a 19 de Novembro de 1916

 

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1915 – A ITÁLIA ENTRA NA GUERRA AO LADO DAS POTÊNCIAS DO ‘ENTENDIMENTO CORDIAL’

Enquanto na Europa se desenvolviam as operações iniciais da guerra, surgiram na vida política italiana os primeiros apelos ao intervencionismo. E, este apelo, fundado na história recente do reino e nas campanhas da Unificação – em grande parte contra o ancestral inimigo austríaco –, apontava a adesão aos aliados do Entendimento Cordial como a única atitude verdadeiramente patriótica.

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Tanks em vez de WC

 
Não era possível conquistar as organizações que os meios modernos tinham permitido instalar só à força de homens; era preciso exigir à indústria, o mais cedo possível, material para os aniquilar.
 
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A NEUTRALIDADE DA ITÁLIA NO INÍCIO DA GRANDE GUERRA

Quando, na manhã de 24 de Julho de 1914, o governo de Viena deu a conhecer os termos do ultimato à Sérvia nas principais capitais europeias, o ministro dos Negócios Estrangeiros italiano, marquês de San Giuliano, não tardou a informar o embaixador alemão, Hans von Flotow, de que, uma vez que a Áustria não tinha consultado o seu aliado antes de enveredar por um comportamento tão portentosamente agressivo, a Itália não se podia considerar vinculada a quaisquer outras consequências. 

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ALEMANHA 1914 – DA QUASE VITÓRIA DE AGOSTO AO PREMONITÓRIO “PLANO DE SETEMBRO”

 
Enquanto o avanço fulgurante das tropas alemãs não foi detido, como resultado da batalha do Marne, em Berlim faziam-se conjecturas políticas sobre o dia seguinte à grande vitória que julgavam estar prestes a alcançar. É nessa ocasião que o chanceler Bethmann-Hollweg põe à consideração do seu governo o Programa de Setembro, documento provisório no qual se equacionam diversas medidas relacionadas com a conclusão de uma paz separada com a França.
 
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